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Violet Clouds

Lógicas da Batata #4 - Segurança Social!?

Pronto, há destas coisas que puxam por mim e fazem renascer esta rúbrica. E nem foi comigo, foi com os meus.

 

Ora pois bem, a minha tia está de baixa há quatro anos. Quer dizer, estava. Hoje, madame assistente social da cueca daqui da zona decidiu que a taxa de desemprego estava a descer muito rápido e deu alta a praticamente toda a gente.

 

Eu falo assim e não estive lá, mas segundo o que me constou, não devo estar longe da média. Pensem comigo e com a minha tia - aliás, foi o que ela pensou e acertou, levou alta: se antes da vez dela, uma rapariga pouco mais velha que eu com cancro da mama (ambos os seios), cuja quimioterapia acabou ONTEM e ainda lhe faltam duas sessões para terminar o tratamento, tão pálida e cinzenta, levou alta com a desculpa de que "pode muito bem trabalhar enquanto está à espera dos próximos tratamentos de quimioterapia"... Então as tendinites e tendões rasgados já estão de volta ao trabalho desde ontem! Pois bem a madame assistence social da cueca, quando passou para o caso da minha tia, disse-lhe que tinha alta e que quem deve arranjar-lhe lugar para trabalhar com aquelas condições é a entidade patronal. Okay, lá isso é verdade.

 

Mas madame assistente social da cueca, onde é que uma pessoa com uma tendinite num pulso e um tendão rasgado num ombro - do mesmo braço - pode trabalhar, sendo ela socorrista? Hã? Como motorista tem de conduzir a ambulância e como socorrista (aliás, como ambos) tem de carregar os doentes. Não há mais opções de escolha senão essas. A não ser que lhe arranjem uma varinha mágica como a do Harry Potter, ela não poderá fazer as macas levitarem com um simples Wingardium Leviosa até a um segundo ou terceiro andar. Sei lá, digo eu que não sou muito certa.

 

É que, dona assistente social da cueca, nem toda a gente tem um trabalho como o seu, das 9h as 17h todo o dia sentada a tratar de papelada e a ignorar 95% daqueles que se sentam à sua frente, sendo os outros 5% seus familiares e que você prontamente trata do problema por debaixo da mesa. Mas enfim, é este o país que temos. E atenção, não sei quem foi o assistente social e estas lógicas não se destinam a todos os assistentes sociais. Há uns que são uns anjos e que hoje não estavam presentes... É que já da última vez a mesma assistente social da cueca quis dar-lhe alta e alguém teve juízo e disse: "Você é louca! Então como é que ela pode carregar as macas e fazer o seu trabalho assim!?"

 

AH! Antes que me esqueça: o motivo da alta foi o facto de não existirem exames datados de 2014.

Estamos em Janeiro. Boa jogada, dona assistente social da cueca. Vá ser burra para outro lado.

 

Fui. Desculpem lá esta lógica, mas tinha de desabafar. Não quero ofender ninguém, claro. Nem as cuecas.

Dois convites que me fizeram feliz.

 

 

Boas tardes, caros leitores!

 

Primeiro do que tudo, peço desculpa por não vos visitar há algum tempo, nem responder aos vossos comentários. Usei o dia de ontem para descansar e relaxar, para ver se a minha cabeça volta ao sítio certo. Tenho 102 posts no bloglovin para ler há dois dias, mas ando com falta de ideias para seja que palavreado for. Espero poder visitar-vos ainda hoje, antes ou depois de me dedicar um pouco ao estudo de algoritmos.

 

Porém, queria escrever-vos sobre dois convites muito especiais que me foram feitos este mês e uma semana antes do Ano Novo. Em primeiro lugar, uma vizinha nossa informa-me, de rompante e sem perguntas, que vou ser madrinha do filho dela; a proposta foi feita primeiro à minha tia, mas ela preferiu passar-me o testemunho (já que ela é madrinha de 12 e eu de nenhum). Já aí fiquei muito contente. Esta semana, entretanto, na conversa com uma amiga do secundário, ela recebe os resultados da sua ecografia e revela-me que vai ser mãe de um menino. Na mesma andança, pergunta-me se gostaria de ser madrinha do bebé... E pronto, fico babada. Vou ser madrinha a dobrar e um desses meninos vai fazer-me viajar pela primeira vez até à Suécia, onde ele será baptizado!

Acredito que ser madrinha carrega uma responsabilidade muito grande e estou disposta a aceitá-la, sabendo que posso contribuir para a educação e felicidade de duas crianças. Espero que consiga ser uma boa madrinha e ajudá-los o mais que puder.

 

Dito isto, vou dormir e repôr a minha paciência para o estudo de amanhã. Queria deixar-vos aqui este pequeno detalhe da minha semana antes de adormecer ao computador... Assim sendo,

Boa noite,

Daniela

Museu do Trabalho

Boa noite, gente "lhinha"!

 

Primeiro que tudo, já é fim-de-semanaaa! Embora a semana tenha passado a correr (a fazer fórmula 1!), tenho o cérebro em papa: voltei ao tema da reciclagem, a culpa do planeta estar a extinguir-se é das vacas e algoritmos são a coisinha mais horrível que alguma vez tive de aprender. Mas... Hoje fiz o meu primeiro algoritmo sozinha! E só isso matou a frustração do resto da semana. Mas agora passemos a algo da semana passada, que só não contei mais cedo porque me faltavam as fotos...

 

Portanto, no dia 16 de Janeiro a nossa professora de HSST achou que seis horas numa sala a olhar para nós ia ser horrível. Assim sendo, tratou de arranjar-nos esta visita de estudo até ao Museu do Trabalho, em Setúbal. Ao contrário daquilo que eu pensava - falam-me numa fábrica de sardinhas antiga e eu entorto os olhos a rezar para que não seja um tédio - a visita foi muito, muito boa. Encontrámo-nos quase todos na estação ferroviária de Setúbal e deslocámo-nos a pé até ao dito sítio. Ao chegar lá, o queixo caiu-me assim que olho para o horizonte e me deparo com os ferry boats que vão dar a Tróia.

Comentei sobre a vontade grande que me surgiu de descer a escadaria e apanhar um deles, em vez de ir ao museu. As repostas rondaram o facto de Tróia ser lindo e caro, apenas bom para festas. Raios partam as festas, só queria voltar a casa. Ignorar as mudanças evidentes e correr pelo portão dentro na esperança de estar tudo igual. Mas passando à frente...

 

Fui de coração pesado para dentro do edifício. A senhora que nos atendeu era um amor e descreveu-nos o sítio, guiando-nos à Mercearia "Liberdade", doada ao estabelecimento há alguns anos pelo neto dos donos. Ao entrar lá dentro, senti os olhos a arder: ainda haviam prateleiras de madeira pintada, naquele tom de verde que se usava antes, haviam copos iguais aos do meu avô por todo o lado. O estabelecimento tinha imensos objectos que vi e usei na minha infância. Sorri para não deixar as emoções evoluírem muito mais. E acho que foi das melhores partes da visita para mim.

 

Em seguida foi-nos apresentada uma exposição temporária de produtos agrícolas antigos reunidos por Michel Giacometti e outros doados por alguns moradores da área - coisas muito giras que nos lembram a casa da nossa avó. E por fim, foi a fábrica das sardinhas... que embora fosse grande, estava exposta de forma engraçada.

 

O dia terminou com fotografias tiradas entre nós, provas de crime. Para Museu de Trabalho até achei muito dinâmico e engraçado, abrangente à cultura setubalense de gerações anteriores. Deixo-vos com as fotos e sigo para a cama, a almofada me espera... E espero não ter pesadelos nem sonhar com pseudo-código!

 

Para que a foto ficasse em condições foi preciso baixar-lhe as mãos para não me fazer orelhas de coelho.

 

Ferry boats...

 

 

 

Nyan! ♥

 

Fachada da mercearia "Liberdade"

 

Como são muitas fotos, ficam abreviadas... Okie? O que acharam do museu?
Boa noite,
Daniela

Un petit a part #19

Foi um dia estranho, o de hoje. Ando rabugenta, de mau humor. A situação agravou-se depois de um colega meu - com o qual não vou muito à bola - se ter lembrado de vir implicar com a minha pessoa. Eu estava sossegada no meu canto, quieta, a tentar livrar-me deste mau humor e aquela abécula decide que hoje seria o dia perfeito para me tirar do sério.

 

Elevei o tom de voz. Quando reparei, toda a turma olhava para mim. Percebi que tinha falado alto demais.

 

Já tive dias em que me achei mais magra e mais bonita (no entanto o meu peso está igual). Já tive dias em que achei que não estava a perder o meu tempo com programação. Hoje em específico o meu cérebro recusa-se a praticar pseudo-código.

 

... Mas também, um dia inteiro numa aula de HSST a ouvir falar em esterco e metano, como que raio haveria eu de ficar mais bem-disposta?

 

Espero que seja apenas um mau dia e nada mais que isso. É esperar por amanhã.
Portanto, bons sonhos, gente. ♥

 

Vontade de desenhar? Alguma!

Boa tarde minha gente! Como vai este Domingo que não se decide em ficar solarengo ou chuvoso?

 

Aqui na minha área de residência já choveu e já fez sol. Até há duas horas atrás, manteve-se um clima sereno e solarengo que me deixou um tanto ou quanto inspirada; daqueles dias de sol que surgem no Inverno que nos fazem ansiar cada vez mais pela Primavera.

No entanto, a minha cabeça não me dá descanso com pequenas moínhas enquanto arrumo as coisas pela casa. Além de andar confusa porque não fui às aulas na Sexta-feira - o que me levou a pensar ontem de que hoje seria já Segunda-feira - também ando um pouco perdida com o meu horário. Um dos meus formadores fez o favor de nos alterar o horário por completo e não tenho bem a certeza de como serão as aulas da semana que está prestes a começar.

 

Pondo esses sarilhos de parte, enquanto a minha tia dava explicações a um rapaz de 4º ano, andei a organizar algumas pastas dos nossos computadores para lhe fazer novos ringtones. Depois de ter despachado tudo e rir-me sempre que ela recebe uma sms, achei que fosse uma boa altura de vir contar-vos qualquer coisa. E como o excelentíssimo meu colega ainda não me enviou algumas fotos para vos falar sobre a minha visita de estudo, lembrei-me de que há algo que não vos mostro há imenso tempo e que por ventura, terminei um ontem. Ora, há quanto tempo não vos mostro um dos meus desenhos? Há muito. Não tenho tido vontade de desenhar nem ideias para tal, mas como descobri que até podia desenhar nas aulas (no computador), voltei à carga. E soube muito bem terminar este pequeno mimo para mim, depois de achar que as minhas personagens eram horrendas. Comissões à parte, saiu isto:

 

"The Story of a Whole Different World", GaaraxAyumi
Na verdade, há poucos dias critiquei-a. Achei que estava a insistir numa personagem sem volta a dar, que estava a dar cabeçadas numa parede sem sentido. Agora sei que estava apenas desesperada por voltar a colocá-la no rumo certo e tinha saudades de desenhá-la. Se tivesse vida, pediria que me perdoasse. E da forma como a moldei em termos de personalidade, já estava a levar com um martelo pela cabeça. Sim, ela tem um martelo gigantesco.
Bem, espero que gostem! (:
Boa tarde,
Daniela

Nail art #7 - Sparkling and shining!

G'evening, everyone!

 

Perdoem-me por ser tão tarde e não ter até renovado esta rúbrica há algum tempo... Mas além disto, quero preparar um post sobre a minha primeira visita de estudo da parte do curso de programação, ao Museu do Trabalho em Setúbal. Assim sendo, depois de um dia inteiro a dar explicações a miúdos - porque fiquei em casa graças às chuvas - posso finalmente mostrar-vos as novidades da minha manicure de eleição. (Oh éu a ser uma fófinha)

 

Portanto, acho que se pode considerar plágio. Quer dizer, nem por isso. Uma amiga nossa apareceu por cá e tinha umas unhas de gel com estas cores (isto é, prateado, branco e glitter) e como até comprei um verniz prateado novo, perguntei à minha tia se quando me pudesse arranjar as unhas faria algo semelhante. Gostei mesmo do design! Então, com muita paciência, ela fê-las de uma outra forma: francesa prateada e anelar/polegar com linhas onduladas em branco e glitter.

Da mesma forma que vos mostro o resultado final, apresento-vos uma das prendas de Natal que não vos mostrei e que agora é o novo local de armazenamento dos utensílios de manicure... Uma caixa de madeira muito gira, trabalhada e pintada com utensílios de "primeiros socorros".

 

(See?)
(O detalhe dos polegares!)
(E das restantes unhas!)
(A dita cuja caixinha e os vernizes utilizados: Endurecedor Casco de Cavalo, Marfim da Cliché, Angorá da Cliché - I ♥ Cats, vernizes glitter e branco da Kiss e verniz transparente Carlos Santos)
(E o interior da dita caixinha que será pormenorizado num futuro post)
Embora tenha sido na semana seguinte ao Ano Novo, penso que este design seria óptimo para a passagem de Ano. Gostaram da nail art?
Boa noite,
Daniela

Un petit a part #18

Portanto... Visual novo! Os buttons continuam os mesmos, desisti de aplicar uma imagem de fundo porque não vi nenhuma que me agradasse (e honestamente, agradeço dicas de como mudar o fundo aqui do blog!) e fiz o primeiro cabeçalho do blog! Foi muito mais simples do que eu pensava e consegui manter-me fiel ao meu trabalho a nível de design. Digam-me o que acham do aspecto do blog, por favor (:

 

Já a nível de visuais... O blog não é o único em processo de remodelação.

Eu também. Sim, euzinha.

Algures num post do ano passado falei em talvez mudar de penteado? Sim. E em franjas. Desisti da ideia... Mas a minha tia não. Depois de me ter cortado o cabelo -diga-se de passagem, um palmo de cabelo muito espigado - e me ter mudado toda a sua forma, ela fez-me uma franja que de certa, não tem nada. E até gostei da ideia. Oh só, euzinha sem jeito nenhum para tirar selfies (ou como se chamam agora a este tipo de fotos...):

 

Sim, porque são três da manhã e não quero ir dormir porque amanhã é Segunda-feira. Mas talvez amanhã tire uma foto mais decente! (:

Objectivos para 2014?

Como prometido, venho falar-vos dos meus objectivos para 2014. Sempre fui menina de me sentar com um caderno e uma caneta no colo, nos últimos dias de cada ano e começar a pensar e a enumerar os meus objectivos para o ano seguinte. Tudo isto começou quando era pequena - possivelmente entre os meus 9 e 11 anos - e em Marco de Canaveses me disseram que no Ano Novo devíamos escrever um desejo para o ano seguinte e queimá-lo na lareira no primeiro dia do Ano Novo.

Desde então queimei um desejo por dois anos seguidos e, longe de sítios com lareiras, comecei a fazer listas de objectivos. Verdade seja dita, falhei a esse respeito na transição de 2013/2014. Olhei para o caderno, para a folha do ano anterior. Tinha escrito coisas simples mas que ainda assim não conseguira atingir metade deles. Compreendi o seu porquê e coloquei o caderno de lado; se queria voltar a escrever os meus objectivos, teriam de ser muito bem pensados e possíveis.

 

Porque aprendi a não gostar de fazer planos a longo prazo. Afinal de contas ninguém sabe o dia de amanhã, verdade?

 

Porém, acho que posso falar em alguns que penso ser possível consolidar. Iniciar uma actividade curricular/profissional tem-me feito ver as coisas de um outro ponto de vista ao consolidar os meus valores com a minha vida, sem me afastar de um desejo de sonhar só um pouco. Portanto cá seguem algumas das ideias que tive para este Ano Novo e até umas que estão em stand by (assinaladas a itálico).

 

Pintar o cabelo é uma das ideias em ponderação. Por muito que tenha adorado o meu cabelo quando o pintei - camada inferior de grená - não gostei nada de ter de cortar um palmo de cabelo ontem por ter essa mesma camada espigada e queimada. Falando nisso, no próximo post vem a razão do meu choque. TENHO FRANJA.

 

Terminar o curso é um must. O tipo de cursos em que estou inserida não são assegurados a 100%; podemos ser expulsos ou ter de sair a qualquer hora. Assim sendo, espero conseguir terminá-lo em Setembro e com uma bela nota. Estágio incluído.

 

Ver neve. Este é o desejo que se repete todos os anos desde que comecei a despejá-los para papel. Nunca vi neve ao vivo... Talvez seja este o ano em que toco em neve pela primeira vez!

 

Angariar 500€ em poupanças. Falhei um objectivo destes maior o ano passado. Além de querer pagar ainda o meu chumbo, quero voltar a amealhar. Talvez consiga, assim espero.

 

Recomeçar a carta de condução. Este é daqueles que não tenho certezas de que fique para 2014 ou até 2015, por causa do meu curso. Se correr tudo bem até posso voltar à escola de condução no último trimestre do ano (uma vez que, por incrível que pareça, fica-me mais barato recomeçar a carta do que terminá-la devido à revalidação da carta).

 

Começar a estudar Português e Biologia/Geologia. Talvez possa candidatar-me por fim à faculdade em 2015 e para isso tenho de estudar para os respectivos exames. O desafio será mesmo Biologia e Geologia, que nunca tive na vida. Bola p'rá frente!

 

Emagrecer alguns quilitos. Porque o Natal de 2013 não foi piedoso.

 

Aproveitar o Verão com a família e o namorado. ♥♥♥

 

... E muito mais. Acho que consigo fazer pelo menos metade deles. Mas preferi mencionar coisas simples, porque é assim que deve ser a vida.

Simples.

 

E vós, têm objectivos para 2014?

Boa noite,

Daniela

 

O melhor de 2013

E 2013 já lá vai. Honestamente, não foi um ano mau de todo. Alguns momentos deste ano ainda me pesam muito nos ombros como as duas tentativas falhadas do exame de condução e o dia em que foi necessário decidir sobre o abate da minha Nina. No entanto, também houveram momentos muito bons e acho que merecem o seu destaque.

 

  • Quando passei no exame de Código à primeira. Ainda que não tenha terminado a carta de condução, esse dia foi uma maravilha. A pressão enquanto esperava pelo final do exame, a alegria de quando soube a nota e o orgulho que senti são memoráveis.
  • Quando a minha tia recebeu alta, porque o seu nódulo da tiróide diminuiu de tamanho. Já saber que era benigno foi a festa plena, quanto mais quando a informam de que o nódulo estava muito mais pequeno e portanto, receberia alta. Foi como se me tivessem retirado uma tonelada de cima do meu corpo. Por fim, tinha acontecido algo de óptimo!
  • Quando o meu namorado entrou para a faculdade. Tinha muito receio do que pudesse acontecer se ele não conseguisse entrar e, nossa Senhora, senti um aperto enorme quando não vi de forma alguma o nome dele nas listas de candidatos aprovados. Mas a surpresa de surgir uma mensagem de um colega a dizer "Olha, entrámos na faculdade!" e corrermos até casa para o verificar... Yay!
  • Quando recebi a carta para a entrevista de um curso do centro de Emprego. Depois de não ter continuado o curso de Multimédia, procurei pelo mesmo ou por um curso semelhante que me desse formação e me tirasse de casa afim de poder crescer a nível pessoal. E bem, cá estou eu, a aproveitar o pouco tempo em que há internet para vos escrever.

Se existem mais lembranças boas de 2013? Sim, existem. Mas também estão registadas cá no blog e não consigo escrever muito mais porque daqui a pouco já são horas de voltar para casa. Muito em breve virá um post sobre os meus objectivos para 2014 que, após tantos anos a fazê-las, são menos mas mais precisas.

 

E vocês, guardam 2013 com boas memórias?

Boa noite,

Daniela

 

 

 

 

Un petit a part #17

Desconfio de que aquilo que mais receio se está a desenvolver no meu ambiente profissional.

Não sei se já se percebeu por aqui, mas não sou considerada alguém com muitos amigos ou muita facilidade em socializar e fazer amizades. Sempre tive problemas na escola com os outros, sempre tive as minhas diferenças e como todos nós, há coisas que não tolero.

 

Tenho feito um grande esforço para me adaptar à minha turma nova - que digo-vos já de antemão, não se poupa nas palavras quando estão inspirados para a chacota - e tenho tentado ser sempre eu mesma e evitar o maior número de conflitos possível. Mas nota-se sempre quando as piadas saudáveis se começam a degradar e quando surgem pequenos burburinhos que se silenciam sempre que damos conta e olhamos para a sua direção. Seria mania da perseguição se fosse apenas uma vez, mas já têm acontecido várias vezes. E que me recorde, não tenho sido agressiva nem tenho abusado da confiança dos outros... Pelo contrário, acho que nunca tentei tanto estar sempre bem-disposta e pronta a pôr qualquer um a rir. E, como já é praxe, tenho-me sentido desconfortável com as raparigas. São da minha geração... Mas não partilhamos os mesmos gostos. Sinto-me fora da minha época quando as oiço falar.

 

Enfim... Nunca fui de usar máscaras e ao contrário do que se assume neste caso, não usar máscara alguma é o que me está a magoar.

Mas se pensam que vou passar a usá-la, tirem o cavalinho da chuva. Não gostam, falem com os outros. Cansei-me de me esconder porque os outros não me aceitam.

 

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