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Violet Clouds

Un petit a part #52

Digam-me que eu não sou a única a ter um nervoso miudinho, meio que a evoluir para um ataque cardíaco, quando estou ao telefone com algum serviço importante ou alguém desconhecido.

É meio constrangedor quando preciso de contactar alguém para esclarecer uma dúvida ou para solicitar algum serviço e, em milésimos de segundos, o meu tom de voz muda, as palavras tremem e perco a postura como se tivesse doze anos outra vez. Eu sei que ninguém me vai morder do outro lado do telefone mas enfim! E o mesmo se passa quando vou seja onde for em pessoa.

Não deixo de fazer o que tenho a fazer por causa disto mas fico com a sensação que as pessoas do lado de lá ficam com ideia de que sou uma idiota, chucra. No meio disto tudo eu prezo quem trabalha com telefones. Gente com coragem! Será que eu simplesmente tenho pré-designado no cérebro que os telefones têm dentes..?

 

 

Saber ter fé.

Antes de começar, eu sei. Enervar-me não me leva a lado nenhum, já tenho o não garantido, nunca se sabe quais são as voltas que a vida dá, tudo pode acontecer.

Eu tenho toda e perfeita noção disto tudo e quando falam comigo acerca do assunto "escola" sinto os olhos a lacrimejar e a fazer tudo para que não caia nada pela cara abaixo. Se não fosse a fé de quem acredita em mim, não tinha esta necessidade de me abrir à possibilidade de acreditar também. Conforta-me e motiva-me quando me dão força para não desistir e tentar ter fé.

É a terceira vez que estou a tentar mudar o meu rumo para evoluir. E é a terceira vez que procuro agarrar-me à fé. Sim sou religiosa e não questiono a minha fé em Deus. Acredito piamente que aquilo que é meu, a mim virá, seja qual for a resposta. A única que precisa mesmo de acreditar em tudo isto e ter coragem de abrir o coração ao risco sou euzinha, mais ninguém.

Já estamos em Agosto e por agora ainda não perdi completamente a cabeça. Espero que se mantenha intacta até Setembro. Faltam 43 dias para voltar a fazer contas à vida. Vou voltar ao blog - já tenho conteúdo a transbordar aqui, portanto está ótimo - e vou ser mais proativa.

E até lá dá-me um fanico, mas pode ser que esteja aconchegada quando for hora!

Un petit a part #51

Numa tentativa frustrada de ao menos ver que recompensas deram no primeiro aniversário do Mystic Messenger (que já agora acabei por desinstalar de vez, porque não recebi nada e já fiz o jogo todo), descobri que o meu telemóvel branco - o que morreu sabia-se lá porquê e só conseguia estar ligado se eu não o bloqueasse - decidiu voltar dos mortos.

Eu na cozinha a atualizá-lo, a ver do jogo, quando a tia me vê com o desgraçado e me diz "Então, já trabalha??" e ao qual eu respondo "Não...Já que aqui estás, eu bloqueio-o e tu vês". E como diz o bom do alentejano, o cabr** não começou a reiniciar feito louco.

Consegue bloquear e simplesmente estar parado.

Consigo atualizar tudo.

Consigo usá-lo e nem me gasta muita bateria.

Resumindo: não sei até quando isto vai durar mas espero que tenha sido só uma paranóia temporária e que esteja de volta para mim.

Fuga

Voltei a casa há cerca de três dias, de umas pequenas férias no Baixo Alentejo.

Fui a tremer, com o olhar perdido pela paisagem que passava e me prometia mostrar terras novas. Ando domada pelos nervos e pela inquietação, levei horas a dizer a mim mesma que tinha de sossegar e procurar pela coragem para seguir em frente. São muitos objetivos para um só Verão que promete ser atribulado e que esconde muitas surpresas, boas ou más. Eu sei que já sou crescidinha (e não é pouco, quem me dera ser pequenina) mas há coisas na vida que requerem um aperto de mão silencioso, um sorriso singular que nos dá aquele último empurrão em direção aos nossos sonhos.

O ser humano procura por motivação, desde a hora em que dá o primeiro passo até ao fim do seu caminho, onde terá de ensinar alguém a ter coragem para caminhar pela primeira vez.

Tentei perder-me pela beleza das terras douradas de Évora. Deixei-me levar pelas águas do Guadiana na nova praia fluvial de Monsaraz, que acabo de saber que foi inaugurada a 1 de Junho deste ano. Caminhei e sorri, fugi por breves momentos para ver o céu estrelado pouco depois da meia-noite, e sabe Deus o quão sentia falta de fazer algo assim. Durante este primeiro dia, forcei-me a pôr um travão nas emoções, a consumir cada pormenor ao máximo. Quis relembrar-me das minhas bases e saber voltar a emergir sem receio, determinada.

Os restantes dois dias foram para continuar a explorar. Visitei Beja pela primeira vez e no último dia pude ver com os meus próprios olhos a Capela dos Ossos, em Évora. Retornei a casa com novas memórias e um pouco mais de esperança em mim.

Para fotos, isso fica para o próximo post (assim tenho motivo mais urgente para cá voltar! eheh) mas vos garanto que senti muita falta do meu S5. Uma pessoa habitua-se ao telemóvel para tirar fotos e estraga logo tudo. Enfim... Mas consegui tirar algumas para vos mostrar em breve! Agora são horas de continuar com o dia.

Boa tarde,

Daniela

E como vão essas limpezas?

Meus amores, consegui vir dar-vos um alô. Já se passou uma semana e meia.

Estou rodeada de caixas, livros e caixinhas. Já me resta pouco espaço e paciência. Ainda falta rever muitas dessas caixas e, espero eu, vazá-las um bocado. Livrar-me de coisas que já não fazem falta sabem muito bem, eu que o diga! Mas ainda não dei grande vazão ao quarto, o que é normal. Já sabia que ia ser demorado, foi o combinado, até.

Tenho-me sentido cansada, exausta, mas quando tenho a oportunidade de me deitar na cama sem dores de cabeça e gritos a roer-me o cérebro, e olho para o espaço extra que vai surgindo dia após dia, consigo sorrir. O quarto mudou de ares, ainda que não seja permanente. Mas também, é suposto a nossa casa levar uma arrepiadela e mudar de look de quando em vez... Certo?

Em dias que já não sei o que é certo e o que é errado é difícil discernir o que era suposto ser feito ou não. Mas em dias de descanso e de sorrisos, até acho que seria muito boa ideia inaugurar o novo espaço com LEDs (nem que seja só para experimentar ou mesmo para celebrar a coisa).

Nunca tive mudanças de mobília que me deixassem tão exausta. Aqueles em quem confio também me admitem que não era suposto ser assim. Mas já estou feliz por alguma coisa ter mudado.

Rezo a Deus que me dê forças para não cair agora nem deixar que seja esta a última vez.

 

Mudar e limpar!

Hello!

Eu não me esqueci do que foi dito em posts anteriores, I promise. Desta vez tenho um bom motivo para estar ausente. Ora portanto, não me recordo se alguma vez falei nisto, mas sempre tive um problema de logística grave em casa. Os avós são daqueles que guardam tudo e mais alguma coisa, ora porque podem vir a emagrecer, ora porque a tia ou a prima podem gostar e levar, ora porque foi oferecido por alguém importante ou ter pertencido a alguém que já faleceu. E isto inclui objetos partidos, roupa velha e vários objetos que já não estão viáveis ou atualizados.

Isto tem levado a uma grande acumulação de coisas em casa. Embora eu ande constantemente a virar as minhas gavetas do avesso para as limpar a cada três meses, é quase impossível obter mais espaço porque a maior parte da tralha não é minha. E o meu grande némesis era um certo armário, grande e escuro, tão velho que já só se segurava pela sua estrutura porque o fundo e as prateleiras já tinham caído há muito tempo. Resumindo, um dos meus objetivos para acabar com esta tendência em casa era conseguir arranjar um armário novo para poder organizar tudo e com muita sorte mandar metade para o lixo ou para alguém que lhe dê mais uso.

Com a graça do Senhor, que já devia estar farto de me ouvir lamuriar por não encontrar nenhum armário a um preço acessível, apareceu uma senhora a oferecer um armário porque tinha de desocupar a casa rapidamente.

Vocês não imaginam a alegria aqui da je a desfazer aquele armário à martelada. Agora só falta solucionar o problema do chão desnivelado e colocar a mobília nova no sítio e além de ser uma mulher feliz, sou uma mulher com o quarto organizadinho. Portanto, até já!

Talvez seja má escolha

Quanto mais prossigo com a vida, independentemente de como corra, mais pondero na minha escolha de carreira. Talvez psicologia seja má escolha para mim.

Até acredito que seja boa ouvinte e saiba encaminhar as pessoas, mas não tenho paciência. E digo isto porque se as minhas palavras forem repetidas por outra boca, já são bem aceites. Sempre soube que não tenho jeitinho nenhum para comunicar com ninguém, mas em certos pontos... É muito frustrante. É certo que só se pode ajudar quem quer ser ajudado, mas há quem abuse na coisa. Não sei se é por não ser "féxon" (como diz a minha m-M do Contos da menina Mulher) ou por ter cara de "demasiado nova", "enjoada", "alien", entre outras tantas designações que já ouvi.

A sorte é que tenho outras áreas como backup, mas no final do dia só comprovo que com tanta teimosia, talvez estivesse prestes a envereder por um caminho que a mim não me pertence.

Un petit a part #50

Faço 24 anos em exatamente sete dias (visto que já passa da meia noite) e a minha vontade de fazer uma celebração é -20. É que nem o bolo quero cortar.

Não sei se isto é sinal de que não quero mais envelhecer (e ainda nem cheguei aos 30) ou se simplesmente nunca tive a sorte de fazer uma boa festa. Mas perdi o gosto por ajuntamentos com os anos... Não gosto de ter gente presente de obriga.

Acho que se há forma de me voltar a fazer sorrir e sentir como uma pluma é se me surpreenderem a 100%. Um dia sem gritos, uma ida a algum lugar que eu goste, um sorriso sincero. Se for para uma prenda, que seja algo útil e versátil como uma luzinha para livros, que me permita ler no segredo silencioso da noite.

Bolas, que nova-adulta chata. Mas graças a Deus que não estou só nesse dia. Ainda há quem me anime no meio do escuro.

 

 

 

 

Oh, June ♥

Parece que Junho já chegou e ainda ontem estava a celebrar o ínicio do ano.

Esta semana ponderei inúmeras vezes num hiatus para aqui. Sinceramente o blog já estava em hiatus sem ser declarado, tenho a noção disso. Porém, já chega de estar parada. até tenho assuntos para falar, para investigar e que me façam correr atrás daquilo que quero. O que falta - e muito! - é mesmo a vontade, todos os dias depois de derrotas e mais derrotas.

Ter voltado à blogosfera esta semana ajudou-me com isso. Não quero espalhar a minha negatividade - para isso já basta eu ter de a gramar diariamente. É difícil transportar a boa vibe daqui para fora da tela, porque ainda existem muitas barreiras a mandar abaixo, mas há que se começar por algum lado. E certamente que não vou desistir em Junho. É o meu mês. Daqui a uns dias vou ser uma geminiana de 24 anos que precisa seriamente de pôr as pilhas no seu lado eufórico e com garra que leva sempre tanto esforço para acordar. O meu aniversário não me diz nada há muitos anos, mas tem sempre uma espécie de luzinha algures escondida, à espera que eu a destape para proclamar vitória e ser feliz sem ter medo de um tropeção de cara cheia no asfalto. Nunca se sabe!

Portanto, numa questão de boa fé, peço ao mês de Junho que faça juz à sua graça e que aguente comigo!

E para hoje tenho a pedir-vos algo novo:

Indiquem-me os vossos blogues favoritos! É claro que vou voltar a dar a volta aos vossos cantinhos todos, mas quero conhecer mais pessoas e quem melhor para tal que vocês que me aturam? Tenho muito que pôr em dia e confio em vós para tal!

 

Um beijinho muito grande,

Daniela

 

 

Qual o melhor? Essence

Okay, hoje já trago qualquer coisa que não faço há muito tempo, que é falar de produtos.

Não estou a ser patrocinada por ninguém e sinceramente, apesar de já apreciar maquilhagem (mais do que antes, se ainda se recordarem dos meus vários queixumes), o meu objetivo não é bem por vaidade mas sim para parecer um bocadinho mais viva. Enjoa-me um bocado perguntarem-me na rua se ando doente, mas podia ser pior. Eheh!

Mas hoje trago uma comparação entre dois rímeis da Essence. A modos que o primeiro acabou-se há pouco tempo e aproveitem uma promoção da Wells para trazer um novo.

20170330_153407.jpg

Honestamente fiz mal o meu trabalho de casa e não me recordo dos preços de nenhum dos dois. Recordo-me vagamente que a diferença entre eles é mínima, não sendo maior que 40 cêntimos, salvo erro. Mas como tenho o mal de ter pestanas muito curtas e que mal se vêem, quis apostar num produto diferente.

O primeiro rímel que comprei foi o Get Big! Lashes e fiquei bastante satisfeita com o resultado dele! As pestanas ganhavam volume e ficavam bonitas e visíveis sem parecer que foram pinceladas ou ficarem escancaradas. Em suma, eu fiquei muito satisfeita com ele e ficou um dos prediletos.

O mesmo não posso dizer do The False Lashes. Quando o apliquei a primeira vez fiquei bastante surpreendida, tinha uns pestanões enormes e bonitos, quase que me batiam nas lentes dos óculos. Mas vai que não vai, raio de bruxaria é esta, passados 15 minutos é como se não tivesse aplicado absolutamente nada. Mesmo que esfregue os olhos não esborrata (penso que isso seja positivo) mas nem com 3 camadas se deixa ficar. Puff! Desaparece.

"Será que na verdade não aplicaste tanta máscara como pensavas?"

Apliquei sim senhora, apesar da ilusão de não ter. E sabem porquê?

Porque, esquecida que estava, fui tomar banho e saí de lá a parecer a noiva cadáver. Ou seja, não faço a menor ideia o que é que esta máscara faz ao certo mas ela não cumpre o que promete. Conclusão: primeiro, nunca me esquecer da maquilhagem. Segundo, escolher as máscaras com mais cuidado.

... Em suma, não tenho jeitinho nenhum para fazer reviews. Mas posso desejar-vos uma boa semana e deixar aqui uma foto do que aprendi a fazer esta semana: brigadeiro!

20170401_143635.jpg

Ao menos voltei cá. Tenho mesmo saudades de me aplicar à séria ao blog, mas tenho de fazer uma coisa de cada vez. Está quase. Até lá, sejam felizes,

Daniela

 

 

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