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Violet Clouds

Qual o melhor? Essence

Okay, hoje já trago qualquer coisa que não faço há muito tempo, que é falar de produtos.

Não estou a ser patrocinada por ninguém e sinceramente, apesar de já apreciar maquilhagem (mais do que antes, se ainda se recordarem dos meus vários queixumes), o meu objetivo não é bem por vaidade mas sim para parecer um bocadinho mais viva. Enjoa-me um bocado perguntarem-me na rua se ando doente, mas podia ser pior. Eheh!

Mas hoje trago uma comparação entre dois rímeis da Essence. A modos que o primeiro acabou-se há pouco tempo e aproveitem uma promoção da Wells para trazer um novo.

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Honestamente fiz mal o meu trabalho de casa e não me recordo dos preços de nenhum dos dois. Recordo-me vagamente que a diferença entre eles é mínima, não sendo maior que 40 cêntimos, salvo erro. Mas como tenho o mal de ter pestanas muito curtas e que mal se vêem, quis apostar num produto diferente.

O primeiro rímel que comprei foi o Get Big! Lashes e fiquei bastante satisfeita com o resultado dele! As pestanas ganhavam volume e ficavam bonitas e visíveis sem parecer que foram pinceladas ou ficarem escancaradas. Em suma, eu fiquei muito satisfeita com ele e ficou um dos prediletos.

O mesmo não posso dizer do The False Lashes. Quando o apliquei a primeira vez fiquei bastante surpreendida, tinha uns pestanões enormes e bonitos, quase que me batiam nas lentes dos óculos. Mas vai que não vai, raio de bruxaria é esta, passados 15 minutos é como se não tivesse aplicado absolutamente nada. Mesmo que esfregue os olhos não esborrata (penso que isso seja positivo) mas nem com 3 camadas se deixa ficar. Puff! Desaparece.

"Será que na verdade não aplicaste tanta máscara como pensavas?"

Apliquei sim senhora, apesar da ilusão de não ter. E sabem porquê?

Porque, esquecida que estava, fui tomar banho e saí de lá a parecer a noiva cadáver. Ou seja, não faço a menor ideia o que é que esta máscara faz ao certo mas ela não cumpre o que promete. Conclusão: primeiro, nunca me esquecer da maquilhagem. Segundo, escolher as máscaras com mais cuidado.

... Em suma, não tenho jeitinho nenhum para fazer reviews. Mas posso desejar-vos uma boa semana e deixar aqui uma foto do que aprendi a fazer esta semana: brigadeiro!

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Ao menos voltei cá. Tenho mesmo saudades de me aplicar à séria ao blog, mas tenho de fazer uma coisa de cada vez. Está quase. Até lá, sejam felizes,

Daniela

 

 

As nuvens passam.

Não falo convosco por estas bandas há pouco mais de um mês com bastante tristeza minha. Visito o meu próprio blog e vou pensando, à medida que leio publicações mais antigas, o que é que vos posso trazer aqui.

Desta vez, penso eu, que as novidades já sejam algumas.

Mudei-me de livros e cadernos para outro sítio mais os pequenotes. A transição já era bastante necessária e um azar da minha vizinha do lado, que trouxe um exército de berbequins e martelos atrás de si, apressou essa troca de sala de aula. Estou num ambiente bastante mais sossegado e estou a duas divisões de fazer trocas de alunos com a tia rebelde, o que vai evitar vários telefonemas com perguntas e respostas que já nos tínhamos esquecido há muitos anos atrás.

Não faço ideia se foi um efeito secundário disto e de o ambiente ter acalmado um pouco mas durante mais ou menos uma semana, aterrava com a cabeça na almofada e deixava-me dormir em modo automático. Pouco tempo depois não tive qualquer problema em aliviar o ansiolítico passado pelo médico e agora está apenas aqui para urgências, exatamente como é necessário.

As nuvens passam, as horas correm e olho para tudo isto à procura do caminho que tenho de definir. Quem sou, o que tenho de fazer e o que quero fazer de mim.

Esta semana começa com um recomeço, uma nova lista, objetivos a alcançar. Agora é ter alguma perserverança e lutar para conseguir. Quiçá possa mesmo cá voltar com posts mais recheados e com melhor conteúdo, ou simplesmente deixar que a autora deste blog volte em força e feliz.

 

 Boa semana,

Daniela

O 8 é melhor que o 14

My lovely readers,

Sou uma despassarada que devia deixar de prometer a si mesma que passará a vir mais vezes ao blog. No entanto a falta de tempo foi devido a trabalho e esse dito cujo trabalho foi posto em dia para que pudesse fugir um pouco daqui de casa.

Não fui celebrar o São Valentim. Quer dizer, de uma certa forma até que fui, claramente, mas o objetivo não era bem esse. Para mim o dia 8 de qualquer mês é muito mais importante que o famoso dia 14 de Fevereiro. E mesmo assim não creio que tenha sido a olhar a datas, mas ao menos deixo esse ponto esclarecido. No fim de contas dei couro e cabelo para que pudesse ter um fim-de-semana descansado, ao pé do namorado, os dois a ter uma muito mais que merecida folga dos nossos respetivos quotidianos. E foi fantástico. Soube a pouco, queria tê-lo feito refém por mais uns dias antes de sermos separados por Espanha outra vez, mas aproveitámos cada minuto, descansámos e estivémos tranquilos. Estou aqui um bocado achocalhada de saudades, mas refugio-me nas boas memórias.

Também pelo mesmo devido motivo, tive direito a mimar-me um bocado. Pus-me bonita (e logo agora que depois de cortado, o shampô da Frutis Hidra Caracóis tem-me ajudado a recuperar a forma original do meu cabelo), matei saudades de nail art e entre outras coisitas. Após uma longa fase de resumos por fazer, tarefas a cumprir e decisões a tomar, tudo isto junto soube-me bem adobro. Os meus nervos atenuaram-se um pouco; o seu lugar tomado por borboletas no estômago. Sinto que já sei com mais certeza o que se passa comigo e quais são os pontos que devo corrigir ou aprender a ser melhor. Sinto-me pronta para uma nova temporada, uma que espero que tenha boas aprendizagens e surpresas agradáveis. E sem dúvida alguma, que não me permita desistir.

No entanto não deixo de corar em ter noção de algumas coisas na minha pessoa que foram negadas uma vida inteira. Parece-me que sou ainda mais atrapalhada com sentimentos do que aquilo que presumia - decididamente, dar conselhos é muito mais fácil do que ouvi-los.Daí só resultaram gargalhadas e a minha face bastante corada. E eu a pensar que era uma grande besta.

Enfim. Deixo-vos algumas fotos que tirei e um beijinho muito grande. Vou ter algum tempo de descanso portanto devo voltar brevemente. Gosto muito de vocês. ♥

Beijinhos e boa tarde,

Daniela

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Constipações, trabalho e correria

Boa tarde gente! Como vai a vida por aí?

 

Parece que a tendência para estar ausente demasiados dias seguidos no blog tem persistido, mas pelo menos não é por falta de conteúdo. Por aqui a vida tem estado um pouco agitada: lidar com "dramas" da terceira idade, dar explicações aos pequenitos e por vezes sentir que estou na verdade a ser ama deles, escrever resumos noite fora para os miúdos mais velhos. É o que me é exigido e estar parada é que não pode ser, portanto é sempre a andar.

Não tenho tido muito espaço para fazer aquilo que me acalma e deixa satisfeita, mas pelo menos já me consegui desligar de muito stress virtual que me andava a seguir desde 2015 por parte de outras redes sociais (particularmente do deviantART... Quem acha que aquilo é só desenhos bonitos vai muito bem enganadinho e para espanto de muitos, as birras vêm de pessoal mais velho que eu). Ainda assim tenho pedido bastante ajuda e dicas por parte de artistas mais experientes para voltar a desenhar com mais assiduidade e praticar mais vezes. Isto de andar parada há muito tempo ou a fazer um rabisco ocasional aqui e além não ajuda nada, de todo.

Por outro lado, tenho-me rido com os meus alunos mais velhos e as suas "pancadas" da adolescência. Parece que Kizomba já não é giro e agora o que oiço sair dos fones deles é funk brasileiro, o que me questiona acerca do gosto musical dos miúdos. Algumas jovens mais velhas começaram a ouvir K-Pop (pop coreano) e têm paixonetas pelos cantores. Mas nesse aspeto não posso falar muito, porque na falta de coisas melhores para fazer comecei a jogar numa aplicação de visual novels coreana. Primeiro era o Japão a espalhar-se e agora é a Coreia do Sul? Jasus!

Uma delas já andou a pesquisar sobre a possibilidade de casar com um dos cantores, vejam bem.

 

No meio da confusão consigo sorrir e aguentar. Pode ser que em breve volte com toda a força e temas que tenho anotado à parte para falar aqui!

 

Boa tarde,

Daniela

Falhei o desafio!

Uma das minhas resoluções para 2017 era fazer o 100 happy days challenge... E ainda consegui chegar até dia 8, mais ou menos, dia 9 já foi atrasado. E calma gente, não foi por falta de tempo (como acusa a maioria dos desistentes), eu andei a tirar fotos feita louca, eu insisti no desafio de procurar o lado positivo de tudo.

Mas para alguém como eu, que leva o dia em casa (incluindo a trabalhar), acabo por ficar sem coisas para fotografar. Não digo que o desafio seja impossível, porque não é. E é extremamente gratificante.

Eu é que estou demasiado embrenhada numa rotina constante, uma que não é a que quero, sem forma de a romper.

 

"Ah, mas basta ter força de vontade, o primeiro passo para mudar de vida é querer mudar!"

 

Eu vou concordar com isso quando o segundo passo não me aprisionar tanto, magoar os que amo e ser egoísta. E quando o terceiro passo não for impossível de alcançar porque não há mesmo mais soluções a meu redor. Não sou pessoa de estar estagnada, de estar parada, mas estava a espernear tanto contra as paredes que se têm levantado que me magoo a mim e a quem está perto de mim pela impaciência de querer continuar com a vida para a frente e nem por cima ou pelos lados ou à marretada consigo passar.

Again, acredito que as coisas possam mudar e que estes desafios - seja de fotos ou de vida - não sejam impossíveis. São muito possíveis até.

Apenas não é a altura certa ainda e o desafio maior que tenho em mãos é ter paciência e não desistir. Portanto quando for finalmente a hora... Hei-de recomeçar o desafio, porque sei que sou capaz.

 

Ainda de 2016 - A tattoo

Pois é, aqui a maria Dani andava a falar muito de tatuagens isto, tatuagens aquilo, se fazia ou não, tinha que ser algo muito certo...

Acabei por fazer e por uma boa causa. Bom, não fui eu a ter o gesto nobre mas sim a magnífica Daniela Salvador, que trocou tatuagens de 5cm por bens alimentares e outros essenciais para auxiliar uma família da localidade em necessidade. Para mim continua a ser um gesto de ajuda - até porque o decidi marcar na minha pele ao invés da minha tia.

E também foi para lhe mostrar que não dói assim tanto, embora estivesse um tanto ou quanto borrada de medo mas pronto. Também pulei logo para um sítio que nunca ninguém se lembra, quando a tatuadora (linda!) me diz que na verdade até é dos sítios que dói menos. E então lá foi: combinei tudo isso com algo que adoro tanto e que de uma forma ou outra sempre marcou os meus blogs, principalmente o primeiro. Daí surgiu...

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Adorei-a, não doeu praticamente nada. Aliás, ia adormecendo na marquesa. Já tenho de a retocar porque as estrelinhas à volta já sumiram mas disseram-me que é normal; entretanto divirto-me com a reação das pessoas, principalmente as que não esperavam que eu fizesse algo assim. E fico de coração cheio quando olho para ela e sei porque a tenho. Ah... E fico sempre super feliz quando me dizem que é a minha cara!

Do dia de hoje

Ora bem.

Primeiro dia pós Natal. Ainda as festividades vão a meio e já se pensa por aqui em canjinha e chá para fazer um ligeiro detox senão não se aguenta. Ainda há sobras, mesmo que este ano tenhamos feito menos doces para "não sobrar" mas há sempre maneira de isso acontecer. Também ando com os pesos de um lado para o outro por descargo de consciência. Acho piada quando me dizem "Esquece a balança e o exercício agora" e do nada, uma Dani meio inchada e refilona exclama: "Esqueço uma ova, posso não emagrecer mas ao menos não engordo, cacete!". E daqui saem sempre caras de espanto, acompanhadas de um "Não tinha pensado nisso dessa forma" ou um "Eh... Good point".

Nem me quero lembrar que ontem foi um Natal deveras sombrio, gente. A morte do George Michael ´foi mesmo de nos apanhar a todos de surpresa por trás, recheada de ironia até à raíz. Deus o tenha em bom descanso, assim como todos aqueles que sucumbiram a esta terrível onda de massacre musical que ocorreu em 2016. Credo... Já chega, ainda faltam cinco dias para o final do ano e uma pessoa já tem medo de quem possa ainda vir a seguir.

E por fim, como se já não me tivessem perguntado há uns dias atrás, está na hora de talvez pensar em resoluções de Ano Novo - e como faço todos os anos, espero trazer-vos essas resoluções para cá uns dias antes do Reveillon. É certo que já tenho umas pensadas, e vou-me repetir um pouco, houve algumas resoluções que correram bem. Mas há uma ou duas penduradas de um ano para o outro... E para o outro... E para o próximo... Que se calhar têm mesmo de ser revistas.

Sabem, aquelas resoluções que não se concretizaram e que já se deu quinhentas voltas ao assunto. Não falo de ideias como perder peso (essa é sempre constante, hei-de lá chegar) ou de ver alguma coisa em particular (como neve no meu caso, com certeza que um dia terei mesmo essa chance), mas falo daquelas resoluções que por muito que a gente tente, tem sempre um buraco e já se tentou demasiadas vezes. Talvez seja hora de serem revistas, sim.

Talvez seja hora de pensar melhor na minha vida doutro ponto de vista e procurar perspetivas de todo o lado... E mudar o meu ponto de vista.

 

... Wow

Foi uma semana cheia, de facto. Tenho uma mão cheia de coisas boas para vos contar. E praguejar a S. Pedro por ter mandado chuva aos baldes só aos fins-de-semana. Fui ao Porto e por causa de tanta chuva não pude mostrar e rever tudo o que queria. Bem, haverão mais oportunidades claro.

Mas tem sido mesmo uma semana cheia de coisas boas. Alegra-me dizer que teve mais coisas boas que más, em contraste com o maldito verão que já acabou. Mas as coisas boas passam depressa e agora estou sozinha outra vez até ao Natal.

Acho que estou a seguir uma tendência da m-M e os seus globos de neve. Se fosse de propósito não seria tão certo, mas o meu homem tem-me trazido sempre um globozinho de neve novo quando volta de França. Já me trouxe um da Alemanha e um da Suíça. A coleção está a crescer a olhos vistos e fiquei devastada quando um deles começou a verter desalmadamente e não o consigo arranjar (chorando muito, genti... Era o meu globo mais especial...).

Mas todas essas coisas boas vão ter de ficar para amanhã. Hoje só vim mesmo dizer que estou viva e que apesar de muito ocupada com as explicações, foi uma semana feliz.

E já chorei ontem, por muito que seja contra chorar. Pode ser que amanhã vos explique porquê.

 

Mas por hoje só vos desejo boa noite.

Em pulgas!

Estou em pulgas e não quero estar. Mas com o aproximar do fim de semana é impossível conter-me. Não quero ter esperanças mas pelo amor de Deus, é difícil.

Vou a casa.

Estive lá tão perto no verão e doía olhar no horizonte e querer ir lá ter. Mas vou a casa. Vou voltar nem que seja por dois dias, mas vou voltar a ter o coração no peito. Perdoem-me as lamechices, mas nunca mais me senti completa desde que deixei de lá ir. E tenho pena de não voltar a ver alguns amigos de longa data. Pode ser que nos cruzemos. Eu espero que sim. Vejo-me a contar os dias, tal e qual como quando era miúda. Estou eufórica e não aguento. Já sei que vai chover em princípio (obrigadinha, S. Pedro...) mas... Posso não ser do Porto e arredores mas sempre me disseram que um dia de Sol ali é dia abençoado. E sempre fui no inverno, portanto raramente estava solarengo. Mas não interessa.

Vou lá estar.

E eu sei que vai ser má ideia alguns locais, dado o fim de semana ser de luto aqui por casa. Mas se fosse eu, não iria querer que os meus filhos e família chorassem. Acho que deve ser a vontade dela também.

Ai jasus. Apetece-me sorrir. Mas aqueles sorrisos grandes e rasgados. Mas ainda não é hora.

Há-de ser. =)

 

Un petit a part #48

A repetição deste número do Un petit a part tem uma boa justificação.

Tinha-vos escrito acerca de dois irmãos algures por aí a viverem vidas diferentes à nora. Nas mãos do Destino. Embora apenas tivesse quase a certeza acerca de um deles, o outro... Nem por isso. Era informação de fonte bastante duvidosa e é impossível não ficar de pé atrás. Afinal de contas era uma teatrada, como se fosse algo muito giro para uma brincadeira e no fim de contas foi apenas uma fantochada.

Podia barafustar acerca de como é que há quem perca tempo com dramas e mentiras e prolongar-me com críticas à sociedade mas a verdade é esta. Há quem viva uma mentira pegada e honestamente, não sei até que ponto é que a verdade passa a ser uma pergunta retórica para estas pessoas. A verdade é que há quem o faça e viva bem consigo mesmo e ninguém pode emendar o que não tem arranjo.

No entanto não significa que um e outro não estejam à mercê da Sorte para sobreviver.

Espero que um deles, mais velho, já seja um senhor e já tenha a sua vida estável. Talvez um dia nos cruzemos. E só desejo que o outro tenha toda a sorte no Mundo e nunca desista de sonhar. Perder a esperança nos nossos sonhos dói demais. Queremos sempre proteger a criança em nós que há muitos anos atrás pensou sobre o nosso futuro ou perguntou-se, ainda que por meros segundos, como iríamos ser agora. O que faríamos. O que seríamos. Quais dos nossos sonhos já teríamos concretizado.

Agora que penso nisso acho que nunca fui exigente com os meus sonhos. Nunca sonhei muito alto, ainda que isso seja subjetivo. Ainda que há bem pouco tempo me tenha apercebido de que sonhar dói bastante, mas ainda tenho fé de poder voltar a sonhar um dia sem medo.

Espero que para eles corra tudo bem. Espero que tenham força para concretizarem os seus sonhos e acima de tudo, coragem. Aquela que já pensei de não ter.

Talvez os nossos destinos se cruzem um dia.

Talvez um dia nos encontremos (ou reencontremos) sem rancôr ou mágoa. No meio disto tudo, somos inocentes.

Portanto a vós leitores perdão pelo desaparecimento do post. Voltou a ser atualizado. Mantenho no entanto, este parágrafo:

Quanto muito, desejo o que para mim é essencial: que tenham sorte na vida e que sigam sempre o caminho certo. E que quando isso não aconteça, que aprendam com os erros e sigam sempre em frente de cabeça erguida e sorriso no rosto. Que tenham força para continuar e que não tenham medo de chorar, que corram atrás do que os cativa e que concretizem todos os seus sonhos. Que sejam honestos e gentis.

E que sempre que se sintam sozinhos, que existe alguém no mundo com toda a certeza que sabe do que eles são capazes.

 

 

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