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Violet Clouds

Un petit a part #41

Soube-me muito mal ver o meu primeiro post de 2015.

Tinha prometido não fazer objetivos e enfrentar os imprevistos. É caso mesmo para dizer que o imprevisto fora de todo já previsto e impossível de evitar.

Assim seja. Enfrentá-los-ei na mesma. Mas não vão rebentar novamente com as metas que tenho a cumprir. Porque se houve algo que eu aprendi este ano, foi que eu consigo.

Portanto, hei-de conseguir.

 

 

Objetivos de 2016?

Sempre fui aquela pessoa que faz uma lista de objetivos no início de cada ano e acaba por nunca cumprir metade, embora fique contente de ter estabelecido tais metas. E de sublinhar cada objetivo com cores diferentes... Também sou fã da tradição de escolher um desejo, escrevê-lo numa folha e queimá-lo à lareira no dia de Ano Novo (embora não saiba de que zona vem essa tradição, porque a aprendi em Marco de Canaveses, mas não sei se é de lá ou nem por isso).

Já fui fã de agendas e disso, desisti. Controlavam demais a minha rotina. Tive de aprender a desprender-me disso e troquei a agenda por um bloco de notas para as listas de afazeres. Estou muito prestes a finalizar a minha última To-Do artist list, ou assim espero, e nunca mais abrir outra que não seja acerca dos meus projetos de desenho. No meio disto tudo, não fiz nenhuma lista para 2015. Não faço ideia se isso iria ter um impacto mais positivo ou negativo no ano que foi, mas vou assumir que teria sido melhor.

2015 foi um ano péssimo para mim. Horrores a baldes.

Embora tenha tido momentos muito especiais e efémeros, foram quase todos abafados em instantes por passagens muito más na minha vida. Foi um ano onde fui posta a teste na íntegra e falhei redondamente, mas logo me superei. Ainda estou em fase de crescimento para fora desse capítulo. Foram 365 dias que comprometeram os meus valores, irromperam pela minha bolha de privacidade adentro e me obrigaram a rever e a vincular a minha identidade. Forçou-me a viver sentimentos há muito dominados à flor da pele, tão maus como ácido.

Mas como bem se diz, as coisas más ainda servem como calo para o futuro. E servem também como lição. Sem a escuridão, ninguém valoriza a luz. E já diz Dumbledore, há que acender a luz. E é por isso mesmo que vou agarrar nos poucos bons momentos que não foram vaporizados neste presente ano e vou amá-los ao triplo. Vou agradecer igualmente pelos demais porque no fundo, aconteceram e fizeram-me sorrir. E visto que talvez possa ser uma mais valia para o ano novo... Vou voltar aos objetivos. Sim, acredito que muitos achem isto deveras cliché, mas se faz bem, porque não?

 

Pintar o cabelo

Esta vai ser cumprida já no fim de 2015. Primeiro que tudo o pobre do meu cabelo está meio a morrer com as madeixas antigas e em segundo lugar, preciso mesmo disto. Quando pintei as madeixas azuis, adorei a sensação que se prolongou. Senti-me nova e original (eu sei que não sou a única, vocês perceberam-me). Por isso quero entrar em grande estilo no Ano Novo com uma nova cor. Adivinhem qual vai ser?

(Apenas vos digo isto: não vou repetir o azul agora. E o meu cabelo base é castanho-chocolate. Boa sorte!)

 

Retomar ao programa da perda de peso

Também é uma coisa que já está a recomeçar agora, mas em Janeiro vai levar um upgrade. Durante o mês de Dezembro, o treino baseou-se em pequenos passos de bebé para poder re-adaptar o meu corpo ao esforço físico e verdade seja dita, nem assim tem corrido bem. Também é para me ajudar a não ganhar o peso extra do Natal, ainda que saiba-se lá porquê, o meu corpo achou gracinha a fazer retenção de líquidos. Mas em Janeiro planeio voltar à dieta anterior e quando puder ao suplemento vitamínico que estava a tomar. E planeio voltar a fazer exercício como fiz antes da depressão. E que estava a resultar. E há de resultar novamente. 1KG por semana, pesagens à Segunda-feira e dia da gula ao Domingo. Ah, e o Sábado é dia de levar a correria para a rua. Assim que possa, explico-vos melhor isto.

 

Exame de Biologia e Geologia...

Foi algo que ficou pendente deste ano. Algo que quero juntar ao 16 que arranquei de Português. Hei-de subir a nota nem que trepe paredes.

 

♥... e candidatura à faculdade.

Este ano ainda terei de tentar entrar com exames. Deus me acuda. Tenho de abater aquele 14 que eles pedem. E quero mesmo entrar. This is my biggest demon from 2015. Portanto, vou voltar a tentar.

 

Terminar a Ayumi.

A Ayumi é uma personagem fictícia destinada ao uso exclusivo da série animada japonesa Naruto, não oficial. Estou extremamente perto de a terminar, portanto quero ver se 2016 é o ano dela também.

 

Desenhar mais para mim.

Decididamente, não quero voltar a abrir uma to-do list para os outros. Só se não tiver mesmo nada interessante para fazer.

 

Arranjar um bom emprego

É a lenga-lenga do costume, infelizmente, porque corro teca-e-meia sem respostas. Mas queria mesmo arranjar algo que me ajudasse, ainda que a minha localização e as greves constantes não ajudem. Até lá, vou dando explicações.

 

Remodelar o meu quarto e correr a casa toda a limpezas e obras

O pobre coitado alberga duas pessoas e precisa mesmo de um ar novo. A cama nova ajudou, mas não muito. É preciso estucar e pintar paredes, comprar um guarda-fatos novo, ponderar talvez até numa cama de casal das mais largas e re-imaginar a decoração do quarto. E jogar tralha fora, quer doa ou não... Já tive boas vitórias nesse departamento este mês, graças a Deus. E as obras extendem-se também ao local de trabalho, evidentemente.

 

Viajar.

Provavelmente até ao Norte, mas preciso mesmo de mudar um pouco de ares.

 

Ser feliz

Afinal de contas o maior objetivo é esse. Ser feliz, ser mais forte. Ainda que muita coisa seja difícil de engolir, há que andar com a bola para a frente. Há que encontrar um novo local de refúgio, quando a tempestade surge, e mais tarde limpar os destroços e continuar. Não desistir e ter calma. Ter tempo também só para nós próprios para não nos perdermos novamente. Rir e viver os bons momentos para que mesmo que surjam ondas piores, elas se mantenham erguidas.

 

Já vi objetivos mais complicados. Vejamos então o que 2016 me guarda. Quiçá corra bem e daqui a 360 e poucos dias esteja a escrever outra listinha destas com um humor bem melhor.

Boa noite,

Daniela

 

Feliz Natal!

A todos vós que por aqui passam, desejo-vos um Feliz Natal! Recheado de coisinhas boas, amor, saúde, paz e felicidade. Cá por casa as prendas já se abriram. Mas a consoada foi diferente. Em família, de certa forma.

Lembrei-me um pouco do quão bem sabe uma noite de Natal mais agitada com risos e alegria, a recordar o bom passado e a apreciar o presente. Não tive todos os que queria em meu redor, mas estive lá bem perto. Tinha a ideia de que me faltava qualquer coisa este ano no Natal e senti a vibe natalícia a ir pelo cano até subir ao terceiro andar com um bolo de aniversário e ser recebida com alegria.

Acho que seria felicíssima se nevasse hoje, na terra onde raramente neva. Mas já me dou por feliz no aconchego dos lençóis.

 

Obrigada.

Un petit a part #40

Há dias complicados. Dias em que estamos constantemente alerta. A defender-nos de jogos psicológicos, numa fase de crescimento pessoal. Onde é dificil compreender se querem de facto que seja eu própria e se estão ou não preparados para isso. E depois há dias em que um tiro no escuro acerta em cheio e nos deixa em pânico. As muralhas caem, as cores desvanecem-se. Uma simples sugestão inocente deixa-me pálida. Sem nada a argumentar. Qualquer resposta magoará um dos lados. Qualquer passo em falso deixa todo o esforço em vão. Este Natal está a querer enegrecer mais rápido do que eu pensava.

Passado e Presente

Finalmente, estou de férias. Pelo menos de "trabalho". Até 2016 terminaram os resumos, as fichas, as birras e as correrias. Agora vem estudo na mesma, mas focado em mim. E vem o Natal. E mais tempos conturbados que espero vir a ultrapassar muito rapidamente.

No entanto, o 1º período terminou connosco a reflectir seriamente acerca da educação dos dias de hoje. Não uma crítica às escolas, mas sim uma aos alunos. E antes que me mordam, há que ter em conta que uma crítica nem sempre é negativa. Por vezes pode ser tomada em conta para melhoramentos, ainda que nesta situação não passa de um desabafo. A verdade é que tenho 22 anos e dou explicações desde os 14, apesar de ser sempre a uma ou duas crianças. Vejo familiares a darem explicações desde quase que me lembro de que sou gente. E deixa-me deveras desapontada olhar para os alunos.

Com isto não quero dizer de que as crianças dos dias de hoje não têm potencial ou sejam irremediáveis, nem tão pouco de que a culpa seja única e exclusivamente deles; isso é tudo fruto de vários outros factores que dão muito pano para mangas. Mas frustra-me dar aulas a crianças que não estão nem aí de me ouvir. Ou que recorrem a mim como uma espécie de cábula com pernas, ou o famoso do "desenrasca". Ainda há muito pouco tempo uma das crianças me disse que não fazia a menor ideia de porque é que tinha de fazer mais trabalhos e exercícios, se os testes já tinham terminado - e que para receber explicações, já lhe chegavam as do professor. Acho que mudei de cores várias vezes com isso, mais uma vez, devido a vários factores que só nesse argumento se manifestavam de errado. Claramente que também sou contra a massificação de matéria a que eles são sujeitos, mas como já verifiquei várias vezes, até na minha altura de estudante fazíamos mais. Muito mais.

E a diferença reside no que fazíamos e porquê. Recordo-me de há alguns anos ver miúdos da minha idade ou pouco mais velhos recorrerem a ajuda para estudar. Estavam preocupados, queriam ter sucesso, todos eles conscientes de que o nosso país não nos daria muitas oportunidades. A ideia de chumbar, ficar para trás e ver o seu sonho desvanecer-se por culpa das próprias mãos amedrontava-os. Alguns confessavam que queriam tentar ter a possibilidade de dar uma vida melhor aos filhos do que aquela que tinham. E atenção, não eram menos entusiasmados ou mais atinados do que os alunos dos dias de hoje. Tinham as suas manias, as suas pancadas, as suas brincadeiras tontas e as suas modas (como alguns talvez se lembrem, quando paravam obrigatoriamente às 17h porque ia dar o Dragon Ball). Mas estudavam porque queriam. Tinham algo em mente, queriam superar-se cada vez mais, tinham objetivos. Raramente imposto por outros. Sabiam o que queriam já de uma tenra idade. Esclareciam as dúvidas que tinham as vezes necessárias e orgulhavam-se de alcançarem esses mesmos objetivos.

Não vejo esse brilho nos olhos dos estudantes de hoje.

E compreendo que haja vários motivos para tal - mais pano para mangas, ou não tarda já dão para completar uma camisa inteira - mas... Nem tentam. Entristece-me ver os pais tentarem e falharem. Contentam-se com o médio, sonham sem cabimento (como por exemplo querer praticar uma carreira que requer uma média alta mas esforçarem-se, não senhora). Recorrem aos atalhos, ao mais fácil, tapam os ouvidos ao que é chato. Só tentam quando é demasiado tarde ou quando apanham sustos valentes. Em parte percebe-se porquê. Afinal de contas, ninguém espera prosperar num mundo cruel como este. Complicações, imoralidades, guerras, etc.

Mas é no meio da escuridão que as estrelas conseguem brilhas mais e destacar-se. E guiar alguém perdido. Se tods desistirmos de seguir um sonho, de sermos uma estrela, então que esperança há para nós próprios e para quem amamos quando tudo o resto está escuro e rendido?

Já partiu uma prendinha e já chegou outra!

Hoje fiquei muito feliz com o carteiro e um pouco desapontada com a estação dos correios, e parte de mim tem o coração nas mãos.

Portanto, avisando as meninas que ainda não receberam a prenda do Pai Natal Secreto, a minha vai a caminho! Fui avisada na estação de que chegará às vossas mãos amanhã ou sexta-feira mais tarder. Mas fui tão mal atendida que estou com o coração nas mãos. Espero que a prenda chegue até ao seu destinatário inteira e sem quaisquer problemas! É algo simples mas que foi enviado com todo o carinho do mundo e espero mesmo que o transporte até aí não se complique. Se a menina até lá não o receber, vou logo ver por onde anda a prenda (a sério, as senhoras dos correios estavam a dificultar-me a vida porque não sabiam que localização era aquela. Fiquei meio espantada, mas pronto).

Mas com o carteiro foi outra história! Bem cedinho, tocou-me à campainha com uma caixinha para mim e fiquei toda reluzente ao ver que era a minha prendinha do Pai Natal Secreto, da querida Pandora! Ela foi o meu primeiro Pai Natal Secreto de sempre e marcou-me pela prenda que escolheu para mim a primeira vez, que ainda hoje a uso com muito carinho. E este ano voltou a surpreender-me com estes miminhos super amorosos:

 

 Adorei o bonequinho de neve e os bombons, são maravilhosos! E muito obrigada pelas palavras de carinho que o postal trazia. Alegrou-me bastante!

Estou tão feliz! E espero mesmo muito conseguir com que a minha prendinha faça a pessoa escolhida tão feliz quanto a Pandora me fez a mim. ♥

Atenção ao Pai Natal Secreto!

Quero avisar as participantes do Pai Natal Secreto que a prendinha vai, se nada correr mal, seguir pelo correio amanhã (Quarta-feira). Mais tardar na Quinta-feira, para que possa chegar até ao seu destinatário ainda esta semana. Como ainda estou a trabalhar e quando saio, os Correios já fecharam, preciso de ter sorte para conseguir lá chegar mesmo antes de começar o dia de trabalho, o que não será difícil (espero!). Não está esquecida, haverá de chegar antes da data limite com certeza!

 

 

Un petit a part #39

O meu fascínio por correios é enorme e perdura desde a infância.

Fico entusiasmada de saber que algo está a chegar para mim, mas fico igualmente contente de enviar encomendas, seja grandes ou pequenas, e esperar pela resposta, saber se gostou ou não. É (quase) tão bom quanto esperar pela meia noite de dia 24 de Dezembro.

Que este ano parece que vai ser diferente.

E apenas tenho muita pena de, maioritariamente, não estar nas minhas mãos a definição da cor do meu Natal este ano. Diferente será de certeza. Espero apenas que não seja muito negro. Papai Noel, manda umas boa énergia pra mim pur favôr.

 

 

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