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Violet Clouds

Ah, gripe, fulana.

Como se não me chegasse os quilos, baldes, toneladas de stress que foram descarregados em cima de mim nos últimos tempos, pimba: uma bela duma gripe na semana em que ia conhecer o meu afilhado mais novo.

Worry not, digo eu, que lá fui hoje recambiada ao Centro de Saúde a ver se, quatro dias depois de Griponal e Tussilene, me davam algo em condições. Mas também já se previa isto... A tratar da tia e da avó engripadas, adivinhava-se que na hora da cura delas, estaria eu de cama. Uma pessoa até ficava mais feliz se, como a maioria do pessoal que fica doente, perdesse uns quilitos. Este ano a gripe é do contra e já ganhei peso. Ninguém merece.

Eeeenfim... Queira Deus eu não andar com os olhos tão doridos como se existissem duas colheres a ferver a tentar arrancar-mos. Assim sempre consigo ou estudar - coisa que nunca apetece a quem está de cama - ou a desenhar alguma coisita. No entanto, já se pode tirar uma boa conclusão daqui - ando mais de volta do blog. (=

 

 

Boa tarde,

Daniela

Happy St. Valentines!

Para quem o celebrou solteiro ou bem acompanhado, até mesmo para quem ainda o está a celebrar. Não costumo dar muita importância ao Dia dos Namorados - qualquer dia é dia dos Namorados - mas este ano soube bem, soube muito bem.

Ser arrancada deste stress todo e passar o dia com a cara-metade é de facto revigorante. E espero que para vós tenha sido igualmente bom!

Curiosidade: Sabiam que no Japão existem dois dias dos Namorados? A dia 14 de Fevereiro - Red Day - as mulheres oferecem algo aos respetivos conjuges e a 14 de Março - White Day - eles têm de corresponder o carinho. ♥

E porque também desenhei algo inspirado no dia, longe do mundo e perto de quem bem me quer... Vai um desenho.

 

Boa noite,

Daniela

 

Happy birthday, mom. ♥

Já passou o dia 9 há poucas horas, mas achei que aqui to podia dizer. Onde quer que estejas. Não me esqueci de ti, nem mesmo no silêncio da casa. E sei que os outros não se esqueceram. Acho que cada um, no seu íntimo, te desejou o mesmo. Que estivesses aqui connosco, a celebrar o teu aniversário com a tua boa disposição e o teu bom humor, a rir e a festejar. Que estivesses ao nosso redor, com alguém de câmara na mão, a soprar as velas do bolo.

 

Feliz aniversário, mommy.

Fazes-nos falta.

Recuso-me a abandonar o blog.

É mais caso para dizer que "daqui não saio, daqui ninguém me tira!" - e depois ficar com a música na cabeça, pois bem.

E isto deriva de duas coisas: a situação do post anterior está a piorar cada vez mais e está a chegar a certos cúmulos em que ainda ontem, com tamanho stress, estava prontíssima a ir parar a um hospital até a minha família decidir pôr as mãos no assunto.

Dado que estou literalmente a ser perseguida - apesar da Sra. Dra. Mme. "Madrasta Fosquinhas" dizer, no meio de suas cantigas diárias e irritantes, que a perseguida é ela - cheguei ao extremo de ter de abdicar do meu próprio telemóvel e privatizar - ou bloquear, na última das hipóteses, a madame de qualquer outra rede social que vos possa passar pela cabeça. Desde Facebook a Instagram, WhatsApp e até as tradicionais mensagens de texto rápido. Já a bloqueei em todo o lado e faz a questão de me perseguir até à próxima paragem, o que me leva a crer que não tardará muito em achar o meu blog - ainda que esteja em semi-anonimato.

E é aqui que me recuso a privatizar o blog ou mesmo a eliminá-lo. Pensei, de facto, em anunciar um período de Hiatus até me sentir novamente confortável (não só aqui mas em praticamente qualquer canto da internet). Não só pela casualidade de ela me vir atormentar para estes lados mas também para não vos sobrecarregar com o meu stress. Mas rapidamente pensei que se ela quer que eu viva esta história, da qual não tenho mais nada a ver com o assunto, seria isso que ela quereria fazer. Visto que envergonhar-me pela Internet e arredores tem sido o seu passatempo favorito, cansei-me e aqui eu bato o pé. Em situação alguma volto a mandar um blog abaixo porque alguém se lembrou de imbirrar comigo, com a minha vida e/ou com a forma que a vivo. É minha e a mim me diz respeito. E dado que tenho a consciência limpa e tranquila e não devo nada à Mme. Pirulitos, daqui não saio e daqui ninguém me tira.

Vou sim é voltar com toda a força e viver a minha vida o quanto antes, depois de tentar descansar este fim-de-semana. Apenas em casos extremos, o Violet Clouds será encerrado. Deste modo, em casos extremos, espero poder contar com a ajuda da Sapo, se necessário. Por isto mesmo venho informar-vos de que os links na coluna da direita, para as minhas contas nas redes sociais, poderão levar-vos para perfis privados (no caso do Facebook e Instagram) e pelo mesmo peço imensa desculpa, mas terão de se manter assim até a situação acalmar e eu poder finalmente encarregar as autoridades com o assunto. Da mesma forma prometo em breve o blog voltar ao seu regular... Mesmo que já tenha assuntos deste ano e até de 2014 para vos contar.

Boa noite e obrigada pela paciência,

Daniela

Actualização... E um desabafo.

... Mas não estou recomendável, ainda.

A todos vós, peço perdão pela ausência... Mais uma vez. Gosto por norma de, quando me ausento seja de onde for, avisar com antecedência ou mesmo colocar o devido cantinho em Hiatus, ou o famoso "volto já" de alguns dias ou semanas. Mas como puderam talvez antecipar pelo post anterior - já eliminado - as coisas não andam tragáveis de todo. E como reparei que tinha rebentado pelo lado errado... Cá estou eu.

Já não são as explicações e os miúdos que me tomam o tempo - até me têm ajudado na abstração dos problemas. Mas ser confrontada, mais uma vez, com situações do foro familiar afectaram-me. Recordo-me de em Março de 2014, salvo seja, ter-vos escrito o quão confusa estava após saber da existência de uma futura irmã, ligada a mim por um pai... Que nunca foi, nem sabe ser pai. Lembro-me de andar três dias desnorteada e calada até me terem encostado à parede e me forçarem a deitar cá para fora o que sentia - raiva, frustração, desilusão, desgosto. Iria nascer uma criança sem pai, com dramas da família paterna até à raíz do cabelo, com stress pelo caminho. Estava para nascer outra "eu", pronta a calçar um dos meus sapatos e a sofrer os calos que essas características lhe iriam trazer.

Até que por aventuras e desventuras, sete meses depois, é a mãe da criança que me força a escolher entre ELA (ela própria, não a menina) e a minha família materna. A que me defendeu com unhas e dentes perante os dramas acima mencionados, a que me calçou, vestiu e alimentou, a que me tratou e a que me educou, a quem devo o meu ser. E isto depois de vários avisos para não provocar mais... E após dita confirmação de que ela além de embriagada, não estava a respeitar o nosso horário de trabalho (que é à noite - após as explicações, preparar a matéria e os resumos para o dia a seguir) e muito menos respeitar um "Agora não te atendo nem a ti nem ao Papa. Estou a trabalhar. Mais logo". Parece-me óbvio que depois de um dia com crianças em casa, um bebé por tomar conta enquanto a mãe tratava de assuntos vários e após ter sido enervada decide embriagar-se num café da zona, o carro que avaria a meio do caminho e muitos mais problemas de stress, que ser interrompida a meio do trabalho faz rebentar a paciência de qualquer um, quanto mais a alguém com problemas de tiróide - e que já de si nem se devia enervar.

Não, nem isso foi respeitado, ouviu o que não gostou. E daí querer que eu escolhesse entre os erros dela e a minha família.

E por evidentemente escolher a minha família - a minha verdadeira família e quem detém a razão, apesar da forma como ela foi exposta (por gritos... ninguém perde a paciência e fala baixinho) - forcei-me a sair da vida da criança. A que apenas olha e não sabe ainda do que se trata. A inocente que, espero eu, vir ter comigo e procurar as respostas que apenas EU tenho em posse quando crescer. As dúvidas sobre o pai, sobre a família dramática, sobre o meu afastamento. Depois de Março de 2014 a preparar-me para a ajudar, para estar do lado dela, para a proteger daquele que de nós nunca quis nem quererá saber e para o enfrentar, fui forçada a abandonar o barco. Depois de me acostumar ao nome, ao rosto, às manhas e aos sorrisos. E desde então, tenho sido difamada - assim como a minha família - pelas redes sociais por parte da senhora.

Daí a minha falta de paciência, a minha ausência, a minha confusão. Não é de todo fácil afastarmo-nos de alguém de sangue que ao princípio nos deixou em choque e sem saber o que fazer. Mas nunca, jamais, virarei as costas àqueles que me ajudaram a crescer e fizeram de mim a mulher que sou. Saberei, de longe, observá-la e protegê-la, se assim for necessário. Saberei esperar, apesar de já ter pensado várias vezes em esquecer o assunto.

Saberei entrar de volta no cenário desde o momento em que ela esteja em perigo - que é constante dentro do seio familiar dela. Mas enquanto estiver tudo bem, eu ficarei apenas à espera que ela cresça e me procure. Irei ouvir cada pergunta, cada palavra, cada pressuposição ou cada mentira que lhe seja incutida. E irei estar lá, com tudo em mão, para lhe provar do que é certo ou do que é errado e dizer que não, não a abandonei. Apenas tive de me afastar e ficar nas sombras.

 

Desculpa, pequena, por estares a pagar pelos erros do nosso pai. Desculpa por não estar presente. Desculpa, mas não posso ir contra quem tem a razão e acima de tudo, quem me salvou a vida de estar nos teus dois sapatos.

Infelizmente, um dia, irás compreender.

A todos vós peço perdão e vou tentar voltar à blogosfera o mais prontamente possível. Tenho saudades vossas. Aqui eu tenho amigos.

Boa tarde,

Daniela

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