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Violet Clouds

O 8 é melhor que o 14

My lovely readers,

Sou uma despassarada que devia deixar de prometer a si mesma que passará a vir mais vezes ao blog. No entanto a falta de tempo foi devido a trabalho e esse dito cujo trabalho foi posto em dia para que pudesse fugir um pouco daqui de casa.

Não fui celebrar o São Valentim. Quer dizer, de uma certa forma até que fui, claramente, mas o objetivo não era bem esse. Para mim o dia 8 de qualquer mês é muito mais importante que o famoso dia 14 de Fevereiro. E mesmo assim não creio que tenha sido a olhar a datas, mas ao menos deixo esse ponto esclarecido. No fim de contas dei couro e cabelo para que pudesse ter um fim-de-semana descansado, ao pé do namorado, os dois a ter uma muito mais que merecida folga dos nossos respetivos quotidianos. E foi fantástico. Soube a pouco, queria tê-lo feito refém por mais uns dias antes de sermos separados por Espanha outra vez, mas aproveitámos cada minuto, descansámos e estivémos tranquilos. Estou aqui um bocado achocalhada de saudades, mas refugio-me nas boas memórias.

Também pelo mesmo devido motivo, tive direito a mimar-me um bocado. Pus-me bonita (e logo agora que depois de cortado, o shampô da Frutis Hidra Caracóis tem-me ajudado a recuperar a forma original do meu cabelo), matei saudades de nail art e entre outras coisitas. Após uma longa fase de resumos por fazer, tarefas a cumprir e decisões a tomar, tudo isto junto soube-me bem adobro. Os meus nervos atenuaram-se um pouco; o seu lugar tomado por borboletas no estômago. Sinto que já sei com mais certeza o que se passa comigo e quais são os pontos que devo corrigir ou aprender a ser melhor. Sinto-me pronta para uma nova temporada, uma que espero que tenha boas aprendizagens e surpresas agradáveis. E sem dúvida alguma, que não me permita desistir.

No entanto não deixo de corar em ter noção de algumas coisas na minha pessoa que foram negadas uma vida inteira. Parece-me que sou ainda mais atrapalhada com sentimentos do que aquilo que presumia - decididamente, dar conselhos é muito mais fácil do que ouvi-los.Daí só resultaram gargalhadas e a minha face bastante corada. E eu a pensar que era uma grande besta.

Enfim. Deixo-vos algumas fotos que tirei e um beijinho muito grande. Vou ter algum tempo de descanso portanto devo voltar brevemente. Gosto muito de vocês. ♥

Beijinhos e boa tarde,

Daniela

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Un petit a part #49

Já estamos em Fevereiro de 2017 e embora não veja grandes mudanças, noto que têm aparecido coisas novas, tendências diferentes. Já voltei a desenhar, não como antes (pudera, mal tenho tempo de me coçar) mas já com alguma frequência, tenho tido interesse em alguns desafios e até mesmo em DIYs.

São praticamente todos a ver com o telefone, porque entretanto é aquilo que mais utilizo no meu dia-a-dia, mas sempre é qualquer coisa. Despachei muita gente que me deixava o cabelo em pé com conversas fora de série e voltei a interessar-me por coisas que gosto. Quanto muito, acho que isso já é uma evolução muito boa. Os fones voltaram a ser os meus aliados e quem paga as favas é a minha bateria, mas ao menos estou a gastá-la por algum motivo que me entretenha. Já não fazia isso há muito tempo; perder tempo com hobbies em cada buraco que encontre no meu trabalho. Em parte relembra-me os velhos tempos em que fugia para o cantinho do cais das ambulâncias do Hospital Geral de Santo António e perdia lá horas a desenhar à espera de ser chamada para serviço.

Ou mesmo quando era mandada, de bicicleta, ir buscar pão e jornais para o café às sete da manhã e quando estivesse livre, voltava a passar horas pela manhã fora a apanhar sol no parque, agarrada a um caderno. A ver os esboços ganhar vida, a ter algum interesse. A criar laços com aquilo que só o lápis consegue criar.

De facto nunca fui alguém sociável. Não sou assim tão besta nem repudio ninguém, mas sempre preferi estar sozinha. A diferença foi que com o passar do tempo esqueci-me de como é que isso me fazia feliz ao achar que devia tentar adaptar-me à sociedade. Porque a escola era assim mesmo, porque seria um ambiente novo, porque ficar sozinha o resto da vida ia deixar-me miserável, diziam eles.

Balelas.

Claro que não vou andar a pregar por aí acerca do quão fantástico que é, mas sou feliz em saber quem é mesmo meu amigo e conservá-lo. Dar-lhes toda a minha merecida atenção. Sou feliz por estar em paz comigo mesma e estou mais do que contente por voltar a aprender a aceitar-me como realmente sou e a celebrá-lo sem pensar que ser assim é "errado".

I'm happy in my own little world.

 

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