Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Violet Clouds

Ninguém merece!

Bons dias gente! Espero que estejam a ter uma boa terça-feira e que muitas coisas boas aconteçam hoje!

 

Eu acabei de vir da clínica de análises e venho um bocadinho desgostosa. A par de algumas fragilidades imunitárias que sofri devido à medicação feita no passado segundo semestre de 2015, devido à depressão, parece que fui apanhada por um vírus manhoso. Preocupada, até porque não faço uma alimentação má por aí além nem bebo álcool ou consumo droga, lá fui fazer as análises.

Vim da clínica com um dos braços a parecer um repolho, porque a analista achou piadinha andar aqui com a agulha a fazer piruetas nas veias. E a mim, que sou sempre tratada por outras analistas (decentes) como alguém com maior facilidade para fazer uma colheita de sangue, porque as veias, dizem elas, são sossegadinhas. Mas pronto, apanhar uma pseudo-analista dá nisto e é como qualquer coisa na vida, nunca se sabe. Cinco dias e alguns sacos de gelo depois, sou informada de que de facto tenho o vírus e que é tratável... Mas que muito provavelmente veio do sushi. Que de facto, tinha consumido pouco antes das análises serem feitas.

"Causas prováveis - Consumo de marisco e peixe crú ou mal cozinhado"

Bonito serviço. Lá vou eu andar de dieta à pala do sushi. Decididamente nunca mais lhe toco. Haja paciência, ainda por cima por algo que até é bastante bom (ou não, dadas as circunstâncias). Enfim...

Quanto ao restante dia de hoje, lá vou eu dar explicações e estudar. Já percebo aquilo em condições, agora é exercícios. Nunca mais é Julho! E tenho a minha cabeça tão moída que honestamente só passei mesmo para vos dar as novidades, até porque nem tenho aquela boa vibe para escrever decentemente... Meu rico sono.

 

 

 

 

Boa tarde,

Daniela

Tatuagens?

Não gente, não tenho nada contra tatuagens. Pelo contrário. Há com cada obra de arte na pele de muita gente que me deixa embasbacada várias vezes, imagens colocadas até de forma inteligente e mensagens que podem mudar a forma de pensar de quem as vê por um segundo. Acho que já vi pelo menos uma de cada um desses tipos mencionados acima.

Também já vi tatuagens péssimas em vários aspectos, but moving on.

 

Verdade seja dita, também não tenho tatuagens. E não apenas porque dinheiro e ocasião nunca se encontraram, mas porque nunca pensei no que queria fazer. Não gosto de colocar uma imagem em mim por ser um estereótipo, ou porque é giro e fica bem, ou porque é ou deixa de ser minimalista ou outro atributo qualquer que já ouvi saltar da boca de muita gente. Fazer homenagens a pessoas importantes da minha vida é uma ideia a considerar, mas apesar do bom tributo, eu não acho que á melhores formas de o fazer. Claro está, nada contra quem o faz, pelo contrário. Já vi muitas homenagens lindíssimas.

Falou-se nesse assunto hoje. Ele querer fazer uma tatuagem e não ter ideia do que quer fazer ao certo, mas querer fazê-la. Comentei que para fazer algo, teria de ter ou um grande significado profundo ou ser algo que me cativasse por completo. O que é um bocado difícil. Pensei um pouco sobre localizações, comentei eu, e confessei que tenho algum medo de as fazer. Não tenho medo da dor, mas medo do impacto que possa causar na minha pele (porque tenho uma pele extremamente fina e sensível). Acredito que sejam seguras, mas sei que certos tatuadores recusam-se a trabalhar em pele frágil. Mas no fim acabei por confessar que se fizesse alguma coisa, faria ou nas coxas ou nos tornozelos. Ouch para os dois. E nas coxas seria difícil de exibir, mas se fosse algo verdadeiramente marcante, sei que o que contaria seria a sua presença.

 

E vocês, têm alguma tatuagem da qual se orgulham?

Boa noite,

Daniela

Ouvi falar do "Offline"...

Sim, surgiu no meu feed de notícias do Facebook. E evidentemente que os comentários não eram muito aprovadores. Aquilo, logo de caras, parece ser um exagero, mas a curiosidade levou um pouco mais de mim e lá fui ver do que se tratava.

Sinto-me dividida, no fim de contas.

Mas antes de mais, há muito exagero naquela curta-metragem. Bastante. Ao mesmo tempo todo aquele exagero estava a projetar uma realidade muito presente, mas não apenas na "minha" geração. Está presente um pouco por todos e por toda a parte. Consegui ver muita gente a criticar a alusão aos animes e à Internet, mas não vi muita gente a reclamar do resto do problema exposto. A constante necessidade de estar online e ligado, ainda que estejamos na verdade sozinhos. A dependência de texto. O facto de que a pouco e pouco a liberdade dos dispositivos apenas nos tiram a liberdade de estarmos presentes na vida de uns com os outros, fisicamente, e sermos felizes e arriscarmos. De apesar de o mundo estar um caos, os mais novos estão a perder muitas oportunidades não só de explorar o mundo, mas também de conseguir encontrar um ponto de esperança, a luz ao fundo do túnel, e ampliá-la, e tentar criar um mundo melhor fora das telas.

De facto, como refere uma das personagens, "apanhar uma seca" às vezes não é assim tão mau.

No fundo, depois de ver isto, sinto-me feliz por não ser tão aprisionada a este estigma como já fui. E de já não perder tantas horas a vaguear pelas milhentas perguntas que se podem fazer ao Google ou de explorar outros sites de jogos e de filmes e tudo o que vos vier na alma. Sinceramente, depois de ver isto, por muito irritada que tenha ficado com os seus exageros não pude evitar de perceber que infelizmente, é uma verdade espatifada nos nossos rostos, nas nossas rotinas, nas nossas vidas. E tive vontade de largar os aparelhos e ir fazer coisas de que gosto. Offline.

Até que entretanto me recordei de que já o faço várias vezes e que tento sempre fazer um pouco mais. Moderação acima de tudo. Estes "mundos" são um escape da nossa própria história caótica, dos momentos em que precisamos de descansar e recuperar força. Mas com o tempo aprendi que é um escape e não um sítio para viver eternamente.

Portanto, por muito que custe, há que apanhar todas as oportunidades de enfrentar os nossos medos e ser felizes. Seja com ou sem um telemóvel.

 

E o estudo chama-me, so... Offline I go, back to the books.

 

Boa noite,

Daniela

 

 

Un petit a part #43

Acho que é impossível ter mais preguiça no corpo todo do que a que tenho agora.

 

Tenho os livros de estudo abertos (andei a colar papéis para me guiar mais depressa...), tenho o editor de posts do blog abertos. Tenho o bloco de notas à espera que a inspiração venha. A vontade para tudo é tanta e ao mesmo tempo nenhuma.

 

AH! E acabei de me aperceber, depois de ter um post na página principal da Blogs Sapo, que vou a um casamento em Julho e não faço a mínima ideia do que levar vestido. Quanto mais com o meu tipo de corpo... Não faço ideia do que assenta bem na moda plus size para um evento formal.

 

Estou tramada.

Hello, April!

Can you please be nicer than March?

 

Gente estou KO mas... Consegui.

Levei cerca de cinco noites (não foram dias, foram noites) a tentar recuperar todo o conteúdo que tinha no meu disco externo. Disse adeus aos filmes que ainda tinha, a alguns programas que de qualquer das maneiras já iam foram e não consegui retirar um vídeo, mas guardei tudo. E fiz questão de retirar as pastas que à partida já eram dados copiados e ainda fazer uma cópia dessas mesmas pastas e denominá-las de "Cromos Repetidos". Prefiro levar algum tempo a limpar as fotografias e vídeos repetidos e ainda assim ter toda a certeza de que não perdi nada do que lá tinha. Sempre são fotografias de toda uma adolescência (das partes boas dela) e dos melhores anos da minha vida (algures entre os 18 e os 20). Mas estão guardados. O disco já foi limpo e será brevemente enviado para a garantia, ou assim espero eu. Menos dinheiro a gastar no meio destes azares.

O carro já foi para o arranjo e o orçamento foi mais simpático do que eu esperava. O problema do telemóvel vai-se tolerando, mas uma Dani muito ansiosa espera por Segunda-feira para receber uma encomenda com uma prenda de um amigo (já prenda de anos adiantada, credo, e só faço anos em Junho). Talvez quando estiver com uma carteira mais cheia ou razoável mande arranjar o meu "Caco". E pelo sim pelo não, o novo leva uma capa com mais proteção. Prefiro perder tempo mais tarde a ver DIYs para a personalizar. De caminho foi-me dito que há um guarda-fatos desejoso por vir cá para casa e a dar-me a chance de, finalmente, fazer uma limpeza de Primavera em condições às mantas e mantinhas que a minha avó ateima em querer aqui guardar. Quanto ao dente, já só falta uma sessão e sinto-me extremamente envergonhada por ter chorado como um miúdo pequeno quando senti um pico bastante intenso na gengiva, o qual o dentista pediu desculpa e não anteviu a sensibilidade da gengiva ser tanta. (Não o censuro, aparentemente os meus dentes são uns choramingas e dão-me dores por tudo e por nada).

No meio disto tudo, Março foi um mês de as coisas andarem para trás a correr e depois voltarem ao equilíbrio a passo de caracol. Foi stressante, demais até, foi mês de questionar muita coisa e de ficar alerta a outras mais. A necessidade de me livrar do máximo de bens materiais possível cresceu significativamente, numa ideia de requerer mais espaço. Ainda que no fundo não seja esse o motivo de me sentir tão sufocada. É uma corda bamba que tão depressa me deixa pronta a cair como de repente fica estável, e a certo ponto isso é exaustivo.

Agora, Abril, é para ver se me dás alguma paz de espírito e menos problemas para eu tentar estudar um pouco mais do que estudei em Março. O exame avizinha-se e embora tenha mais tempo, preciso mesmo de trabalhar para uma boa nota. Geologia está encerrada e agora venha Biologia e exercícios. É sem parar e sem desistir. Não posso desistir agora. ♥

E no meio desta zaragata toda, algum tempo para ir ver os blogues aqui da blogosfera que há muito que não leio. Soon, I hope!

 

Boa noite,

Daniela

Light Purple Pointer
Follow on Bloglovin

Quem passou por cá ♥

Mensagens

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D