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Violet Clouds

Manhã de muitas coisas novas

Portanto... Hoje foi o dia da sessão de acolhimento dos futuros programadores informáticos deste ano lectivo que já arrancou há muito.

Como já mencionei anteriormente, candidatei-me a um CEFJ Tipo 7 (ou Curso de Educação e Formação de Jovens do tipo 7) e as opções disponíveis não eram muitas. Queria ter entrado em Multimédia... Mas pelos vistos houveram vários problemas que não permitiram a abertura do curso.

 

Porque é que não foste para a faculdade, Daniela?, perguntam vocês. As razões são muitas, mas a mais evidente é a falta de dinheiro. Sejamos sinceros: as propinas estão caríssimas. Não tenho média suficiente para pedir uma bolsa; entre gastar dinheiro numa licenciatura da qual ainda não tenho a certeza e optar por um curso que me pode enriquecer um pouco o currículo a custo zero, prefiro a segunda opção. Talvez daqui a um ano ou dois eu já saiba o que quero fazer... Não sei. A minha média também não é das melhores... Não é das coisas que mais me orgulho.

 

Anyways. Eram 7.30h quando pedi à minha tia que me ajudasse com a maquilhagem porque... Epá, eu tentei. Juro. Tentei pintar-me sozinha ontem à noite, a ver se conseguia fazê-lo. Mas sou daquelas gajas que nunca brincou com maquilhagem e não tem jeito natural para a coisa. Sue me, sempre preferi andar ao natural ou pelo menos usar um gloss. E só me dei ao trabalho hoje porque me foi recomendado pela psicóloga do Centro de Emprego. Fiz o trajecto de comboio até Setúbal pela primeira vez e espantei-me quando vi que o caminho era bem mais curto do que eu imaginava. Parece-me que não vou chegar a casa lá para as dez da noite, o que é excelente.

Despachei-me perto das 11h. Nada se alterou, nem o horário. Não vou dizer que os módulos deste curso me fascinam - estaria a mentir com os meus dentes todos - mas não é mau. Talvez me faça mais jeito no futuro do que aquilo que penso agora. É uma nova etapa... Portanto, estou pronta!



 

Boa tarde,

Daniela

 

PS: un petit commentaire. Vi-me atrapalhada em maquilhar-me com base, sombras nude, eyeliner, máscara e gloss. Sou uma nódoa, decididamente... Mas já consigo desenhar o risco dos olhos quase direitinho. ^^

Memórias que nos tomam de assalto.

Como todos vós sabem, hoje é dia de eleições autárquicas.

 

Para mim, foi a primeira vez em que pude votar. Cá por casa os meus avós andam todos contentes, adoram dias de eleições. Festejam isto com mais alegria do que o Natal e de facto, não me surpreende. São apegados à história portuguesa e orgulham-se de ter presenciado o 25 de Abril. Sendo hoje a minha primeira vez neste assunto, andam ainda mais felizes. Porém, o dia de hoje não me marcou apenas por isto.

 

É claro que fico contente por exercer o meu direito ao voto; nunca fui muito dada à política, mas compreendo que posso fazer a diferença, assim como cada um de nós. Mas sou dada aos detalhes e às coisas simples e toda esta conversa levou-me à minha escola primária - onde se vota. Sabia perfeitamente que ia sentir-me estranha, a cada passo que dava. Pensei várias vezes em como tinha ideia de que a escola me parecia muito maior antes. E andar por dentro do edifício fez-me sentir gigante. A sala onde tive que me dirigir foi mesmo aquela onde por quatro anos aprendi a ler e a escrever, ri, chorei e fiz algumas amizades. E ao entrar lá dentro, reparei no que tinha mudado e no que ainda se mantinha. Sorri ao ver que o quadro e o caixote do lixo ainda eram os mesmos. As janelas, altas e robustas, deixavam ver as árvores que chocalhavam fortemente por causa do vento. Hoje está um dia de Outono cinzento, ventoso e chuvoso por estas bandas. Tal e qual como o meu primeiro dia de aulas.

 

E não esperava de todo, recordar-me de coisas tão boas. Vem mesmo a calhar, um dia antes de eu retomar à minha vida de estudante.



 

Boa tarde,

Daniela

Aaaahasjdhasljdfbskhafb!

Eu sei, é um título horrível para um post. Mas pareço uma pulga. ELE ENTROU! EU ENTREI! CONSEGUIMOS!

 

Tínhamos ideia de que ele ia ter de esperar mais alguns dias até saber se tinha tido a grande sorte de ocupar uma das poucas vagas sobrantes. Entretanto um amigo diz-lhe que ambos entraram e ele parece não querer acreditar. Sem admitir-mos, corremos até à casa dele e no fim... Era mesmo verdade. Juntar isto ao facto de não ter de me preocupar com o certificado foi excelente. Ambos entrámos onde queríamos! As minhas preces foram ouvidas! {#emotions_dlg.sarcastic}
Boa tarde,
Daniela

Sem fôlego.

 

Sério. Já há imenso tempo que o maldito relógio não vagarava com tanto prazer diante dos meus olhos.

E se querem a minha honestidade, foi numa conversa daquelas sem jeito e de rir até chorar que vi os minutos correrem só um pouco mais rápido. E para minha surpresa, o site lançou as colocações alguns minutos mais cedo - estava adiantada. Mas o coração ficou-me nas mãos: ele não foi colocado. Sobraram oito vagas. Para a terceira fase, convilha-lhes 17 vagas.

 

Agora ao fim do dia, sinto-me um pouco mais descansada. Da minha parte, contactei a psicóloga do Centro de Emprego local e expus a minha situação: não tinha a certeza se o meu certificado de habilitações estaria pronto a horas ou não. Respirei fundo quando ela me disse que o comprovativo seria o suficiente. Agora já posso planear tudo o resto: o material básico necessário, a maquilhagem e algumas coisas novas/diferentes para mim (porque achei estranho, avisarem-me para comparecer bem arranjada, para um curso de Informática). Mais à frente, uma conversa com o namorado faz-me sentir mais descansada e fico com a certeza de que posso dormir melhor hoje à noite.

 

Portanto gente, acho que vou ter menos tempo e mais temas para o blog. Convém aplicar-me no aspecto daqui do bichano antes de dia 8 de Outubro e ir-vos contando os passos, fora os posts que tenho agendados. Talvez agora consiga ver a vida andar um pouco para a frente, sem pressas. Se tenho de aprender a andar de novo, que seja passo-a-passo. E com muita paciência. (:

 

Boa noite,

Daniela

Un petit a part #9

Tenho uma ligeira impressão que o meu endereço IP é dos poucos a acampar no Portal da DGES sem ser por minha causa...

 

 

 

É que nem no Natal eu fico tão ansiosa pela meia-noite... Há muitos anos que não via as horas a passarem tão devagar.

Se me souberem ajudar, eu agradeço imenso!

Boas, gente!

 

Venho eléctrica. Tenho visto a caixa do correio todos os dias e hoje foi o dia em que não lhe toquei. Depois de chegar do centro de saúde - e de uma vacina do tétano, que ainda me está a doer e bem - a minha avó vai ver o correio e lá está a tão ansiosa carta. A minha sessão de acolhimento para Programação Informática vai ser dia 30 de Setembro bem cedo, em Setúbal. Mas mais uma vez me sinto ansiosa.

 

Eles pedem a presença do Certificado de Habilitações no dia da sessão. E mal recebi a carta, fui à escola pedi-lo. Mas é muito pouco provável que o consigam ter pronto em 3 dias úteis. Estou em pilhas... Se não estiver pronto, vou levar o recibo em como comprova o requerimento do Certificado. Mas estou cheia de medo que me mandem para trás. Que me recorde da primeira vez, algumas pessoas puderam entregá-lo juntamente com o atestado médico uns dias depois. Mas não sei o que mudou em dois anos... Por favor, espero que não me mandem para casa já...

 

Boa noite,

Daniela

Sou um bocado besta!

Mas não fui tanto hoje, vá! Até fui meiguinha.

 

Tenho ideia de que há alguns posts atrás, contei-vos que o meu namorado não andava por cá. O rapaz foi passar férias a França com os pais e planeava em voltar sem me dizer, porque me queria fazer uma surpresa.

E realmente até me surpreendeu. Não como ele queria (muahahah!) mas conseguiu, vou ser sincera. Ontem disse-me a meio da tarde que ia sair e já não voltava a ficar online e depois de fazer contas de cabeça, apostei sozinha. "Pronto, o magano volta amanhã."

 

E voltou. Mas chegou precisamente naquela altura do dia em que uma pessoa está a fazer qualquer coisa e nem se lembra de estar a par de outros eventos, portanto apanhou-me de surpresa. Foi uma festa pegada, conversa, mimos. E como boa namorada que sou, levei o homem a matar saudades de uma imperial fresquinha. Sou ou não sou boa rapariga?

Lá da França, ele trouxe-me este miminho. Não sei o preço - porque foi uma prenda - mas este perfume cheira muito bem e tem um design simples. E para jackpot, é da cor que mais gosto.

 

Também me trouxe uma massa instantânea chinesa... Mas essa já zarpou, foi o meu almoço! Em compensação - e porque vos prometi algumas fotos esquecidas - mostro-vos os últimos doces que fizémos cá em casa. Quando a minha irmã esteve cá de férias, não queríamos que voltasse para Fiães no autocarro sem nada para comer. Assim sendo, fizemos-lhe um senhor bolo de ananás (enorme, aviso) e que saiu inesperadamente bom. Embora pareça queimado, juro que não está. A calda do ananás fá-los ficar com este aspecto, pelo que já testámos algumas vezes. Também fizémos maçãs assadas sem açúcar; aqui em casa temos diabéticos, portanto trocámos o açúcar por mel.
(como vêem, a massa não está nem crua nem queimada. Pelo que percebi, ficou escurinho por causa da calda de ananás, mas o bolo desapareceu no próprio dia!)
(as maçãs assadas, recheadas com mel e canela)
Decididamente não sei tirar fotos aos doces. Mas garanto que estava tudo muito bom e que a minha irmã adorou a ideia de levar umas quatro fatias de bolo para comer durante a viagem. Ainda faltam mais fotos - as que eu consegui recuperar do fotógrafo no passado mês de Agosto. Essas merecem um post em especial, portanto ficam já para a próxima!
Boa tarde,
Daniela

Descuidada.

Boas tardes, gente!

 

Cá por estes lados tenho andado um pouco melhor. Andei um tanto ou quanto stressada e ainda ando preocupada com a carta para o meu curso (que nunca mais chega!), daí talvez ir visitar o Centro de Emprego amanhã bem cedinho. E espero mesmo que não me marquem uma reunião SÓ para saber se fui encaminhada ou não. Haja paciência, três horas a secar numa cadeira para saber se fui encaminhada como deve ser.

 

De resto, reparei que não tenho postado grande coisa no que toca a pormenores singelos que valem a pena recordar. Hoje peguei na máquina e vi que tinha lá algumas fotos para pelo menos um post. Tirei mais umas quantas para outro que tenho planejado desde que abri aqui o cantinho. Aparentemente, tirei férias sem saber. Bem, sei que agora posso voltar à postagem regular e tenho algumas ideias a expôr. Quanto ao visual do blog, estou a pensar em mudar para um template mais simples e dar uns toques aqui e ali. Como a SAPO tem disponibilizado templates muito giros, talvez lhes dê uma chance. :D



 

Portanto, prometo não demorar tanto desta vez! Em breve vou mostrar-vos um dos meus hobbies que é fazer colecções!

Boa tarde,

Daniela

Alguém é supersticioso?

Boa tarde, leitores mai lindos!

 

Até nem tinha em mente vir cá hoje e postar alguma coisa. Tenho passeado pelos vossos blogs, mas ando com dores de cabeça tão chatas que até me fazem custar falar em batatas. Talvez seja da mudança do tempo (porque o frio está a chegar aos poucos, ao contrário do que os meteorologistas preveram) e vou ter de esperar até o meu organismo se acostumar. Mas hoje ao acordar, senti-me meio perdida no tempo e não tinha a noção do dia da semana a que estamos. Quando consultei o calendário do telemóvel, vi que era quinta-feira. Dia 12.

 

Portanto amanhã vamos ter uma Sexta-feira 13. (Génio? Eu nem sabia a que dia estava.)

 

Daí o título: Alguém daqui é supersticioso? Algum de vós considera uma sexta-feira 13 dia de azar ou de sorte? Evitam algum tipo de superstições, seja no dito dia ou noutro dia qualquer (como não deixar cair sal, partir um espelho, passar debaixo das escadas)? É um dia igual aos outros?

Para mim costuma ser um dia normal. Apenas vejo muita gente a falar do assunto, a evitarem certas coisas porque dá azar. O único extra é um tema de conversa diferente que até traz algumas gargalhadas, se ouvirmos histórias de amigos nossos. Quando ao que eu vá fazer amanhã, não sei. Nem tenho idea do que fazer hoje, quanto mais amanhã. É provável que vá organizar a minha agenda e começar a tratar do meu material escolar; embora não saiba ainda sobre o meu curso, há que ver quanto vou gastar se entrar. E não vale a pena comprar coisas a mais, não é?

 

Portanto... Quero saber as vossas opiniões! O que acham sobre estes dias?

Boa tarde,

Daniela

O que ando a ler: "Herança"

Boa noite a todos!

 

Hoje venho cedo (comparando com o post das três da madrugada...) e estou aqui com a intenção de vos apresentar um dos dois livros que terminei de ler nos últimos meses. Depois de acabar de ler o "Diário de um Mago", pensei em mudar de escritor por alguns tempos. Ainda tinha muitas opções de escolha além das obras de Paulo Coelho, que li sem descanso por muitos bons meses. A minha tia recomendou-me um livro de Danielle Steel, uma das suas escritoras preferidas. Mas para me convencer a lê-lo, foi preciso um pouco de conversa e alguns spoilers, porque não gosto de pegar em livros que não me dêem uma primeira impressão decente.



 

Mas este, porém, impressionou-me só pela capa. E depois de ser influenciada a lê-lo com alguns cliffhangers - da parte de quem já o tinha lido - agarrei-me logo a ele. Embora já tenha lido algumas opiniões negativas acerca desta obra, tenho em minha vantagem uma afinição ao tema: índios. A minha família soube através de uma pesquisa na Torre do Tombo, em Lisboa, de que éramos descendentes de índios provindos do Brasil. Sendo sincera, não temos muitos detalhes, mas ficámos encantados!

E toda a história roda sobre isso.

 

Brigitte é a típica mulher comodista dos tempos modernos: não tem grandes ambições, contenta-se com pouco e não gosta de sair da sua zona de conforto. Com trinta e oito anos, mantém um relacionamento estagnado há seis anos e trabalha no Departamento de Admissões da Universidade de Boston, tendo já recusado várias ofertas de promoção e de lecionar dentro da mesma instituição. Não pretende subir de posto nem dar o primeiro passo para o casamento, quanto mais pensar em ter filhos. A sua vida dá uma volta de 180º e perde tanto o seu emprego como o namorado, que viaja sem retorno para o Egipto. É a partir deste seu descalabro que Brigitte é levada a casa de sua mãe, quem lhe pede para prosseguir com os estudos sobre a árvore genealógica da sua família.

É aqui se surge o nome de Wachiwi e um novo rumo para a vida de Brigitte, que viaja até Dakota do Sul e mais tarde, para França, em busca de toda a informação sobre esta sua antecessora tão peculiar. Wachiwi era uma índia sioux e a sua história de vida engloba muitas aventuras e desavenças; o que faz Brigitte querer saber mais sobre ela é a razão pela qual ela atravessou o oceano até França. E é esta busca desenfreada por conhecimento que guia a protagonista a uma segunda oportunidade de viver a sua vida, de arriscar, de querer ir mais além.

 

E como o meu objectivo é incentivar-vos à leitura e não contar-vos uma história, não digo mais nada. Garanto-vos que tem muitas surpresas, romance e comédia q.b. E olhem que não sou fã de lamechices, mas este é muito giro e agradável. Já leram este livro? O que acharam dele?

Boa noite,

Daniela

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