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Violet Clouds

De volta às origens com a Nokia

Olá a todos! Espero que estejam a ter um bom fim de semana!

Falei de algumas novidades há uns dias e já tinha saudades de fazer um post do género, portanto adiante. A minha telha morreu há uns dias, o dito cujo que esteve hibernado quatro meses e depois decidiu ressuscitar até morrer de vez (e a ver vamos se un dia destes não o tento ligar e decide voltar à vida). Ainda tentei usar durante alguns dias um Alcatel Pop C7, mas mesmo sem usar muitas aplicações, o bicho estava muito lento, então tive de mandar o mealheiro abaixo.

(sim, sou menina de mealheiros, porquinho e tudo)

Como sou muito afortunada com smartphones (not) andei a procurar com bastante caução, a ter sempre em conta os preços, especificações, as coisas chatas da hora de se comprar um smartphone. Para filtrar a pesquisa cortei logo metade das opções: Samsung nem pensar (já chega), Huawei nem vê-lo, Iphone não obrigada, e lá reduzi as escolhas muito rapidamente. Como andam estes telefones hoje em dia, também decidi que não queria nada muito XPTO e recuso-me a pés juntos gastar mais de 200€ (e já estava a esticar bastante) num telemóvel. Visto que avariam sistematicamente com bugs de série, não gosto de desafiar a minha sorte desta maneira.

Toda esta palheta também deu azo a mais uma situação caricata da Worten, que tão cedo não me vê os dentes, depois de me estarem a tentar vender um aparelho bem mais caro daquele que eu estava a ver (que estava em promoção nesse dia) e com pelo menos metade da performance. A dita frase do costume foi "então mas não quer um telemóvel só para ir às redes sociais?". Meu caro, um smartphone dá para muita coisa, e nem sou muito fã do Facebic*.

Decidi encerrar a procura e fui diretamente à Vodafone, onde me apontaram para a lenda, o Nokia 5. Adquiri-o muito a receio, porque ainda é recente na bolsa dos Android, ainda tive de o levar umas quantas vezes à loja por um problema de SMS, penso que esteja resolvido. E espero mesmo que esteja, porque estou a adorar o telemóvel.

instasize_171118164948.png

Além de me fazer voltar atrás no tempo e de ser um produto bastante inovador, tive um descontão enorme na Vodafone e só paguei 110€, que me ficou bem mais barato do que eu alguma fez pensei. É rápido, tem boa câmara e boa memória, não tem aplicações extra que vêm noutros telefones (o que o faz ser bastante personalizável). E é bonito. E já não ando a rogar pragas ao telemóvel anterior por não conseguir mandar mensagens a ninguém.

E no meio de compras e de outros projetos que vos falarei noutro post, personalizei a capa com umas letras em dourado:

IMG_20171118_145731(1).jpg

Isto não é nenhum patrocínio, estou genuinamente feliz por voltar a ter um Nokia nas mãos. Acho que com a minha idade não sou a única a ter saudades da qualidade que este equipamento tinha. E espero sinceramente que dure bastante tempo!

IMG_20171118_145813.jpg

Em breve volto com mais novidades. Há que deixar o melhor para o fim.

Boa tarde,

Daniela

 

 

Às voltas

Há quem diga que a vida dá muitas voltas.

A minha está a dar tantas voltas quanto uma máquina de lavar roupa a 1200 rotações (naquela fase em que temos impressão que o aparelho está prestes a levantar vôo). Às vezes tenho de me sentar cinco minutos, nem que seja na casa-de-banho, só para respirar fundo e voltar a pôr a cabeça no lugar. Tem sido explicações de segunda a sexta, tem sido café no fim de semana, tem sido apontamentos a torto e a direito e agora um projeto novo.

Perdi-me no sábado e na segunda-feira dentro de uma papelaria enorme perto de casa, entusiasmada com as compras e com o seu propósito. Levei lá quarenta minutos da última vez a correr os corredores todos. A rir-me com coisas antigas, a imaginar projetos futuros com coisas novas, a pensar na figurinha que a minha versão de oito anos faria dentro daquele estabelecimento. Havia quem se perdesse com Barbies, eu perdia-me com as canetas e lápis de côr.

E tenho passado os dias numa casa nova. Foi algo muito súbito, mas precisava de um ambiente sossegado para conciliar tudo isto. Cuidar da casa, deixar sempre tudo pronto e acordar sem as vizinhas aos berros.

Têm sido semanas turbulentas, mas com promessas de boas notícias a caminho, espero. Quem sabe. E tenho muitas saudades de vos mostrar o que se faz por aqui. Já há novidades novas. Muitas, mesmo.

Que tal um post a mostrar o que há de novo?

Boa tarde,

Daniela

 

Bússola

Para mim o ano letivo dos mais novos já arrancou.

Em certos e determinados pontos mencionados à minha pessoa nas últimas semanas de Setembro, sinto-me obrigada a concordar com alguns zunzuns do tão famoso "eu avisei". Mas ao menos este conforta-me o coração e dá-me algum orgulho. Neste caso em específico, foi-me apontado que por muito enclausurada que a minha pessoa seja, eu gosto de ver as coisas crescer, de contribuir para a sua evolução. E essa tendência cai também para as pessoas.

Gosto de os ver crescer. Saber que não há muito tempo eram pré-adolescentes mimados e alguns até birrentos, outros muito sossegados e cada um único à sua maneira. E agora deram o grande "pulo" da adolescência e já são gente quase grande. Se olhar para a minha Joana já me faz procurar por rugas e cabelos brancos, para os meus pequenos então pior ainda.

Em certos e determinados pontos mencionados à minha pessoa ao longo da minha vida, eu até nem me importo de ouvir o tão famoso "eu avisei". E se isso for a minha bússola, então há que começar a seguir pelo caminho que me indica.

 

Baby steps to somewhere.

Não tem sido fácil vir aqui.

Sinceramente nada tem sido fácil desde a semana passada. Não estou sozinha nisto, é um facto, mas se tenho meia hora por dia para descansar a cabeça é muito. Tenho ido para outro lugar dar algum descanso à minha tia porque estar em casa é demasiado mau. Acho que nem vou prolongar-me por aí.

Até lá espero por um e-mail que não me dá esperança nenhuma - nem sei para que vai haver uma segunda fase, não creio que ninguém vá sair dali. Já estou a começar uma turma de explicações nova, com segredos a meio. Tento rir-me para toda a gente, tento deixar as bocas e a "pena" passar-me ao lado mas ao final do dia cai toda a tristeza e a vergonha sobre mim. Eu já chego ao cúmulo de não compreender o porquê de me sentir envergonhada. Nesse departamento nem fui eu que criei o problema, não fui eu que espalhei a palavra. Não devia ser eu a frontend disto.

O gostoso do IEFP - not - também me espantou muito - muito not - por não terem nada para mim. Falam falam, que têm soluções, têm tudo, e vou lá eu meio desesperada e dizem-me que com o meu perfil nem sabem o que fazer. Se não andasse tão feita barata tonta, juro que ia a Setúbal.

No fundo, eu não sei já que fazer. Existem algumas luzes que piscam como se estivessem prestes a fundir-se, as quais observo sem saber se as deva proteger ou não. Lutar e proteger por sonhos não me tem levado a muitos sítios. E se for o negativismo a falar é nestas alturas que eu peço à vida que me mostre o contrário. Que me mostre que ao lutar temos o que queremos. Que sonhamos e temos de pôr o sonho em prática. Que quem procura alcança. Mas escusa de ser à besta, porque nem assim lá vai.

Há coisas que não compreendo. Talvez a felicidade tenha mesmo de ser vivida em segredo. Talvez tudo na vida tenha de ser planeado em segredo. Por agora a única coisa que entendo é que os dias continuam e eu não tenho outro remédio senão andar para a frente por uma estrada que não me mostra nem aponta para onde vou.

Talvez porque nem eu saiba já para onde deva ir.

 

Un petit a part #53

Note to self:

Não faças planos. Já sabias disso, que não se devem fazer planos seja de que forma for, a longo ou a curto prazo. Portanto não planeies de todo. Deixa a tentação de fechar os olhos e imaginar todo o resultado a partir de cada ação ficar apenas como isso mesmo, como algo a não mexer. Que os sonhos sejam só sonhos.

Por vezes o prazer de abrir as asas e voar por todo um céu de ideias e possibilidades não é mais forte do que a queda que se dá quando acreditamos mesmo nelas e a vida te faz aterrar à força. às vezes o receio que nós temos pouco antes de nos darmos a esse luxo, aquele de sonhar, era o melhor conselho que alguma vez devíamos ter conseguido.

Portanto vive o presente. O pouco que se aproveita de cada dia, já como o fazias. Assim nada te surpreende nem tão pouco te magoa. Aprecia cada momento, abraça cada segundo e não esperes pelo futuro para ser feliz.

Sê feliz agora.

 

 

Do blog.

Anda-se por estas bandas a cozinhar qualquer coisa para o blog, é verdade.

É hora de mais uma viravolta em todo o cantinho e de fazer limpezas outonais. Ver todo o meu percurso como blogger outra vez é qualquer coisa de entusiasmante: o nosso crescimento como seres humanos e como escritores. Tentei tirar o máximo de publicações que no fim de contas se tornaram desnecessárias e fora de contexto, deixei ficar algumas outras que valiam a pena. Recordei bons e maus momentos e reli as minhas próprias palavras como se fossem cartas futuras para o eu de hoje. Quiçá me ajude em mais uns dias de espera, que para minha infelicidade se tornaram rotina este mês. Mas 2017 tem sido um ano de mudanças e de coisas boas. Tenho esperança que haja algo bom guardado para mim também. E é nesse espírito positivo que em breve estarão sem dúvida alguma novidades novas por aqui.

Apenas gostaria de deixar uma dica a todos vós que lêem e também gostam de adornar os vossos blogues: muita atenção a que site retiram as vossas imagens. Por muitos anos retirei imagens do We Heart It e para meu desgosto, muitos dos posts mais antigos, até mais ou menos meados de 2015, desapareceram. Se querem que os vossos posts continuem com as mesmas imagens e também as retiram daí, sugiro a que também façam uma revisão ou que simplesmente tenham cuidado. Eu pessoalmente fiquei bastante triste com alguns posts cujas imagens eram perfeitas para o tema e agora nem sinal delas.

Enfim. Nunca mais é quinta-feira.

 

Boa tarde,

Daniela

Bem vindo, Setembro!

Eu tinha dito há algum tempo que ia deixar de fazer este tipo de posts mas a verdade é que já andava doida para ver o fnal de Agosto.

Não que tenha sido tão arrastado como costume, mas estes últimos dias passaram a passo de caracol. É provável que seja fruto da minha ansiedade, mas é diferente. Há uma esperança nova, uma atitude mais vincada. Cá no fundo acho que as coisas vão ser diferentes; as pessoas dizem-me que vai ser diferente. Portanto acho (e espero, muito sinceramente) em não cair num erro crasso ao dar as boas vindas ao novo mês na esperança de virar uma página nova na minha vida.

Portanto, o que espero eu de Setembro?

Primeiro lugar, e muito importante, espero não cair de cabeça pela ravina abaixo. Se fôssemos ilustrar a minha consciência com o típico tema do anjinho e do demónio, iríamos ver um consílio dos deuses dentro desta cuca teimosa. Uns de um lado a combater o pessimismo do outro e talvez um grupo mais a leste de quem só quer cinco minutos de silêncio, panelas a voar, todo um cenário ao estilo ACME. E logo a seguir a isso estar assegurado, espero muito poder mudar de ares. Já basta eu ter a noção de que me vou sentir uma "cota" na faculdade (embora saiba que há lá imensa gente da minha idade ou até mais velhos, I know, I know) mas pachorra para muita coisa, eu já sei que vai faltar. Mas espero poder conviver um pouco mais e sei lá, dar um up novo ao meu ano.

Até agora, 2017 não me tem falhado. Quiçá continue assim.

Ah. E por último, quero muito voltar ao ambiente outonal. É a minha estação do ano preferida e nem é pelo dito cujo sweater weather (cá com os meus botões, isso é mais lá perto do Natal). Já tive alguma praia, gostava de ainda lá ir mais uma vez este ano mas se não puder ser também não fico triste. O que importa é que Setembro comece com a força toda e que se mantenha assim, revigorante e cheio de surpresas boas.

 

E vós, o que esperam deste mês?

Boa tarde,

Daniela

 

Já em modo de espera + Tipo de blogger?

Boa tarde a todos! Espero que o mês de Agosto esteja a correr bem e que quem teve ou ainda está de férias esteja bem feliz!

Já devia ter publicado antes mas nem tenho tido tempo entre escrever, editar e publicar (sim, isto anda apertado). Mas agora já aqui estou. Na altura devia dizer-vos que já estava quase tudo despachado e por agora já posso afirmar que está tudo pronto. Candidaturas feitas, rezas de cor, já não está nas minhas mãos. Agora é esperar por meados de Setembro - nunca achei que o tempo andasse tão devagar em Agosto. Torna-se ridículo, até. Mas com paciência há-de chegar a hora e com boas notícias, espero eu.

Tais notícias podem mesmo vir a mudar o rumo aqui no blog. E entre muitas horas de pensamentos e suspiros, deparei-me com uma dúvida meio que existencial. Não faço a mínima ideia de que tipo de blogger sou. Sempre tive a ideia de pertencer à area do quotidiano/dia-a-dia (talvez ao lifestyle?) mas agora que esse ponto é mesmo importante... Surge a dúvida. Mas creio que isso está mais nas vossas mãos, que lêem e comentam, do que nas minhas.

 

E vocês, que tipo de blogger são? Onde me enquadrariam?

Boa tarde,

Daniela

Un petit a part #52

Digam-me que eu não sou a única a ter um nervoso miudinho, meio que a evoluir para um ataque cardíaco, quando estou ao telefone com algum serviço importante ou alguém desconhecido.

É meio constrangedor quando preciso de contactar alguém para esclarecer uma dúvida ou para solicitar algum serviço e, em milésimos de segundos, o meu tom de voz muda, as palavras tremem e perco a postura como se tivesse doze anos outra vez. Eu sei que ninguém me vai morder do outro lado do telefone mas enfim! E o mesmo se passa quando vou seja onde for em pessoa.

Não deixo de fazer o que tenho a fazer por causa disto mas fico com a sensação que as pessoas do lado de lá ficam com ideia de que sou uma idiota, chucra. No meio disto tudo eu prezo quem trabalha com telefones. Gente com coragem! Será que eu simplesmente tenho pré-designado no cérebro que os telefones têm dentes..?

 

 

Fuga

Voltei a casa há cerca de três dias, de umas pequenas férias no Baixo Alentejo.

Fui a tremer, com o olhar perdido pela paisagem que passava e me prometia mostrar terras novas. Ando domada pelos nervos e pela inquietação, levei horas a dizer a mim mesma que tinha de sossegar e procurar pela coragem para seguir em frente. São muitos objetivos para um só Verão que promete ser atribulado e que esconde muitas surpresas, boas ou más. Eu sei que já sou crescidinha (e não é pouco, quem me dera ser pequenina) mas há coisas na vida que requerem um aperto de mão silencioso, um sorriso singular que nos dá aquele último empurrão em direção aos nossos sonhos.

O ser humano procura por motivação, desde a hora em que dá o primeiro passo até ao fim do seu caminho, onde terá de ensinar alguém a ter coragem para caminhar pela primeira vez.

Tentei perder-me pela beleza das terras douradas de Évora. Deixei-me levar pelas águas do Guadiana na nova praia fluvial de Monsaraz, que acabo de saber que foi inaugurada a 1 de Junho deste ano. Caminhei e sorri, fugi por breves momentos para ver o céu estrelado pouco depois da meia-noite, e sabe Deus o quão sentia falta de fazer algo assim. Durante este primeiro dia, forcei-me a pôr um travão nas emoções, a consumir cada pormenor ao máximo. Quis relembrar-me das minhas bases e saber voltar a emergir sem receio, determinada.

Os restantes dois dias foram para continuar a explorar. Visitei Beja pela primeira vez e no último dia pude ver com os meus próprios olhos a Capela dos Ossos, em Évora. Retornei a casa com novas memórias e um pouco mais de esperança em mim.

Para fotos, isso fica para o próximo post (assim tenho motivo mais urgente para cá voltar! eheh) mas vos garanto que senti muita falta do meu S5. Uma pessoa habitua-se ao telemóvel para tirar fotos e estraga logo tudo. Enfim... Mas consegui tirar algumas para vos mostrar em breve! Agora são horas de continuar com o dia.

Boa tarde,

Daniela

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