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Violet Clouds

Feliz Natal!

A todos vós que por aqui passam, desejo-vos um Feliz Natal! Recheado de coisinhas boas, amor, saúde, paz e felicidade. Cá por casa as prendas já se abriram. Mas a consoada foi diferente. Em família, de certa forma.

Lembrei-me um pouco do quão bem sabe uma noite de Natal mais agitada com risos e alegria, a recordar o bom passado e a apreciar o presente. Não tive todos os que queria em meu redor, mas estive lá bem perto. Tinha a ideia de que me faltava qualquer coisa este ano no Natal e senti a vibe natalícia a ir pelo cano até subir ao terceiro andar com um bolo de aniversário e ser recebida com alegria.

Acho que seria felicíssima se nevasse hoje, na terra onde raramente neva. Mas já me dou por feliz no aconchego dos lençóis.

 

Obrigada.

Happy (belated) birthday to me ♥

Atrasei-me com o post sobre o meu próprio aniversário. De facto isto de estudar confunde-me os horários todos. Ainda assim venho muito a tempo de o fazer... Ou assim o espero.

Como todos os anos, posso dizer que o celebrei em dois dias - assim como o meu amigo de berçário, que nasceu um dia antes de mim e que toda a vida me acompanhou. A dia 13 celebrou-se o dia dele. A dia 14 celebrou-se o meu. Mas já no sábado se planeava em como me pôr a beber à meia noite, como no domingo se comentava os primeiros minutos do rapaz. É sempre engraçado, é sempre pegado.

Mas este ano foi diferente.

As prendas não foram tão diversas, focando-se 90% em vestuário. Precisava-o. Claro que tenho roupa, mas não sou das que pode renová-lo a cada época de saldos. E a necessidade para algo digno de uma entrevista de trabalho ou sem remendos já era muito grande. Acho que pela primeira vez me senti bem em comprar roupa numa loja; apesar da C&A ter roupa de tamanhos grandes, não precisei de ir a essa secção. Pela primeira vez os números correspondiam à realidade e as primeiras escolhas cabiam quase sempre, ou caso não o fosse, havia números maiores (ainda fora da secção de plus size). Deduzi que a dieta estava finalmente a dar frutos, após três semanas. E pela primeira vez estava a escolher peças com as quais me identificava, ao invés de padrões estranhos como os que a avó escolhia na minha adolescência. Às bolinhas ou às cornucópias. Quase sempre roupa preta e cinzenta para fazer um luto imposto ou que ela também pudesse vestir. E uma das peças foi especial.

A Dani vestiu pela primeira vez uma saia. Quer dizer, já vesti em mais jovem, mas não nestas circunstâncias. Não foi uma saia qualquer. Não era daquelas pretas sem pregas como as que as senhoras velhotas usam, nem de ganga, escolhidas dentro dos mesmos parâmetros descritos acima para as blusas. É branca, é fluída e é comprida. Dei por mim no fim do dia, a caminho da festa de aniversário do meu amigo, a brincar com as bainhas da saia pelos dedos dos pés, como uma criança. E apesar da minha largura, sentia-me bem. Sentia-me bem de corpo, de espírito, em todo. A última vez que me senti tão divertida com uma saia foi entre os 12 e os 14 anos, quando comprei uma curta rodada, também muito gira. A dieta, por consequência, acabou por me reeducar na alimentação e desintoxicar. E o exercício físico tem-se refletido na resistência, na elasticidade e até na sensação não tão boa de ter as pernas rijas como rochas.

Nessa mesma noite também me estreei no convívio noturno. Pela primeira vez saí a um sábado à noite. Ríamos em grupo na rua e não me senti deslocada do grupo, mesmo com gente acabadinha de conhecer. Fugíamos da chuva e não me pareceu estranho ou embaraçoso. Estreei-me nos shots (!!!) e achei graça por ser a única a não me queixar de ardor no estômago. Rimos, a meia-noite chegou, fui bombardeada de mensagens e carinho. O retorno a casa foi marcado pela chuva que apesar de fria, foi bem-vinda. Olhei pela janela do carro e refleti sobre tudo. Dei por mim a sorrir.

O meu 22º aniversário prolongou-se até ao final de Domingo com mais chuva, gargalhadas numa festa pacata e a molenguice que se apressa a chegar depois de um almoço de fim-de-semana. Houve quem dormisse e não me importei. Notei que estavam todos relaxados e divertidos. E apesar de uma controvérsia ou outra, o dia acabou comigo a sentir-me recarregada e motivada. A dieta ficou na pausa mas não havia problema, era um dia especial. E ninguém que não fosse bem recebido o interrompeu. E agora, até à próxima Segunda-Feira, vai ser só trabalhar no duro.

Afinal, aquele feeling de que algo bom me esperava este ano estava mais do que certo.

 

Daniela

 

Há um sentimento no ar...

... Um que me faz ansiar pelo Verão.

É estranho. Há muitos anos que não sinto vontade para que o Verão chegue mais rápido e com muita honestidade, nem tenho planos para este Verão. Sinto saudades das festas municipais, apesar de já não serem aquilo que eram antigamente. Nem faço a menor ideia do que irá acontecer - dada a onda de azar que me persegue. Este ano só terei a Eurovisão como companheira de estudo para os exames (para os quais estou a ganhar outra vez mais motivação). Também não espero por nada de especial para o meu aniversário, que é daqui a um mês e três dias. Em suma, não tenho nada planeado, tal como nos outros anos. Mas... Há este sentimento no ar, que em vez do Natal, anseie pelos dias quentes. Pela possibilidade de ir a praia, de voltar a procurar emprego.

Talvez... Seja um Verão melhor do que os anteriores. Vem verão, por favor não me desiludas.

Boa tarde,

Daniela

Actualização... E um desabafo.

... Mas não estou recomendável, ainda.

A todos vós, peço perdão pela ausência... Mais uma vez. Gosto por norma de, quando me ausento seja de onde for, avisar com antecedência ou mesmo colocar o devido cantinho em Hiatus, ou o famoso "volto já" de alguns dias ou semanas. Mas como puderam talvez antecipar pelo post anterior - já eliminado - as coisas não andam tragáveis de todo. E como reparei que tinha rebentado pelo lado errado... Cá estou eu.

Já não são as explicações e os miúdos que me tomam o tempo - até me têm ajudado na abstração dos problemas. Mas ser confrontada, mais uma vez, com situações do foro familiar afectaram-me. Recordo-me de em Março de 2014, salvo seja, ter-vos escrito o quão confusa estava após saber da existência de uma futura irmã, ligada a mim por um pai... Que nunca foi, nem sabe ser pai. Lembro-me de andar três dias desnorteada e calada até me terem encostado à parede e me forçarem a deitar cá para fora o que sentia - raiva, frustração, desilusão, desgosto. Iria nascer uma criança sem pai, com dramas da família paterna até à raíz do cabelo, com stress pelo caminho. Estava para nascer outra "eu", pronta a calçar um dos meus sapatos e a sofrer os calos que essas características lhe iriam trazer.

Até que por aventuras e desventuras, sete meses depois, é a mãe da criança que me força a escolher entre ELA (ela própria, não a menina) e a minha família materna. A que me defendeu com unhas e dentes perante os dramas acima mencionados, a que me calçou, vestiu e alimentou, a que me tratou e a que me educou, a quem devo o meu ser. E isto depois de vários avisos para não provocar mais... E após dita confirmação de que ela além de embriagada, não estava a respeitar o nosso horário de trabalho (que é à noite - após as explicações, preparar a matéria e os resumos para o dia a seguir) e muito menos respeitar um "Agora não te atendo nem a ti nem ao Papa. Estou a trabalhar. Mais logo". Parece-me óbvio que depois de um dia com crianças em casa, um bebé por tomar conta enquanto a mãe tratava de assuntos vários e após ter sido enervada decide embriagar-se num café da zona, o carro que avaria a meio do caminho e muitos mais problemas de stress, que ser interrompida a meio do trabalho faz rebentar a paciência de qualquer um, quanto mais a alguém com problemas de tiróide - e que já de si nem se devia enervar.

Não, nem isso foi respeitado, ouviu o que não gostou. E daí querer que eu escolhesse entre os erros dela e a minha família.

E por evidentemente escolher a minha família - a minha verdadeira família e quem detém a razão, apesar da forma como ela foi exposta (por gritos... ninguém perde a paciência e fala baixinho) - forcei-me a sair da vida da criança. A que apenas olha e não sabe ainda do que se trata. A inocente que, espero eu, vir ter comigo e procurar as respostas que apenas EU tenho em posse quando crescer. As dúvidas sobre o pai, sobre a família dramática, sobre o meu afastamento. Depois de Março de 2014 a preparar-me para a ajudar, para estar do lado dela, para a proteger daquele que de nós nunca quis nem quererá saber e para o enfrentar, fui forçada a abandonar o barco. Depois de me acostumar ao nome, ao rosto, às manhas e aos sorrisos. E desde então, tenho sido difamada - assim como a minha família - pelas redes sociais por parte da senhora.

Daí a minha falta de paciência, a minha ausência, a minha confusão. Não é de todo fácil afastarmo-nos de alguém de sangue que ao princípio nos deixou em choque e sem saber o que fazer. Mas nunca, jamais, virarei as costas àqueles que me ajudaram a crescer e fizeram de mim a mulher que sou. Saberei, de longe, observá-la e protegê-la, se assim for necessário. Saberei esperar, apesar de já ter pensado várias vezes em esquecer o assunto.

Saberei entrar de volta no cenário desde o momento em que ela esteja em perigo - que é constante dentro do seio familiar dela. Mas enquanto estiver tudo bem, eu ficarei apenas à espera que ela cresça e me procure. Irei ouvir cada pergunta, cada palavra, cada pressuposição ou cada mentira que lhe seja incutida. E irei estar lá, com tudo em mão, para lhe provar do que é certo ou do que é errado e dizer que não, não a abandonei. Apenas tive de me afastar e ficar nas sombras.

 

Desculpa, pequena, por estares a pagar pelos erros do nosso pai. Desculpa por não estar presente. Desculpa, mas não posso ir contra quem tem a razão e acima de tudo, quem me salvou a vida de estar nos teus dois sapatos.

Infelizmente, um dia, irás compreender.

A todos vós peço perdão e vou tentar voltar à blogosfera o mais prontamente possível. Tenho saudades vossas. Aqui eu tenho amigos.

Boa tarde,

Daniela

Un petit a part #32

Vamos lá a ver se me faço entender.

Sou considerada digital artist, sei umas manhas, faço marcas d'água nos desenhos (e por acaso tenho de trabalhar num logotipo para tal... Assim como para o blog). Já consigo personalizar o meu blog de uma ponta à outra - só tenho é um péssimo gosto em conjugar cores e nunca sei o que quero para mim.

 

Mas em... Quase dez anos de andar pelo mundo da informática, eu não sei fazer uma montagem de fotografias. Sabem, agarrar num punhado de fotos e juntá-las, formá-las numa só foto. Antigamente até nos telemóveis se fazia isso. E dava-me um jeitaço assim daqueles 'do catano' saber fazer uma montagem para vos falar sobre as festividades e não publicar posts de 50 metros, mesmo que os abrevie. Gostava que o blog ficasse mais organizado nesse aspecto.

 

... Quem me quer ensinar a fazer montagem de imagens? Pretty please? Já vos amo, mas ia amar-vos muito mais!

 

 

 

Primeiro Post de 2015!

E o primeiro post de 2015!

Feliz Ano Novo minha gente! Espero que tenha sido bom, com muitas coisas boas, muita diversão e carinho - aos que beberam, espero que a ressaca não seja muito grande! - e ... Enfim!

Não disse nada a quase ninguém de um ano para o outro. Já sei que as linhas estão, à prior, sempre bloqueadas. Até preparei uma SMS bonita e não a enviei. Olhei para o telemóvel e achei que desta vez ia divertir-me. Surgiu até uma tentativa da minha meia-noite ser estragada e neguei-a com todos os meus dentes. Não deixei passar mais negatividade. Desta vez ia brincar, comer e beber, jogar, contar as passas e pedir os desenhos. E pela primeira vez, não passei num papel os meus objectivos para 2015.

Não quis. Tenho muitos que se instalaram nos confins de 2014. Alguns de amor, outros de vitórias a alcançar. Mas este ano não me esqueci que há sempre imprevistos. Que há sempre um ou outro destes 365 dias que se vai virar contra nós e vamos ficar sem resposta. Portanto assim seja.

Eu tenho os meus objectivos. E agora venham daí esses imprevistos, que vou enfrentá-los de frente. Vou porque quero. Porque tenho de ser mais forte. Porque tenho de conseguir enfrentá-los.

A todos vós, um feliz ano. Que este primeiro dia de 2015 esteja a ser bom e que os próximos 364 sejam ainda melhores.

Boa noite,

Daniela

 

 

 

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