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Violet Clouds

Mais uma palhaçada do Governo.

As notas da segunda fase já saíram e ainda não eram 23h quando descobri que não tinha entrado nas minhas opções. Fiquei abalada, porque era com esta fase que estava a contar e por muito que tentei baixar as esperanças seguindo raciocínio lógico, tinha aquela réstea de esperança a dizer-me que talvez, só talvez, fosse conseguir. Era impossível de não acreditar no que os amigos diziam, foi confortante ver que alguém acreditou em mim.

Ver que não fui colocada doeu-me. Lembrei-me de todos os que me disseram para ter fé e que tinham a certeza que eu ia conseguir: falhei-os a todos. Falhei comigo mesma. Não sei bem como é que vou olhar para eles depois disto acontecer. Senti-me invadida por questões retóricas a bombardearem-me os pensamentos à procura de uma resposta. Terei feito o meu melhor? Estarão todos enganados? Será que é mesmo esta a melhor opção para mim? O que é que vou fazer?

Até que a meia-noite chegou e fui ver os detalhes, só por descargo de consciência. Estava ali alguma coisa errada: ambas as opões requeriam provas diferentes e por consequência, médias de provas de ingresso diferentes. Por muito que tivesse sido posta de parte por um valor, que faz bastante diferença, aqueles números estão errados. E quando até uma maldita décima tem tanto valor, a raiva justifica-se. Aquilo não podia estar certo e eu tenho o direito a essa decência, a saber os valores corretos. Agarrei naquilo e mostrei-o a quem já passou por isso e está na faculdade, talvez estivesse louca.

Não estava. Vimos todos o mesmo.

Ao que me leva ao óbvio, ao que oiço os universitários confessarem: cada ano que passa, o Ensino Superior está cada vez pior, uma anedota pegada. Aliás o Ensino Geral está uma piada de muito mau gosto. Levamos doze anos a lutar por boas notas e a sermos empurrados para a faculdade porque sim, porque ter o secundário feito já é muito banal e temos de ser melhores e apostar em qualquer coisa. Se entrarmos, somos massacrados pela Licenciatura fora com erros crassos dos sistemas e projetos escolares cujo foco é por norma a favor da escola (tais como alunos de Artes Visuais a trabalharem em propriedades de Arquitetura e Físico-Química para reconstruírem os edifícios). Se falharmos vamos para o mercado de trabalho, muitas vezes sem o primeiro emprego, onde nos pedem mais experiência do que idade e depois de adquirida essa experiência, somos demasiado velhos.

E no IEFP se for necessário, voltam lá para nos reincentivarem a tentar entrar na faculdade novamente. A fazer os exames, a pedir bolsas e a roer as unhas até Setembro. Para sermos negados outra vez. Para voltarmos à estaca zero.

Para que depois de tanto esforço e trabalho em vão tenhamos de fazer uma força enorme para não cair numa crise de identidade. Para duvidarmos de nós próprios outra vez.

Obrigada Portugal por doze anos de ensino onde me motivaram a ultrapassar os meus limites e a ser melhor a cada dia para depois isso não valer absolutamente nada.

 

I'm alive!

Boa tarde gente! Espero que esteja tudo bem convosco por estes lados.

Tenho sido ruim e não tenho vindo aqui com a frequência que desejo ou que prometo. Penso que já devia ter cá passado para, ao menos, vos dizer como correu o exame (a dia 22... já é dia 29... isto está mau...). Também só tenho podido ler os vossos posts e não tenho comentado, sorry...

Desde que saí do exame (seriously, desde que pus os pézinhos cá fora depois daquelas duas horas do capeta) que me sinto drenada de energia, cansada, exausta, you name it. Consegui repôr os sonos depois de ir à praia duas vezes (sim... duas. Já fui à praia mais vezes este ano do que o ano passado e o anterior juntos, jasus) e apesar de não me sentir naquele pico de ansiedade monster à espera dos resultados, continua cá presente. Achei o exame minimamente acessível (honestamente, se o foi para mim, que nunca dei aquela coisa, deve ter sido mais fácil para quem tem aulas e para quem se safa naquilo ou para quem conseguiu estudar tudo). Sei que apesar de muito recusar, às 19h dei por mim a fazer as contas com o meu exame. E se por algum motivo de desgraça nenhuma das minhas respostas certas for anulada, consegui um 9,8.

Ou seja, consegui o mínimo que pretendia. O que acertar mais vem por acréscimo e é recebido de muito boa vontade e a segunda fase é uma ideia a ponderar, dependendo do que me digam na secretaria. Este ano vejo a luz ao fundo do túnel, pequena mas presente. Esforcei-me, dei o litro e sei que se não consegui mais, a culpa não foi minha. Foi fruto do meu esforço, solo, meses e meses a ler, a pesquisar, a tentar compreender. E por agora só me resta mesmo rezar para serem generosos na avaliação e mais tarde no ingresso.

Desde então até agora, tem sido para desinchar (sim, não perdi o jeito, a Dani ainda incha tipo peixe-balão depois dos exames, incrível!) e para o descanso. Algumas prendas de aniversário foram já compradas para um casamento e já não sou um fantasma, já tenho uma cor minimamente normal.

Sendo sincera, pensei mais uma vez em fazer aqui uma pausa. Raramente cá venho e não é por desinteresse, atenção. Continuo a adorar o blog, a blogosfera, os meus leitores. Mas não tem sido fácil arranjar assuntos para cá vir sem que sejam negativos em excesso. Eu sei que faz bem deitar tudo cá para fora, é um facto, mas também tenho de me concentrar nas coisas boas e raras.

Acho que foi essa última linha que me fez pensar, "não, vais pôr a cabeça no sítio e vais encarar a vida. E vais falar daquilo que queres. E vais encontrar o bom no meio do mau. O blogue foi o que te ajudou a emergir. E pode perfeitamente voltar a fazê-lo".

 

So... Para este post não ficar muito grande, see you next time. Nada de pausas. Só de boas vibes e saber entendê-las.

Boa tarde,

Daniela

Coisas para fazer depois dos exames!

Vou ser sincera: não devia estar aqui. Devia estar enfiada nos livros a marrar, como tenho feito estes últimos dias. Mas como é sempre fruto de toda a maneira e feitio de estudar, até as paredes são mais interessantes. Entretanto já arrumei o quarto, já joguei folhas velhas fora, já organizei as coisas. Entretanto há um molho de coisas a remoer-me atrás da cabeça, que gostaria de estar a fazer agora e não posso, seja porque tenho mesmo de me concentrar ou porque não adianta de muito fazê-lo até ao dia do exame. Assim sendo juntei o útil ao agradável e vim fazer essa lista, na esperança de que uma vez escritas, me deixem de atazanar o juízo.

 

♥ Retomar à dieta e ao exercício: à dieta eu até tenho sido fiel, embora muitas vezes roube doces. Mas tenho um grave problema de ser um peixe-balão sempre que faço exames ou testes... Incho bastante e não hã dieta ou exercício que façam este inchaço desaparecer até acabar tudo. Portanto... Bem, tento manter-me como estou e tudo o que se perder é bónus. Depois volto a isso!

♥ Enviar as encomendas atrasadas: para o fazer tenho de terminar alguns dos objetos e por assim dizer, preciso de tempo. A parte boa é que em vez de três encomendas, só tenho duas por fazer agora, visto que depois levo tudo comigo quando for ter com a minha pirralha. =)

♥ Desenhar tudo o que tenho em atraso: duas comissões e prendas. A lista até é pequena e tenho tudo adiantado, verdade seja dita, mas quero mesmo é voltar a desenhar as minhas coisitas. Há anos que ando enfiada nesta maré de comissões para os outros e odeio isso. Quero terminar a Ayumi e desenhá-la, assim como desenhar os que me faltam (meus!).

♥ Escrever tudo o que tenho em atraso: as escrituras estão super, super atrasadas e também pertencem à secção do lazer, portanto, só depois.

♥ Retomar às limpezas de Primavera: vivo com os meus avós, que são duas dores de cabeça com pernas sempre que se fala em "jogar fora o que está estragado e dar o que não precisamos". E como o estudo me impede de ajudar, espero poder voltar a isso mal termine o exame. Era bom chegar a Setembro ou Outubro e ter um pouco mais de espaço livre e estar bem mais organizada em casa, assim como estar preparada para o Inverno. Isso inclui casa limpa, organizada e mais apta para podermos todos respirar fundo sem partir um prato. E também inclui as minhas papelas antigas da escola e etc... Vai tudo levar uma volta, espero eu.

♥ Praia e descanso: Decididamente deixo esta para último, porque não costumo ter muita sorte no Verão quanto a praia. Gostava de ao menos voltar a ter uma cor mais aproximada do bege ou isso, já nem falo em estar bronzeada (visto que estou muito perto de estar azul).

 

Por agora não me ocorre mais nada, portanto já posso estudar sem ter isto tudo no miolo. E sendo honesta, se conseguir estes objetivos todos vai ser uma sorte, mas sonhar não dói. A todos os que estão em fase de exames boa sorte e muita força, que já está quase!

Boa tarde,

Daniela

Rock in Rio!

 

Sadly, não vou ao Rock in Rio. Nem me vejo lá tão cedo. Mas em Portugal parece sempre ser um pouco mais diversificado e há certas partes que me deixam muito curiosa. Sendo sincera, há por aqui um bichinho que gostava de ir ao Rock in Rio quando tivesse lá um cartaz mais a meu gosto e tivesse mais um dinheirinho.

No entanto, nunca esquecendo, estudar enquanto o Rock in Rio dá na TV é praxe para os exames. Dá uma boa vibe e ajuda a descontrair. Penso que já o faço desde os exames do 9º ano (credo... o tempo voa...) e é já de cariz obrigatório. Com a Eurovisão a mesma coisa (apesar de este ano não ter tido a mesma alegria, visto que Portugal nem entrou).

Com tanta coisa piriri, espero para o ano e para o próximo e a seguir e mais ainda estar a estudar para os exames também, mas os da faculdade. A fé aumenta e diminui com os problemas diários e com a autoestima. Nunca tive tanto medo. Nunca quis tanto alcançar algo. Credo.

Enfim... Coragem, I guess.

 

 

A contagem já começou!

Boa tarde a todos! Espero que esta Segunda-feira seja boa para todos vós e que iniciem a semana com muita energia e boa disposição!

Daqui fala-vos uma Dani meio estoirada mas a recuperar.

Tem sido uma semana cheia de coisas para fazer e decisões a tomar. Sábado foi dia de começar o estudo mais intensivo (tenho estudado até agora, simplesmente dupliquei o tempo de estudo). Estou a correr contra o relógio para o exame que me falta e por incrível que pareça, não posso fazê-lo ao pé dos meus alunos. É incrível, mas apesar de a maioria me conhecer e não se confundir com  a diferença de eu ensinar e aprender dentro do mesmo horário, há uns quantos poucos que lhes faz confusão e chegam mesmo a tratar-me... Menos bem. Por muitas explicações e até algumas reprimendas por coisas ditas sob influência deste aspeto, a atitude tende a manter-se ou a esconder-se numa capa de preguiça e amuo. Nem a falar com os pais se chega a um acordo. Então acertei-me noutro horário.

Sábados e Domingos sozinha e em conjunto com a minha "aluna" de 11º ano, quando ela achar necessário. Durante a semana, devido à falta de tempo e mesmo de um espaço estável e apropriado, fico-me só pela leitura casual. E entretanto ao longo da semana tenho de regressar ao exercício físico porque a minha veia de "peixe-balão" nervoso está a emergir like a lady.

Em suma, voltei ao estudo e à dieta. E vou tentar voltar a ela sem o suplemento, aproveitando que agora já tenho a tiróide estabilizada. Desde o ano passado que o meu corpo aprendeu a gostar de estar mais em movimento do que o normal e ultimamente tenho sentido a falta da rotina de exercício físico e até mesmo de dar menos facadas na dieta. Portanto há que aproveitar.

Acerca do blog, ando meio perdida. De facto tenho imensa coisa para contar e mostrar mas não me sinto segura em relação a isso, Dá-me ideia que vocês preferem temas mais abrangentes e sóbrios, ou então sou eu que acho que estou a ser demasiado superficial em falar mais do mesmo. De qualquer das formas avizinham-se posts sobre desenhos, que nunca ficam fora de moda!

E como tem sido a vossa semana?

Boa tarde,

Daniela

Do que ando à espera?

Das poucas vezes que tenho publicado durante o ano de 2015, foi mencionado várias vezes o objectivo de entrar na faculdade este ano, assim como o receio que me persegue no caso de receber um "sim" ou um "não". Com os anos esqueci-me do quanto é necessário ultrapassarmos a nossa zona de conforto, mas ou 8 ou 80. Sinto como se tivesse saltado logo para o 800, quando submeti a candidatura.

E como não aprecio isso, corri outras opções. Se entrar, mas não ficar, ainda tenho em Outubro uma chance de me manter em movimento. Se entrar e não ficar, porque não tenho forma de pagar a bolsa, o IEFP espera-me para mais um curso profissional. Se nenhuma das opções servir, volto para as explicações e à procura de emprego. Parada não fico, senão rumo em direção ao abismo da loucura. Eu e esse abismo não nos damos muito bem. Está demasiado próximo da sociedade actual, daquilo a que é intitulado de "normalidade triste". Talvez seja isso que me enerva, que me enche o estômago de borboletas: o medo de estagnar. Têm-me dito que esse sentimento há-de perdurar até ao dia das colocações, mas pelo menos sei que se cair, não caio desamparada.

Portanto, se não andar a estudar Psicologia, andarei a aprender como pintar as unhas e fazer coisas bonitas... Com um livro de preparação de exames atrás do caderno. Mas parada não fico. Nem vou dar esse prazer a ninguém (que já de si é absurdo por agradar a seja quem for, a infelicidade dos outros, mas isso são petiscos para outro Domingo). A parte boa é que com isso, a rúbrica de nail art passe a ter trabalhos feitos por mim também! Ah, vou aprender a ser uma menina!

(Soou meio mal, mas eu percebo, portanto está óptimo).

 (I suppose this is more of a self-message for me? Learning how to love life is tough sometimes)

 

Boa tarde,

Daniela

Um já foi, outro está para vir

A Dani já despachou um dos exames, o de Português. Que achei curioso, agora já não se entitula de Português A.

Manifestações interiores e silenciosas, várias tentativas de homicídio involuntário por parte da campainha da escola (precisamente por cima da janela ao meu lado) e alguma confusão à parte, os meus sentimentos perante o exame são ambíguos. Li primeiro a prova e achei que aquilo era de aparência simples. E quando a esmola é muita, o pobre desconfia. Reli a prova e tentei responder às perguntas todas quanto sabia e o mais pormenorizadamente possível. Dei por mim a pedir às professoras uma folha de rascunho e a fazer mapas mentais, o que apenas me proporcionou um par de olhares. Parece que os hábitos de estudos da minha turma já não se aplicam às novas, pelo menos ali.

Saí do exame e deparei-me com o esperado: as pessoas comentavam o quão fácil tinha sido a prova. Eu continuei com a pulga atrás da orelha e vim para casa. Não me atrevi a ir ver os critérios e prefiro aguentar as pulgas da expetativa até ao dia dos resultados; nunca gostei de fazer especulações nas notas, deixam-me demasiado enervada. E já me bastou saber que pelo menos 1 valor não tenho graças à parvoíce de fazer uma troca pequenita. À noite, ouvi dizer que os professores esperam uma descida nas médias porque os exames tinham sido de uma dificuldade média-alta. Tremi. As professoras da minha escola apenas reclamavam baixinho sobre a idiotice de numa prova de três anos com oito obras obrigatórias só sair uma, e não duas, assim como a contabilização dos "erros ortográficos" (aka o Aborto Ortográfico).

Enfim, já lá vai. E logo se vê. Credo. Agora o próximo será Biologia e Geologia, que me preocupa mais. Mas terei a mesma atitude e tentarei não subir paredes com a ansiedade. Entretanto a minha "barriguinha dos exames" já me acompanha e que remédio tenho eu senão resignar-me a esperar que desapareça. O que importa é que já só falta um. E caso as coisas não corram pelo lado melhor, estou a apressar-me em tratar de um backup plan até ao ano seguinte.

A ver vejamos. E vós, como tem sido o vosso mês? Tenho saudades vossas e dos vossos cantinhos! Espero retomar à blogosfera em condições brevemente!

(Era bom era...)

Boa tarde,

Daniela

E depois dizem que é mau feitio

Chegam-se ao pé de mim com conversas tristes e depois de me fazerem a tampa saltar e de ouvirem o que não gostam, dizem que tenho mau feitio.

Duas vezes numa semana, gente. Duas. Vezes. Que me tentaram desmotivar a candidatar-me a Psicologia na faculdade. "Ah, Psicologia tem uma taxa de desemprego muito elevada, tenho amigas X que são psicólogas e não têm emprego","Ah, Psicologia tem uma média tão alta, candidata-te a algo mais baixo para teres a certeza que entras","Porque não te candidatas a algo mais produtivo?","Porque não te candidatas a mais opções!?".

 

As pessos que me dizem isto devem achar de que eu não pensei já no assunto ou que sou burra o suficiente para não estar atenta aos factos, creio. Assim sendo, a todas as antas quadrúpedes cujo objetivo de vida é desmotivar-me:

Deixem-me sossegada. Psicologia é o que eu quero conseguir fazer. Se não der não deu, tento para o ano ou para o próximo.  Não me vou candidatar a outra coisa qualquer se não me sinto bem nessas áreas. São as MINHAS opções de vida, SOU EU que as decido, são AS MINHAS metas. MINHAS. E quando eu algum dia mudar de ideias, se isso de facto acontecer, EU É QUE SEI PARA ONDE VOU.

Porra. Apetece-me berrar praticamente toda a secção caluniosa do dicionário.

Basta um pouco de Sol.

Acho incrível - e até inacreditável - o quanto basta apenas um pouco de Sol matinal, levantar-me ligeiramente mais cedo ou simplesmente comunicar com o mundo fora das quatro paredes de casa para receber um pouco mais de motivação.

A minha guerra com os estudos está a recomeçar. Estou a estudar e só não comecei mais cedo porque não tinha os recursos necessários, mas arranjei-me. Faltam três meses e meio para a primeira fase de exames e estou pronta a levantar-me e a correr de volta à escola para marcar as provas assim que saia no site da DGES o anúncio em como as inscrições estão abertas. E por um par de horas na rua, falando com este e aquele, o que me deita abaixo diariamente desvaneceu. Se tenho medo? Toneladas, tenho. Mas que acaba por ser engraçado e igualmente triste é saber que bastou sair de casa por um pouco mais de tempo, comunicar novamente com as minhas raízes e bases para me reencontrar. E se a primeira fase não for suficiente, venha a segunda. Não vou fazer como fiz no secundário: sair da primeira ronda de exames e pronto.

Saio de lá e volto ao estudo. Tenho esperança no que fiz e preparo-me para a segunda volta. Tem de ser, quero ser, quero conseguir.

Acerca do blog, compreendo que também está na hora de mudar. Gostaria de vos pedir a vossa sincera opinião sobre, além daquilo que já vos mostro, o que gostariam que eu destacasse mais, falasse com mais frequência ou novas sugestões. Também agradeço algumas dicas de organização do espaço e se for necessário, a criação ou eliminação de algumas rúbricas. O esforço que aplico aqui reflecte-se no exterior e em parte, ajudar-me-á a estudar também.

Obrigada por mais uma vez me acompanharem,

Daniela

CEF Tipo 7: ✔

Muitos nervos, rants e voltas ao átrio depois, consegui.

 

Levei uma tarde de cão, ontem. Perto das 14h, o rapaz que me tinha abraçado na sexta-feira viu-me e tornou a fazer o mesmo, desejando-me boa sorte e um até mais (porque nunca mais hei-de lá ir). Sorri, grata, e entrei para a sala de provas.

Cada uma mais mal estruturada do que a outra, à terceira prova eu e a minha colega fomos abordadas pelo júri, que nos avisou de que estávamos prontíssimas a chumbar: tínhamos as notas mais baixas e se continuássemos assim, ficávamos pelo caminho. Ficámos 1h de intervalo na rua à espera, a reclamar do quão nojento este curso se estava a revelar, de como tão facilmente poderíamos ser expulsas por uma prova de cruzinhas mal feita e perdermos um ano de esforço das nossas vidas.Entretanto fomos para a quarta prova. Embora a medo, senti-me mais confiante ao deparar-me com uma matéria com a qual brinco e aprecio bastante, relacionada com webdesign. Penso que foi isso que me safou...

 

Às 17h não me aguentava. Faltava uma prova e o formador brincava com os nossos nervos. Foi até ele revelar que só faltava uma pessoa aprovar (a minha colega), que pude respirar fundo (pela minha parte). Vi-os festejar, mas não conseguia entrar no espírito festivo sabendo que ainda faltava uma pessoa. A última prova foi feita num instante e saímos todos da sala menos ela; fiquei procupada, assim como toda a turma. Acho que foi a única vez em que nos unímos numa só opinião, em que queríamos todos que ela passasse. Faltava-lhe apenas meio valor. Uns minutos depois, ela saiu e entrámos todos novamente.

 

Passámos todos e tivemos boas notas. Fiquei radiante e aliviada por saber que até tinha obtido uma nota final muito boa na prova (de acordo com as nossas notas em geral) e feliz por saber que a nota final do curso foi 15. Senti-me orgulhosa. Desde o princípio que queria uma boa nota e consegui. (: Agora é passar ao próximo desafio... no qual ando a pensar em manicure ou cabeleireiro! Veremos!

 

 

Boa tarde,

Daniela

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