Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Violet Clouds

Fuga

Voltei a casa há cerca de três dias, de umas pequenas férias no Baixo Alentejo.

Fui a tremer, com o olhar perdido pela paisagem que passava e me prometia mostrar terras novas. Ando domada pelos nervos e pela inquietação, levei horas a dizer a mim mesma que tinha de sossegar e procurar pela coragem para seguir em frente. São muitos objetivos para um só Verão que promete ser atribulado e que esconde muitas surpresas, boas ou más. Eu sei que já sou crescidinha (e não é pouco, quem me dera ser pequenina) mas há coisas na vida que requerem um aperto de mão silencioso, um sorriso singular que nos dá aquele último empurrão em direção aos nossos sonhos.

O ser humano procura por motivação, desde a hora em que dá o primeiro passo até ao fim do seu caminho, onde terá de ensinar alguém a ter coragem para caminhar pela primeira vez.

Tentei perder-me pela beleza das terras douradas de Évora. Deixei-me levar pelas águas do Guadiana na nova praia fluvial de Monsaraz, que acabo de saber que foi inaugurada a 1 de Junho deste ano. Caminhei e sorri, fugi por breves momentos para ver o céu estrelado pouco depois da meia-noite, e sabe Deus o quão sentia falta de fazer algo assim. Durante este primeiro dia, forcei-me a pôr um travão nas emoções, a consumir cada pormenor ao máximo. Quis relembrar-me das minhas bases e saber voltar a emergir sem receio, determinada.

Os restantes dois dias foram para continuar a explorar. Visitei Beja pela primeira vez e no último dia pude ver com os meus próprios olhos a Capela dos Ossos, em Évora. Retornei a casa com novas memórias e um pouco mais de esperança em mim.

Para fotos, isso fica para o próximo post (assim tenho motivo mais urgente para cá voltar! eheh) mas vos garanto que senti muita falta do meu S5. Uma pessoa habitua-se ao telemóvel para tirar fotos e estraga logo tudo. Enfim... Mas consegui tirar algumas para vos mostrar em breve! Agora são horas de continuar com o dia.

Boa tarde,

Daniela

E como vão essas limpezas?

Meus amores, consegui vir dar-vos um alô. Já se passou uma semana e meia.

Estou rodeada de caixas, livros e caixinhas. Já me resta pouco espaço e paciência. Ainda falta rever muitas dessas caixas e, espero eu, vazá-las um bocado. Livrar-me de coisas que já não fazem falta sabem muito bem, eu que o diga! Mas ainda não dei grande vazão ao quarto, o que é normal. Já sabia que ia ser demorado, foi o combinado, até.

Tenho-me sentido cansada, exausta, mas quando tenho a oportunidade de me deitar na cama sem dores de cabeça e gritos a roer-me o cérebro, e olho para o espaço extra que vai surgindo dia após dia, consigo sorrir. O quarto mudou de ares, ainda que não seja permanente. Mas também, é suposto a nossa casa levar uma arrepiadela e mudar de look de quando em vez... Certo?

Em dias que já não sei o que é certo e o que é errado é difícil discernir o que era suposto ser feito ou não. Mas em dias de descanso e de sorrisos, até acho que seria muito boa ideia inaugurar o novo espaço com LEDs (nem que seja só para experimentar ou mesmo para celebrar a coisa).

Nunca tive mudanças de mobília que me deixassem tão exausta. Aqueles em quem confio também me admitem que não era suposto ser assim. Mas já estou feliz por alguma coisa ter mudado.

Rezo a Deus que me dê forças para não cair agora nem deixar que seja esta a última vez.

 

Mudar e limpar!

Hello!

Eu não me esqueci do que foi dito em posts anteriores, I promise. Desta vez tenho um bom motivo para estar ausente. Ora portanto, não me recordo se alguma vez falei nisto, mas sempre tive um problema de logística grave em casa. Os avós são daqueles que guardam tudo e mais alguma coisa, ora porque podem vir a emagrecer, ora porque a tia ou a prima podem gostar e levar, ora porque foi oferecido por alguém importante ou ter pertencido a alguém que já faleceu. E isto inclui objetos partidos, roupa velha e vários objetos que já não estão viáveis ou atualizados.

Isto tem levado a uma grande acumulação de coisas em casa. Embora eu ande constantemente a virar as minhas gavetas do avesso para as limpar a cada três meses, é quase impossível obter mais espaço porque a maior parte da tralha não é minha. E o meu grande némesis era um certo armário, grande e escuro, tão velho que já só se segurava pela sua estrutura porque o fundo e as prateleiras já tinham caído há muito tempo. Resumindo, um dos meus objetivos para acabar com esta tendência em casa era conseguir arranjar um armário novo para poder organizar tudo e com muita sorte mandar metade para o lixo ou para alguém que lhe dê mais uso.

Com a graça do Senhor, que já devia estar farto de me ouvir lamuriar por não encontrar nenhum armário a um preço acessível, apareceu uma senhora a oferecer um armário porque tinha de desocupar a casa rapidamente.

Vocês não imaginam a alegria aqui da je a desfazer aquele armário à martelada. Agora só falta solucionar o problema do chão desnivelado e colocar a mobília nova no sítio e além de ser uma mulher feliz, sou uma mulher com o quarto organizadinho. Portanto, até já!

Talvez seja má escolha

Quanto mais prossigo com a vida, independentemente de como corra, mais pondero na minha escolha de carreira. Talvez psicologia seja má escolha para mim.

Até acredito que seja boa ouvinte e saiba encaminhar as pessoas, mas não tenho paciência. E digo isto porque se as minhas palavras forem repetidas por outra boca, já são bem aceites. Sempre soube que não tenho jeitinho nenhum para comunicar com ninguém, mas em certos pontos... É muito frustrante. É certo que só se pode ajudar quem quer ser ajudado, mas há quem abuse na coisa. Não sei se é por não ser "féxon" (como diz a minha m-M do Contos da menina Mulher) ou por ter cara de "demasiado nova", "enjoada", "alien", entre outras tantas designações que já ouvi.

A sorte é que tenho outras áreas como backup, mas no final do dia só comprovo que com tanta teimosia, talvez estivesse prestes a envereder por um caminho que a mim não me pertence.

Un petit a part #50

Faço 24 anos em exatamente sete dias (visto que já passa da meia noite) e a minha vontade de fazer uma celebração é -20. É que nem o bolo quero cortar.

Não sei se isto é sinal de que não quero mais envelhecer (e ainda nem cheguei aos 30) ou se simplesmente nunca tive a sorte de fazer uma boa festa. Mas perdi o gosto por ajuntamentos com os anos... Não gosto de ter gente presente de obriga.

Acho que se há forma de me voltar a fazer sorrir e sentir como uma pluma é se me surpreenderem a 100%. Um dia sem gritos, uma ida a algum lugar que eu goste, um sorriso sincero. Se for para uma prenda, que seja algo útil e versátil como uma luzinha para livros, que me permita ler no segredo silencioso da noite.

Bolas, que nova-adulta chata. Mas graças a Deus que não estou só nesse dia. Ainda há quem me anime no meio do escuro.

 

 

 

 

Oh, June ♥

Parece que Junho já chegou e ainda ontem estava a celebrar o ínicio do ano.

Esta semana ponderei inúmeras vezes num hiatus para aqui. Sinceramente o blog já estava em hiatus sem ser declarado, tenho a noção disso. Porém, já chega de estar parada. até tenho assuntos para falar, para investigar e que me façam correr atrás daquilo que quero. O que falta - e muito! - é mesmo a vontade, todos os dias depois de derrotas e mais derrotas.

Ter voltado à blogosfera esta semana ajudou-me com isso. Não quero espalhar a minha negatividade - para isso já basta eu ter de a gramar diariamente. É difícil transportar a boa vibe daqui para fora da tela, porque ainda existem muitas barreiras a mandar abaixo, mas há que se começar por algum lado. E certamente que não vou desistir em Junho. É o meu mês. Daqui a uns dias vou ser uma geminiana de 24 anos que precisa seriamente de pôr as pilhas no seu lado eufórico e com garra que leva sempre tanto esforço para acordar. O meu aniversário não me diz nada há muitos anos, mas tem sempre uma espécie de luzinha algures escondida, à espera que eu a destape para proclamar vitória e ser feliz sem ter medo de um tropeção de cara cheia no asfalto. Nunca se sabe!

Portanto, numa questão de boa fé, peço ao mês de Junho que faça juz à sua graça e que aguente comigo!

E para hoje tenho a pedir-vos algo novo:

Indiquem-me os vossos blogues favoritos! É claro que vou voltar a dar a volta aos vossos cantinhos todos, mas quero conhecer mais pessoas e quem melhor para tal que vocês que me aturam? Tenho muito que pôr em dia e confio em vós para tal!

 

Um beijinho muito grande,

Daniela

 

 

Qual o melhor? Essence

Okay, hoje já trago qualquer coisa que não faço há muito tempo, que é falar de produtos.

Não estou a ser patrocinada por ninguém e sinceramente, apesar de já apreciar maquilhagem (mais do que antes, se ainda se recordarem dos meus vários queixumes), o meu objetivo não é bem por vaidade mas sim para parecer um bocadinho mais viva. Enjoa-me um bocado perguntarem-me na rua se ando doente, mas podia ser pior. Eheh!

Mas hoje trago uma comparação entre dois rímeis da Essence. A modos que o primeiro acabou-se há pouco tempo e aproveitem uma promoção da Wells para trazer um novo.

20170330_153407.jpg

Honestamente fiz mal o meu trabalho de casa e não me recordo dos preços de nenhum dos dois. Recordo-me vagamente que a diferença entre eles é mínima, não sendo maior que 40 cêntimos, salvo erro. Mas como tenho o mal de ter pestanas muito curtas e que mal se vêem, quis apostar num produto diferente.

O primeiro rímel que comprei foi o Get Big! Lashes e fiquei bastante satisfeita com o resultado dele! As pestanas ganhavam volume e ficavam bonitas e visíveis sem parecer que foram pinceladas ou ficarem escancaradas. Em suma, eu fiquei muito satisfeita com ele e ficou um dos prediletos.

O mesmo não posso dizer do The False Lashes. Quando o apliquei a primeira vez fiquei bastante surpreendida, tinha uns pestanões enormes e bonitos, quase que me batiam nas lentes dos óculos. Mas vai que não vai, raio de bruxaria é esta, passados 15 minutos é como se não tivesse aplicado absolutamente nada. Mesmo que esfregue os olhos não esborrata (penso que isso seja positivo) mas nem com 3 camadas se deixa ficar. Puff! Desaparece.

"Será que na verdade não aplicaste tanta máscara como pensavas?"

Apliquei sim senhora, apesar da ilusão de não ter. E sabem porquê?

Porque, esquecida que estava, fui tomar banho e saí de lá a parecer a noiva cadáver. Ou seja, não faço a menor ideia o que é que esta máscara faz ao certo mas ela não cumpre o que promete. Conclusão: primeiro, nunca me esquecer da maquilhagem. Segundo, escolher as máscaras com mais cuidado.

... Em suma, não tenho jeitinho nenhum para fazer reviews. Mas posso desejar-vos uma boa semana e deixar aqui uma foto do que aprendi a fazer esta semana: brigadeiro!

20170401_143635.jpg

Ao menos voltei cá. Tenho mesmo saudades de me aplicar à séria ao blog, mas tenho de fazer uma coisa de cada vez. Está quase. Até lá, sejam felizes,

Daniela

 

 

As nuvens passam.

Não falo convosco por estas bandas há pouco mais de um mês com bastante tristeza minha. Visito o meu próprio blog e vou pensando, à medida que leio publicações mais antigas, o que é que vos posso trazer aqui.

Desta vez, penso eu, que as novidades já sejam algumas.

Mudei-me de livros e cadernos para outro sítio mais os pequenotes. A transição já era bastante necessária e um azar da minha vizinha do lado, que trouxe um exército de berbequins e martelos atrás de si, apressou essa troca de sala de aula. Estou num ambiente bastante mais sossegado e estou a duas divisões de fazer trocas de alunos com a tia rebelde, o que vai evitar vários telefonemas com perguntas e respostas que já nos tínhamos esquecido há muitos anos atrás.

Não faço ideia se foi um efeito secundário disto e de o ambiente ter acalmado um pouco mas durante mais ou menos uma semana, aterrava com a cabeça na almofada e deixava-me dormir em modo automático. Pouco tempo depois não tive qualquer problema em aliviar o ansiolítico passado pelo médico e agora está apenas aqui para urgências, exatamente como é necessário.

As nuvens passam, as horas correm e olho para tudo isto à procura do caminho que tenho de definir. Quem sou, o que tenho de fazer e o que quero fazer de mim.

Esta semana começa com um recomeço, uma nova lista, objetivos a alcançar. Agora é ter alguma perserverança e lutar para conseguir. Quiçá possa mesmo cá voltar com posts mais recheados e com melhor conteúdo, ou simplesmente deixar que a autora deste blog volte em força e feliz.

 

 Boa semana,

Daniela

O 8 é melhor que o 14

My lovely readers,

Sou uma despassarada que devia deixar de prometer a si mesma que passará a vir mais vezes ao blog. No entanto a falta de tempo foi devido a trabalho e esse dito cujo trabalho foi posto em dia para que pudesse fugir um pouco daqui de casa.

Não fui celebrar o São Valentim. Quer dizer, de uma certa forma até que fui, claramente, mas o objetivo não era bem esse. Para mim o dia 8 de qualquer mês é muito mais importante que o famoso dia 14 de Fevereiro. E mesmo assim não creio que tenha sido a olhar a datas, mas ao menos deixo esse ponto esclarecido. No fim de contas dei couro e cabelo para que pudesse ter um fim-de-semana descansado, ao pé do namorado, os dois a ter uma muito mais que merecida folga dos nossos respetivos quotidianos. E foi fantástico. Soube a pouco, queria tê-lo feito refém por mais uns dias antes de sermos separados por Espanha outra vez, mas aproveitámos cada minuto, descansámos e estivémos tranquilos. Estou aqui um bocado achocalhada de saudades, mas refugio-me nas boas memórias.

Também pelo mesmo devido motivo, tive direito a mimar-me um bocado. Pus-me bonita (e logo agora que depois de cortado, o shampô da Frutis Hidra Caracóis tem-me ajudado a recuperar a forma original do meu cabelo), matei saudades de nail art e entre outras coisitas. Após uma longa fase de resumos por fazer, tarefas a cumprir e decisões a tomar, tudo isto junto soube-me bem adobro. Os meus nervos atenuaram-se um pouco; o seu lugar tomado por borboletas no estômago. Sinto que já sei com mais certeza o que se passa comigo e quais são os pontos que devo corrigir ou aprender a ser melhor. Sinto-me pronta para uma nova temporada, uma que espero que tenha boas aprendizagens e surpresas agradáveis. E sem dúvida alguma, que não me permita desistir.

No entanto não deixo de corar em ter noção de algumas coisas na minha pessoa que foram negadas uma vida inteira. Parece-me que sou ainda mais atrapalhada com sentimentos do que aquilo que presumia - decididamente, dar conselhos é muito mais fácil do que ouvi-los.Daí só resultaram gargalhadas e a minha face bastante corada. E eu a pensar que era uma grande besta.

Enfim. Deixo-vos algumas fotos que tirei e um beijinho muito grande. Vou ter algum tempo de descanso portanto devo voltar brevemente. Gosto muito de vocês. ♥

Beijinhos e boa tarde,

Daniela

20170211_111935[1].jpg

20170211_142840[1].jpg

20170211_200932[1].jpg

20170212_085011[1].jpg

 

 

 

 

Un petit a part #49

Já estamos em Fevereiro de 2017 e embora não veja grandes mudanças, noto que têm aparecido coisas novas, tendências diferentes. Já voltei a desenhar, não como antes (pudera, mal tenho tempo de me coçar) mas já com alguma frequência, tenho tido interesse em alguns desafios e até mesmo em DIYs.

São praticamente todos a ver com o telefone, porque entretanto é aquilo que mais utilizo no meu dia-a-dia, mas sempre é qualquer coisa. Despachei muita gente que me deixava o cabelo em pé com conversas fora de série e voltei a interessar-me por coisas que gosto. Quanto muito, acho que isso já é uma evolução muito boa. Os fones voltaram a ser os meus aliados e quem paga as favas é a minha bateria, mas ao menos estou a gastá-la por algum motivo que me entretenha. Já não fazia isso há muito tempo; perder tempo com hobbies em cada buraco que encontre no meu trabalho. Em parte relembra-me os velhos tempos em que fugia para o cantinho do cais das ambulâncias do Hospital Geral de Santo António e perdia lá horas a desenhar à espera de ser chamada para serviço.

Ou mesmo quando era mandada, de bicicleta, ir buscar pão e jornais para o café às sete da manhã e quando estivesse livre, voltava a passar horas pela manhã fora a apanhar sol no parque, agarrada a um caderno. A ver os esboços ganhar vida, a ter algum interesse. A criar laços com aquilo que só o lápis consegue criar.

De facto nunca fui alguém sociável. Não sou assim tão besta nem repudio ninguém, mas sempre preferi estar sozinha. A diferença foi que com o passar do tempo esqueci-me de como é que isso me fazia feliz ao achar que devia tentar adaptar-me à sociedade. Porque a escola era assim mesmo, porque seria um ambiente novo, porque ficar sozinha o resto da vida ia deixar-me miserável, diziam eles.

Balelas.

Claro que não vou andar a pregar por aí acerca do quão fantástico que é, mas sou feliz em saber quem é mesmo meu amigo e conservá-lo. Dar-lhes toda a minha merecida atenção. Sou feliz por estar em paz comigo mesma e estou mais do que contente por voltar a aprender a aceitar-me como realmente sou e a celebrá-lo sem pensar que ser assim é "errado".

I'm happy in my own little world.

 

A autora

foto do autor

Light Purple Pointer
Follow on Bloglovin

Quem passou por cá ♥

Mensagens

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D