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Violet Clouds

Compras do Verão? É!

Pois... É Outono. E com a graça do Senhor, porque para ter tempo chuvoso e indeciso, que seja Outono em vez de Verão. Verdade seja dita, este Verão trouxe muitas novidades e experiências. Houve a necessidade de comprar coisas para quando estive no estágio e mesmo assim, vou aprendendo a escolher algumas coisas novas. Basicamente isto foi tudo aquilo que adquiri ao longo do Verão até há mais ou menos uma ou duas semanas. Não incluí a roupa, mas ainda comprei duas camisolitas. (:

 

No princípio do estágio andei a procurar por bases: descobri o meu tom de pele (ou o número, vá), que tipo de maquilhagem condizia melhor comigo, etc. Foi o único produto de maquilhagem que tive de comprar. O pequeno perfume da Yodeyma foi uma amostra que foi disponibilizada na altura, e por sorte havia um dos meus preferidos! O gatito foi oferta da avó, que quis ajudar uma senhora e achou que era a minha cara.

 

♥ Perfume Íris, Yodeyma; BB Cream da Cien, porta-chaves ♥
Para as férias, apercebi-me que maquilhagem não era a única coisa que tinha de combinar com o dia-a-dia (que voltou a ser usada só para festas...). A única ida desastrosa à praia foi a prova de que precisava de um protector solar em condições (já que estou azul, não branca!) e de um creme hidratante. A Johnson foi mais uma vez a minha escolha e assim como um protector solar 30 da Nívea, adquiri um óleo corporal para os dias de praia e um creme hidratante da Johnson. Em promoções ♥
♥ protector solar nívea 30, óleo e creme hidratante Johnson
Acerca de praia... Foi o desastre que vocês souberam. Tinha adquirido o Fresquinho (um Samsung Fresh Duos) em Abril e perto de Julho, recebi uma capa personalizada a meu gosto super baratinha. No entanto o Meco não achou piada à coisa e decidiu levar os telemóveis para a cova. E depois das milhentas idas à Vodafone, acabei por ficar com um Alcatel One Touch Pop C7. Para o qual não encontro alguém que mo personalize pelo mesmo preço... A avó quis então fazer-me uma bolsa em renda para o telemóvel com as minhas cores preferidas e foi esse o resultado, na foto:
♥ Alcatel One Touch Pop C7, a capa do Samsung Fresh Duos personalizada e a bolsa feita pela vó ♥
Pela altura em que comprei o BB Cream para o estágio, o namorado ofereceu-me uma carteira cor-de-rosa que, por muito que gostasse dela, faltava-lhe um visor para as fotos. E após uma longa pesquisa por praticamente todo o santo lado, achei uma outra carteira que servia ao propósito. Mas como agora as carteiras são pensadas para quem não as usa (senão elas tinham mais organização), vou ter de usar as duas. E no mesmo local que comprei a carteira preta, adquiri os quatro vernizes num desconto da loja e a capa para o telemóvel novo. (:
♥ Carteira rosa da Desigual, carteira preta, capa de mochinho e vernizes de El Chinoca ♥
E por fim, fica a literatura. Ao longo do Verão, eu e a minha tia fomos lendo "Irmãos de Sangue", da Nora Roberts, oferecido pela nossa vizinha. O problema foi terminá-lo e não ter a continuação. Assim sendo lá fomos à Bertrand buscar os outros dois, cada uma pagando o seu. E há coisa de poucas horas... A minha vizinha trouxe-me mais uns quantos que já tinha lido! Para finalizar o post, cá vão as novas peças literárias em lista de espera para as ler:
A casa da Aranha, Em Parte Incerta, Big Nate: O que pode correr mal?, Segredos e Brida

 

 ♥ Ritual de Amor e Pedra Pagã

 

Pronto. Novos hábitos, pequenas coisas novas e prendas, penso que está aqui de tudo um pouco. No que toca às bolsas de renda, a avó diz que quer começar a vender algumas se as pessoas gostarem, portanto se gostariam de ter algo do género é só dizer! Penso que o próximo post deste género venha para o Natal, mas até lá irei recapitular a rúbrica de Nail art sim?

Agora é hora de dormir, que amanhã os pequenos vão à escola e há que os colocar a fazer os trabalhos de casa.

 

Boa noite,

Daniela

Problema resolvido!

A todos os que leram e ajudaram, um muito obrigada assim do tamanho deste mundo e do próximo!

Com a vossa ajuda pude ser redireccionada para alguns sites que me levaram ao local onde disponibilizavam os índices da matéria leccionada em Biologia e Geologia de 10º e 11º ano. Agora sim, já posso começar a estudar com tudo a postos!

 

 

 

Mil obrigados,

Daniela

Alguém me pode ajudar, por favor?

Não gosto muito de fazer este tipo de pedidos em plena blogosfera, mas estou perdidíssima neste assunto e não tenho ninguém próximo a quem recorrer. Tenho pesquisado por sites e livros e PDF's com a informação que preciso... Mas nada. Ou me pedem 30€ ou para fazer contas que também se pagam... Preciso de me desenrascar.

 

Gostaria de vos pedir, por todos os santinhos que vocês conheçam, se me sabem indicar algum site ou documento online ou mesmo scannar o índice dos livros de Biologia e Geologia de 10º e 11º ano (se os tiverem, é claro). Como não posso comprar os livros de resumos nem alguns mais velhos por sites como o OLX (porque os mealheiros estão para coisas mais urgentes) apenas procuro pelos índices para, também como forma de estudo, ir pesquisando a matéria. E por incrível que pareça, não conheço ninguém (pelo menos que conviva comigo) que tenha frequentado o curso de Ciências e Tecnologias no secundário. Se souberem de algum PDF com essa informação, melhor. Só quero saber qual a matéria, por favor...

 

É que de alguma forma, não sei se deva confiar nos resumos que encontro na Internet, nem sei se estão por ordem. E vou começar a estudar a disciplina este ano para tentar a minha sorte, o mais tardar, daqui a 2 anos lectivos. Como fui de humanidades, quero começar já - até porque também tenho de estudar Português de novo.

 

Se não puderem, agradeço a vossa atenção na mesma!

 

Boa noite,

Daniela

Primeira semana de aulas... Dos pequenos.

Para os mais novos, as aulas já começaram.

E para mim também, pois. Tem sido desafiante: descobri que as coisas que eles aprendem pouco ou nada têm a ver com as que eu aprendi e que as que permanecem iguais... Bem, já não me recordava dos métodos. Sei a matéria mas explicá-la, 'tá quietó bicho. A parte má de crescer é fazer desses conhecimentos básicos parte do quotidiano como se não precisassem de ser explicadas e sim postas em prática. Mas trinta minutos com a tia ajudou a relembrar.Os pequenitos são traquinas e muito preguiçosos (credo, nunca pensei que houvessem mais preguiçosos que os da minha geração) mas resolve-se.

 

Entre ajudar com trabalhos de casa e explicar pequenas coisas, vai-se lendo - ai credo, que não lia há imensos meses um livro a sério - e vai-se pensando em começar a estudar também. Não, não devo de ingressar na faculdade para o ano lectivo de 2015-2016 (mais devido a verbas...) mas também nunca tive Biologia e Geologia, o que não faz absolutamente mal nenhum em começar já. Desta forma tanto me habituo à responsabilidade de uma forma de trabalho como a voltar a estudar. Chorar por não poder prosseguir os estudos é escusado e mais vale continuar com a vida até poder ingressar e trabalhar para isso.

 

De resto... Credo. Pensar em posts novos para o blogue (e estou ansiosa para ver as novidades dos blogues Sapo!), perder-me na literatura e no que tenho de começar a sonhar e a construir para o futuro próximo enchem-me o dia. Por vezes fecho os olhos e recordo coisas más, mas tenho ganho forças para imediatamente as combater com decisões afincadas. E as ilusões prosseguem para aquilo que posso conseguir. A conversa de ter uma casa, que já vem de um post anterior; a esperança de ser como a maioria dos meus colegas que conseguiu encontrar um trabalho onde conseguem, apesar do esforço, sorrir e manter o equilíbrio mental; continuar com a dieta tão precisa no momento por uma questão de bem-estar.

É muita coisa. Mas sabe bem poder fugir de vez em quando para um canvas só meu, pensar e construir o que quero e gosto, sem me distrair ou sair do lugar. Acabo por me equilibrar e conseguir sorrir. Mas ainda não acabou, claro que não. Falta ainda ganhar forças para tempestades que se fazem anunciar. Para desafios que não completei. Para deixar de ter medo de construir a minha vida.Devagar se vai ao longe.

 

 

 

Boa noite,

Daniela

The Very Inspiring Blogger Award

E apesar de andar meio ausente daqui da blogosfera, ando a tentar compensar isso. Já respondi aos meus comentários, já visitei alguns cantinhos - não todos - e ando a planear alterar o visual do blog e fazer a primeira leitura integral do mesmo. Quero ver como anda o meu cantinho até hoje e formar uma espécie de auto-avaliação sobre isto. Mas isso são petiscos para outro Domingo. Antes de vos ir dando novidades, tenho este Award para vos mostrar! Fui nomeada pela Bruna e pela Framboesa para o fazer; muito obrigada a ambas!

 

Regras :

- Agradecer e colocar o link da pessoa que te nomeou;

- Colocar as regras e o prémio;

- Partilhar sete factos sobre ti;

- Nomear quinze blogs inspiradores e comentar nos seus posts para eles saberem que foram nomeados;

- Podes pôr, opcionalmente, o logo do prémio e segue o blog que te nomeou.

 

Sete factos sobre mim:

♥ Mesmo na idade adulta, sofro de Acluofobia (medo do escuro) e Agorafobia (medo de espaços fechados ou cheios de gente, multidões). No entanto, não é exactamente um medo, mas assusto-me sempre com bichos pequenos.

♥ Desde a adolescência que sempre quis começar uma história em BD original ou escrever um livro. Ainda apostei mais na segunda hipótese e trabalhei um bom bocado num possível livro... Mas fiquei estagnada nas ideias.

♥ Sou fã incondicional de toda a saga Harry Potter e do Grinch. (:

♥ Sonho, a dormir e acordada, sonho muito alto.

♥ Apesar de ser bilingue, há dias em que o cansaço me torna disléxica e levo meia hora - numa linguagem ou na outra - a procurar a palavra certa. Isto é, por vezes estar a falar com alguém em português e esquecer-me de uma palavra da qual só me recordo em inglês.

♥ Sou fascinada por material escolar - e papelarias! Se for preciso perco-me dentro de uma papelaria por horas a fio.

♥ Também tenho a mania de fazer coleções! daí ansiar por um dia ter um sótão!

 

E agora temos um problema... Acho que já praticamente toda a gente foi nomeada para este award. Atrasei-me, é o que dá. Assim sendo, nomeio todos aqueles que lerem este post e ainda não o fizeram! (:

 

Boa tarde,

Daniela

 

Home?

Cada vez o sinto mais. A necessidade de construir uma casa, tanto fisica como simbolicamente.

Após a entrega da minha irmã ao autocarro no Oriente, comentou-se isso no regresso. Aquela ponte simboliza muita coisa, e dantes, simbolizava o nosso regresso ao verdadeiro lar: onde chegamos, respiramos fundo e podemos descansar. E onde até o nosso silêncio tem o poder de reinar, de sossegar os nossos corações.

 

Onde sobretudo se fazem coisas normais em casas: fazer o jantar à nossa vontade, decorar a casa a nosso gosto sem acumular tralha, ter autorização para fazer barulho a horas decentes (como à tarde), ouvir a música que desejamos, descansar por completo, ignorar as vizinhas cuscas. Sei lá. Coisas normais... Que há muito tempo que não lhes tomo o gosto. E onze meses depois do curso nada disso apareceu aqui, onde moro actualmente. Mas já se planeia uma pequena mudança, até nem muito longe daqui.

 

Sei lá. Um dia eu talvez volte para casa sem tanto peso na consciência.

 

 

Boa noite,

Daniela

CEF Tipo 7: ✔

Muitos nervos, rants e voltas ao átrio depois, consegui.

 

Levei uma tarde de cão, ontem. Perto das 14h, o rapaz que me tinha abraçado na sexta-feira viu-me e tornou a fazer o mesmo, desejando-me boa sorte e um até mais (porque nunca mais hei-de lá ir). Sorri, grata, e entrei para a sala de provas.

Cada uma mais mal estruturada do que a outra, à terceira prova eu e a minha colega fomos abordadas pelo júri, que nos avisou de que estávamos prontíssimas a chumbar: tínhamos as notas mais baixas e se continuássemos assim, ficávamos pelo caminho. Ficámos 1h de intervalo na rua à espera, a reclamar do quão nojento este curso se estava a revelar, de como tão facilmente poderíamos ser expulsas por uma prova de cruzinhas mal feita e perdermos um ano de esforço das nossas vidas.Entretanto fomos para a quarta prova. Embora a medo, senti-me mais confiante ao deparar-me com uma matéria com a qual brinco e aprecio bastante, relacionada com webdesign. Penso que foi isso que me safou...

 

Às 17h não me aguentava. Faltava uma prova e o formador brincava com os nossos nervos. Foi até ele revelar que só faltava uma pessoa aprovar (a minha colega), que pude respirar fundo (pela minha parte). Vi-os festejar, mas não conseguia entrar no espírito festivo sabendo que ainda faltava uma pessoa. A última prova foi feita num instante e saímos todos da sala menos ela; fiquei procupada, assim como toda a turma. Acho que foi a única vez em que nos unímos numa só opinião, em que queríamos todos que ela passasse. Faltava-lhe apenas meio valor. Uns minutos depois, ela saiu e entrámos todos novamente.

 

Passámos todos e tivemos boas notas. Fiquei radiante e aliviada por saber que até tinha obtido uma nota final muito boa na prova (de acordo com as nossas notas em geral) e feliz por saber que a nota final do curso foi 15. Senti-me orgulhosa. Desde o princípio que queria uma boa nota e consegui. (: Agora é passar ao próximo desafio... no qual ando a pensar em manicure ou cabeleireiro! Veremos!

 

 

Boa tarde,

Daniela

Chuva e últimos exames.

Está a chover, e não é pouco.

Mas esta chuva está a saber-me bem... E não sei porquê. É como se me acalmasse, como se quisesse reensinar-me a viver como a chuva, que cai sem se preocupar onde, mas que fica feliz por se aninhar numa flor e pertencer ao seu ciclo de vida.

 

Daqui a oito horas vai acabar esta corrida e irei saber se trago ou não uma medalha para casa.

Vamos ver.

 

 

 

 

Bom dia,

Daniela

Um soluço de fé.

Há coisas na vida que acontecem por um motivo. E hoje foi um dia estranho.

 

Os exames... Foram de meio-termo. Quatro provas hoje, cinco na segunda-feira. Exames de coisas que nem falámos. Por muito que tentasse estudar no pouco tempo que me deram, consegui uma vitória de 85% na prova de hardware (e penso que um resultado valente na de teoria da programação). Com C# ainda não sei de nada... E Cobol, aquele dinossáurio, foi um desastre. Não demos nada senão pouca teoria e não praticámos grande coisa. E eu sabia que falhar um dos exames iria prejudar-me imenso, visto que o curso só é finalizado se tivermos no mínimo 10 valores. Menos 1 milésima é inaceitável.

Ou seja, o meu objectivo era obter no mínimo 50% a todos.

 

Cheguei ao cúmulo de bloquear e não conseguir pensar na resolução de mais nada e nem ter a capacidade de ouvir o professor a dar-nos a resposta. A única coisa que fiz foi baixar o rosto, atirar as coisas para dentro da mala e correr dali para fora. Perder estes últimos onze meses da minha vida é uma ideia demasiado desesperante para mim, ainda que saiba que não é o fim do mundo. Solucei, chorei, queria fugir. Até que houve alguém que viu e me parou no meio do caminho para me agarrar.

Não conhecia aquela pessoa. Tinha-o visto duas, três vezes por ali recentemente, mas nem me disse nada. Apenas me agarrou com toda a força num abraço, para que eu correspondesse e gritasse. Depois perguntou-me porque estava a chorar: expliquei, entre soluços, e apenas me disse que vai correr tudo bem. Que viu que precisava de um abraço. De motivação. Que sabe que nunca ninguém lhe faria aquilo a ele, como ele me fez a mim.

 

Chorei o resto do caminho até aos comboios, até me acalmar. Lembrei-me daquele gesto. De um abraço necessário e dado de boa vontade. Tinha-me esquecido de que também era assim... E senti falta de mim mesma. Foi um gesto atribuído no sítio certo, na hora certa, porque sim. Sem motivos nem segundas intenções. Apenas porque queria ajudar, o melhor que podia.

 

Obrigada. Mostraste-me quem sou, debaixo das várias camadas de desilusões que fui acumulando com os anos. Quebraste o muro que me impedia de me expressar. Disseste-me, com um abraço espontâneo, que ainda há esperança no mundo.

 

Lógicas da Batata #7 - Oh Vodafone, andas a deixar-me mal!

É... É sempre o que eu digo. Uma pessoa pensa "porra, tenho de atualizar x rúbrica". Lembrei-me das lógicas da batata há umas semanas e tcha nan. Oh que lindo, algo para eu reclamar.

 

Ora bem minha gente, como já me fiz entender há uns posts atrás, o meu telemóvel ambiciava em um dia ver o oceano. E no dia em que esteve tão perto, o amor foi tão grande e profundo que o mar sentiu o mesmo... E quis unir o seu amor impossível ao jogar uma onda do Meco para cima de mim, fazer-me andar à reboleta e matar o meu telemóvel de desgosto, por ser um amor fatal. (Eu ainda não consegui esquecer a posição em que estava quando levei com a onda em cima... passemos à frente).

 

Telemóvel não é coisa que me aflija, mas levei cinco dias a achar falta dele. Apalpar os bolsos das calças e desatar aos berros em casa ou na rua a dizer que perdi o telemóvel, para depois me lembrei que não tenho nenhum, não foi giro (para mim, claro, houve quem se risse). É algo que me faz falta para estar em contacto com a família. Então a Dani lá suspira fundo, vai ao site da Vodafone e encomenda um telemóvel jeitoso - outra telha da mesma marca, modelo mais recente, mais barato - e fica à espera.

Hoje que foi o dia marcado, começou o desastre. Devia ter chegado entre as 9h e as 13h com pagamento por multibanco. Perto do meio-dia vejo um senhor deveras desnorteado à procura de alguém à espera de um telefone. Olhem se eu não tivesse aparecido à janela: o número de telemóvel estava errado, a morada estava incompleta e a factura vinha em nome de uma senhora da Vila do Conde. E o homem além de me culpar a MIM - sim, a MIM, tenho mesmo cara de quem trabalha na Vodafone e tratou da própria encomenda - pelo facto de os dados estarem errados (o que mais tarde o apoio ao Cliente confirmou que estavam correctos, mas tinham sido mal impressos). E a cara de pau ainda me diz que não tinha serviço Multibanco, estava fora de serviço há muito tempo. Que se quisesse o telemóvel teria de pagar em numerário ou então só no dia seguinte.

 

Resultado: a Dani vai a correr até ao multibanco mais próximo (e com azar porque ou não funcionavam ou alguém estava a confirmar 500 vezes o saldo da mesma conta) e volta a arfar, quase com o coração nas mãos. O Sr Doutor logístico lá me entrega o telemóvel e vai-se embora. Até aí pronto, maravilhoso. O verdadeiro problema surge durante uma chamada com uma amiga minha: o telemóvel faz-me uns ruídos horríveis a ponto de me magoar. E era com toda a gente a quem eu telefonasse. Já enervada, pedi à minha tia que fosse comigo à Vodafone aqui perto e o senhor até foi muito prestável: disse que tendo tão pouco tempo nas mãos de alguém, sendo um problema intermitente, trocava-se sem problema.

 

... Agora o novo telemóvel tem um mal também. Volta e meia trava, fica possesso e salta das definições gerais para as de data e hora constantemente. E pelo que vejo, não passa.

 

Decididamente, não me querem ver com um telemóvel...

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