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Violet Clouds

Feliz 2018

Vem atrasado mas com boas intenções! Espero que 2018 vos traga tudo de bom e tudo aquilo que mais desejam em torno daqueles que mais amam!

 

Penso que vou já tarde para vos falar acerca das famosas resoluções de ano novo. No entanto, elas haverão de cá vir parar nem que seja noutro contexto qualquer. Ouvi dizer que 2018 ia ser o ano da mudança. O ano em que todos nós íamos virar o jogo, que íriamos ter força para nos levantar e determinar o nosso destino.

Até agora o ano 2018 tem-se querido tornar no pior ano da minha vida, e nunca achei que conseguiriam destronar 2016. Daí o meu atraso e daí vem, infelizmente, o anúncio de que este blog estará em hiatus pelo menos, e se Deus quiser e deixar, até Fevereiro, por motivos familiares e pessoais. Começo o ano de 2018 com coisas "boas", sempre uma por dia.

A minha Lucky tem de proceder a uma mastectomia, porque desenvolveu carcinoma mamário de grau II.

Um dos meus familiares teve uma trombose na sexta-feira. Graças a Deus que foi socorrida a tempo, mas agora está em estado de vigilância.

Há problemas em ambos os meus postos de trabalho: vão de pessoas desonestas até a encontrar falcatruas ilógicas efetuadas pelos donos anteriores em tudo o que é buraco.

O ecrã do meu computador partiu-se por causa... De frio! Ainda estou para entender esta...

E só porque nem isto, nem tudo o resto que escuso de mencionar, possa ser já que chegue, parti um dente sabe-se lá com o quê. Vai de anti-inflamatórios para cima para que o possa remover.

 

Se tenho de vos contar isto tudo? Claro que não. Mas assim ao menos denoto o quão sinistro e o quão grave está a começar o ano e no futuro espero poder celebrar o fim feliz de tudo isto. E se alguém tiver boas dicas que me dê, agradeço imenso. Já pensei em enfiar-me numa pia batismal de cabeça para ver se este despejo de azar se vai embora.

Acerca do Pai Natal Secreto, devido a tudo isto, demorarei um pouco a ir aos CTT, mas eles que me esperem, porque fazerem-me pagar uma encomenda expresso, sempre por causa da greve, para depois a coitada da rapariga não a poder lá levantar, ai ouvem ouvem. Mas ela há-de recebê-la sem problemas, espero eu. ♥

 

Pode ser que para o regresso do blog traga algo novo. Pode ser que no regresso possa respirar de alívio. Perdoem-me o testamento e a ausência mas não está mesmo nada fácil.

Beijinhos,

Daniela

Ser o Grinch ou não ser?

Eis a questão.

Acho que se qualquer versão passada de mim tivesse a chance de viajar até 2017 e lesse uma coisa destas, comia um ensaio de chapadas. Nunca me passaria na cabeça de alguma vez colocar o meu espírito natalício em questão. Eu, que sempre contei os dias até à véspera de Natal e procurei oferecer prendas que, em vez do valor monetário, tivessem muito mais valor simbólico. Que sempre andei empolgada para fazer a árvore de Natal e que fugia da mesa da Consoada para estar sossegada ao pé das luzes do pinheirinho, no escuro da noite. Ao menos tranquilizar-me-ia ao afirmar que este change of heart não proveio do consumismo. Sempre fui contra isso, sempre serei.

Mas antes de entrarem em pânico - euzinha do passado, euzinha do futuro e leitores que achem isto muito estranho - estou a tentar lutar contra esta "dor". Aquilo que de momento me obriga a questionar o meu amor pela época natalícia é algo muito mais pessoal e profundo. Mesmo assim tem sido uma luta constante para ter a certeza que não estrago o Natal a ninguém. Continuo a plantar a magia do Natal e a incentivar a escreverem cartas ao S. Nicolau sem qualquer hesitação, a olharem sempre ao próximo em vez do próprio umbigo. Apenas não me peçam para ser eu a escrever-lhe.

Em vez de prendas, ia pedir respostas. Respostas essas que sei que vou encontrando à medida que me tento levantar do chão e reencontrar a minha fé. Lembram-se de ter falado num post anterior que estava noutra casinha? Pois é, ainda se mantém. Não é uma mudança permanente, mas é um espacinho que sempre pude chamar de "meu". O trabalho das explicações e outro certo trabalhinho do qual espero poder falar-vos daqui a algumas semanas tem consumido muito do meu tempo e precisei urgentemente de sair da casa de onde estava, onde era interrompida a torto e a direito por conversas que não se lembra nem ao Menino Jesus. Ali não há prioridades e precisei de criar uma imediatamente.

Não vou jogar oportunidades fora quando mais preciso delas.

Adiante. Não me é estranho viver numa casa sozinha. Desde miúda que fui habituada a ter tarefas de casa, a cozinhar algumas coisinhas e a ter o meu espaço o dia todo. Também nunca gostei de ter uma casa muito cheia, o que é algo que consigo ter aqui - há muito pouca coisa, o essencial. Dou por mim a fazer a limpeza da casa num instante e ainda a procurar coisas que precisem de arranjo ou sacos que estejam à espera de uma revisão. Até implementei a reciclagem, que era algo que já queria fazer há imenso tempo, e comecei a plantar! Também tenho um hábito tremendo de falar sozinha, mas é ótimo para organizar as ideias. No entanto fez-me muita impressão passar a primeira noite sozinha. Quando me dei conta do sucedido, fiquei parva.

Passei por muitas aventuras e improvisos, fiz muita coisa que a maior parte dos miúdos da minha altura não costumava fazer. Mas nunca tinha passado uma noite sozinha em casa, sem ninguém perto ou com quem conversar. Confesso que o maior pânico foi mesmo na hora de dormir, porque com este tamanho e idade ainda tenho medo do escuro, mas achei algo de muito reconfortante e pacífico nessas poucas horas de silêncio. Tem sido toda uma experiência nova e revitalizante que a certo ponto, já estava mais do que na hora de a ter. E no meio de toda esta crise pessoal que tenho enfrentado, onde tenho feito muita força para que aquela luzinha especial não se apague... Fiz a minha primeira árvore de Natal.

E foi aí que pensei com os meus botões, devo ter-me tornado no Grinch. Mas espero que seja como foi no fim do filme.

Espero voltar a ter fé no Natal, nos sonhos e na esperança de ser feliz.

 

De volta às origens com a Nokia

Olá a todos! Espero que estejam a ter um bom fim de semana!

Falei de algumas novidades há uns dias e já tinha saudades de fazer um post do género, portanto adiante. A minha telha morreu há uns dias, o dito cujo que esteve hibernado quatro meses e depois decidiu ressuscitar até morrer de vez (e a ver vamos se un dia destes não o tento ligar e decide voltar à vida). Ainda tentei usar durante alguns dias um Alcatel Pop C7, mas mesmo sem usar muitas aplicações, o bicho estava muito lento, então tive de mandar o mealheiro abaixo.

(sim, sou menina de mealheiros, porquinho e tudo)

Como sou muito afortunada com smartphones (not) andei a procurar com bastante caução, a ter sempre em conta os preços, especificações, as coisas chatas da hora de se comprar um smartphone. Para filtrar a pesquisa cortei logo metade das opções: Samsung nem pensar (já chega), Huawei nem vê-lo, Iphone não obrigada, e lá reduzi as escolhas muito rapidamente. Como andam estes telefones hoje em dia, também decidi que não queria nada muito XPTO e recuso-me a pés juntos gastar mais de 200€ (e já estava a esticar bastante) num telemóvel. Visto que avariam sistematicamente com bugs de série, não gosto de desafiar a minha sorte desta maneira.

Toda esta palheta também deu azo a mais uma situação caricata da Worten, que tão cedo não me vê os dentes, depois de me estarem a tentar vender um aparelho bem mais caro daquele que eu estava a ver (que estava em promoção nesse dia) e com pelo menos metade da performance. A dita frase do costume foi "então mas não quer um telemóvel só para ir às redes sociais?". Meu caro, um smartphone dá para muita coisa, e nem sou muito fã do Facebic*.

Decidi encerrar a procura e fui diretamente à Vodafone, onde me apontaram para a lenda, o Nokia 5. Adquiri-o muito a receio, porque ainda é recente na bolsa dos Android, ainda tive de o levar umas quantas vezes à loja por um problema de SMS, penso que esteja resolvido. E espero mesmo que esteja, porque estou a adorar o telemóvel.

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Além de me fazer voltar atrás no tempo e de ser um produto bastante inovador, tive um descontão enorme na Vodafone e só paguei 110€, que me ficou bem mais barato do que eu alguma fez pensei. É rápido, tem boa câmara e boa memória, não tem aplicações extra que vêm noutros telefones (o que o faz ser bastante personalizável). E é bonito. E já não ando a rogar pragas ao telemóvel anterior por não conseguir mandar mensagens a ninguém.

E no meio de compras e de outros projetos que vos falarei noutro post, personalizei a capa com umas letras em dourado:

IMG_20171118_145731(1).jpg

Isto não é nenhum patrocínio, estou genuinamente feliz por voltar a ter um Nokia nas mãos. Acho que com a minha idade não sou a única a ter saudades da qualidade que este equipamento tinha. E espero sinceramente que dure bastante tempo!

IMG_20171118_145813.jpg

Em breve volto com mais novidades. Há que deixar o melhor para o fim.

Boa tarde,

Daniela

 

 

Às voltas

Há quem diga que a vida dá muitas voltas.

A minha está a dar tantas voltas quanto uma máquina de lavar roupa a 1200 rotações (naquela fase em que temos impressão que o aparelho está prestes a levantar vôo). Às vezes tenho de me sentar cinco minutos, nem que seja na casa-de-banho, só para respirar fundo e voltar a pôr a cabeça no lugar. Tem sido explicações de segunda a sexta, tem sido café no fim de semana, tem sido apontamentos a torto e a direito e agora um projeto novo.

Perdi-me no sábado e na segunda-feira dentro de uma papelaria enorme perto de casa, entusiasmada com as compras e com o seu propósito. Levei lá quarenta minutos da última vez a correr os corredores todos. A rir-me com coisas antigas, a imaginar projetos futuros com coisas novas, a pensar na figurinha que a minha versão de oito anos faria dentro daquele estabelecimento. Havia quem se perdesse com Barbies, eu perdia-me com as canetas e lápis de côr.

E tenho passado os dias numa casa nova. Foi algo muito súbito, mas precisava de um ambiente sossegado para conciliar tudo isto. Cuidar da casa, deixar sempre tudo pronto e acordar sem as vizinhas aos berros.

Têm sido semanas turbulentas, mas com promessas de boas notícias a caminho, espero. Quem sabe. E tenho muitas saudades de vos mostrar o que se faz por aqui. Já há novidades novas. Muitas, mesmo.

Que tal um post a mostrar o que há de novo?

Boa tarde,

Daniela

 

Bússola

Para mim o ano letivo dos mais novos já arrancou.

Em certos e determinados pontos mencionados à minha pessoa nas últimas semanas de Setembro, sinto-me obrigada a concordar com alguns zunzuns do tão famoso "eu avisei". Mas ao menos este conforta-me o coração e dá-me algum orgulho. Neste caso em específico, foi-me apontado que por muito enclausurada que a minha pessoa seja, eu gosto de ver as coisas crescer, de contribuir para a sua evolução. E essa tendência cai também para as pessoas.

Gosto de os ver crescer. Saber que não há muito tempo eram pré-adolescentes mimados e alguns até birrentos, outros muito sossegados e cada um único à sua maneira. E agora deram o grande "pulo" da adolescência e já são gente quase grande. Se olhar para a minha Joana já me faz procurar por rugas e cabelos brancos, para os meus pequenos então pior ainda.

Em certos e determinados pontos mencionados à minha pessoa ao longo da minha vida, eu até nem me importo de ouvir o tão famoso "eu avisei". E se isso for a minha bússola, então há que começar a seguir pelo caminho que me indica.

 

Baby steps to somewhere.

Não tem sido fácil vir aqui.

Sinceramente nada tem sido fácil desde a semana passada. Não estou sozinha nisto, é um facto, mas se tenho meia hora por dia para descansar a cabeça é muito. Tenho ido para outro lugar dar algum descanso à minha tia porque estar em casa é demasiado mau. Acho que nem vou prolongar-me por aí.

Até lá espero por um e-mail que não me dá esperança nenhuma - nem sei para que vai haver uma segunda fase, não creio que ninguém vá sair dali. Já estou a começar uma turma de explicações nova, com segredos a meio. Tento rir-me para toda a gente, tento deixar as bocas e a "pena" passar-me ao lado mas ao final do dia cai toda a tristeza e a vergonha sobre mim. Eu já chego ao cúmulo de não compreender o porquê de me sentir envergonhada. Nesse departamento nem fui eu que criei o problema, não fui eu que espalhei a palavra. Não devia ser eu a frontend disto.

O gostoso do IEFP - not - também me espantou muito - muito not - por não terem nada para mim. Falam falam, que têm soluções, têm tudo, e vou lá eu meio desesperada e dizem-me que com o meu perfil nem sabem o que fazer. Se não andasse tão feita barata tonta, juro que ia a Setúbal.

No fundo, eu não sei já que fazer. Existem algumas luzes que piscam como se estivessem prestes a fundir-se, as quais observo sem saber se as deva proteger ou não. Lutar e proteger por sonhos não me tem levado a muitos sítios. E se for o negativismo a falar é nestas alturas que eu peço à vida que me mostre o contrário. Que me mostre que ao lutar temos o que queremos. Que sonhamos e temos de pôr o sonho em prática. Que quem procura alcança. Mas escusa de ser à besta, porque nem assim lá vai.

Há coisas que não compreendo. Talvez a felicidade tenha mesmo de ser vivida em segredo. Talvez tudo na vida tenha de ser planeado em segredo. Por agora a única coisa que entendo é que os dias continuam e eu não tenho outro remédio senão andar para a frente por uma estrada que não me mostra nem aponta para onde vou.

Talvez porque nem eu saiba já para onde deva ir.

 

Un petit a part #53

Note to self:

Não faças planos. Já sabias disso, que não se devem fazer planos seja de que forma for, a longo ou a curto prazo. Portanto não planeies de todo. Deixa a tentação de fechar os olhos e imaginar todo o resultado a partir de cada ação ficar apenas como isso mesmo, como algo a não mexer. Que os sonhos sejam só sonhos.

Por vezes o prazer de abrir as asas e voar por todo um céu de ideias e possibilidades não é mais forte do que a queda que se dá quando acreditamos mesmo nelas e a vida te faz aterrar à força. às vezes o receio que nós temos pouco antes de nos darmos a esse luxo, aquele de sonhar, era o melhor conselho que alguma vez devíamos ter conseguido.

Portanto vive o presente. O pouco que se aproveita de cada dia, já como o fazias. Assim nada te surpreende nem tão pouco te magoa. Aprecia cada momento, abraça cada segundo e não esperes pelo futuro para ser feliz.

Sê feliz agora.

 

 

Do blog.

Anda-se por estas bandas a cozinhar qualquer coisa para o blog, é verdade.

É hora de mais uma viravolta em todo o cantinho e de fazer limpezas outonais. Ver todo o meu percurso como blogger outra vez é qualquer coisa de entusiasmante: o nosso crescimento como seres humanos e como escritores. Tentei tirar o máximo de publicações que no fim de contas se tornaram desnecessárias e fora de contexto, deixei ficar algumas outras que valiam a pena. Recordei bons e maus momentos e reli as minhas próprias palavras como se fossem cartas futuras para o eu de hoje. Quiçá me ajude em mais uns dias de espera, que para minha infelicidade se tornaram rotina este mês. Mas 2017 tem sido um ano de mudanças e de coisas boas. Tenho esperança que haja algo bom guardado para mim também. E é nesse espírito positivo que em breve estarão sem dúvida alguma novidades novas por aqui.

Apenas gostaria de deixar uma dica a todos vós que lêem e também gostam de adornar os vossos blogues: muita atenção a que site retiram as vossas imagens. Por muitos anos retirei imagens do We Heart It e para meu desgosto, muitos dos posts mais antigos, até mais ou menos meados de 2015, desapareceram. Se querem que os vossos posts continuem com as mesmas imagens e também as retiram daí, sugiro a que também façam uma revisão ou que simplesmente tenham cuidado. Eu pessoalmente fiquei bastante triste com alguns posts cujas imagens eram perfeitas para o tema e agora nem sinal delas.

Enfim. Nunca mais é quinta-feira.

 

Boa tarde,

Daniela

Bem vindo, Setembro!

Eu tinha dito há algum tempo que ia deixar de fazer este tipo de posts mas a verdade é que já andava doida para ver o fnal de Agosto.

Não que tenha sido tão arrastado como costume, mas estes últimos dias passaram a passo de caracol. É provável que seja fruto da minha ansiedade, mas é diferente. Há uma esperança nova, uma atitude mais vincada. Cá no fundo acho que as coisas vão ser diferentes; as pessoas dizem-me que vai ser diferente. Portanto acho (e espero, muito sinceramente) em não cair num erro crasso ao dar as boas vindas ao novo mês na esperança de virar uma página nova na minha vida.

Portanto, o que espero eu de Setembro?

Primeiro lugar, e muito importante, espero não cair de cabeça pela ravina abaixo. Se fôssemos ilustrar a minha consciência com o típico tema do anjinho e do demónio, iríamos ver um consílio dos deuses dentro desta cuca teimosa. Uns de um lado a combater o pessimismo do outro e talvez um grupo mais a leste de quem só quer cinco minutos de silêncio, panelas a voar, todo um cenário ao estilo ACME. E logo a seguir a isso estar assegurado, espero muito poder mudar de ares. Já basta eu ter a noção de que me vou sentir uma "cota" na faculdade (embora saiba que há lá imensa gente da minha idade ou até mais velhos, I know, I know) mas pachorra para muita coisa, eu já sei que vai faltar. Mas espero poder conviver um pouco mais e sei lá, dar um up novo ao meu ano.

Até agora, 2017 não me tem falhado. Quiçá continue assim.

Ah. E por último, quero muito voltar ao ambiente outonal. É a minha estação do ano preferida e nem é pelo dito cujo sweater weather (cá com os meus botões, isso é mais lá perto do Natal). Já tive alguma praia, gostava de ainda lá ir mais uma vez este ano mas se não puder ser também não fico triste. O que importa é que Setembro comece com a força toda e que se mantenha assim, revigorante e cheio de surpresas boas.

 

E vós, o que esperam deste mês?

Boa tarde,

Daniela

 

Já em modo de espera + Tipo de blogger?

Boa tarde a todos! Espero que o mês de Agosto esteja a correr bem e que quem teve ou ainda está de férias esteja bem feliz!

Já devia ter publicado antes mas nem tenho tido tempo entre escrever, editar e publicar (sim, isto anda apertado). Mas agora já aqui estou. Na altura devia dizer-vos que já estava quase tudo despachado e por agora já posso afirmar que está tudo pronto. Candidaturas feitas, rezas de cor, já não está nas minhas mãos. Agora é esperar por meados de Setembro - nunca achei que o tempo andasse tão devagar em Agosto. Torna-se ridículo, até. Mas com paciência há-de chegar a hora e com boas notícias, espero eu.

Tais notícias podem mesmo vir a mudar o rumo aqui no blog. E entre muitas horas de pensamentos e suspiros, deparei-me com uma dúvida meio que existencial. Não faço a mínima ideia de que tipo de blogger sou. Sempre tive a ideia de pertencer à area do quotidiano/dia-a-dia (talvez ao lifestyle?) mas agora que esse ponto é mesmo importante... Surge a dúvida. Mas creio que isso está mais nas vossas mãos, que lêem e comentam, do que nas minhas.

 

E vocês, que tipo de blogger são? Onde me enquadrariam?

Boa tarde,

Daniela

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