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Violet Clouds

Fuga

Voltei a casa há cerca de três dias, de umas pequenas férias no Baixo Alentejo.

Fui a tremer, com o olhar perdido pela paisagem que passava e me prometia mostrar terras novas. Ando domada pelos nervos e pela inquietação, levei horas a dizer a mim mesma que tinha de sossegar e procurar pela coragem para seguir em frente. São muitos objetivos para um só Verão que promete ser atribulado e que esconde muitas surpresas, boas ou más. Eu sei que já sou crescidinha (e não é pouco, quem me dera ser pequenina) mas há coisas na vida que requerem um aperto de mão silencioso, um sorriso singular que nos dá aquele último empurrão em direção aos nossos sonhos.

O ser humano procura por motivação, desde a hora em que dá o primeiro passo até ao fim do seu caminho, onde terá de ensinar alguém a ter coragem para caminhar pela primeira vez.

Tentei perder-me pela beleza das terras douradas de Évora. Deixei-me levar pelas águas do Guadiana na nova praia fluvial de Monsaraz, que acabo de saber que foi inaugurada a 1 de Junho deste ano. Caminhei e sorri, fugi por breves momentos para ver o céu estrelado pouco depois da meia-noite, e sabe Deus o quão sentia falta de fazer algo assim. Durante este primeiro dia, forcei-me a pôr um travão nas emoções, a consumir cada pormenor ao máximo. Quis relembrar-me das minhas bases e saber voltar a emergir sem receio, determinada.

Os restantes dois dias foram para continuar a explorar. Visitei Beja pela primeira vez e no último dia pude ver com os meus próprios olhos a Capela dos Ossos, em Évora. Retornei a casa com novas memórias e um pouco mais de esperança em mim.

Para fotos, isso fica para o próximo post (assim tenho motivo mais urgente para cá voltar! eheh) mas vos garanto que senti muita falta do meu S5. Uma pessoa habitua-se ao telemóvel para tirar fotos e estraga logo tudo. Enfim... Mas consegui tirar algumas para vos mostrar em breve! Agora são horas de continuar com o dia.

Boa tarde,

Daniela

O 8 é melhor que o 14

My lovely readers,

Sou uma despassarada que devia deixar de prometer a si mesma que passará a vir mais vezes ao blog. No entanto a falta de tempo foi devido a trabalho e esse dito cujo trabalho foi posto em dia para que pudesse fugir um pouco daqui de casa.

Não fui celebrar o São Valentim. Quer dizer, de uma certa forma até que fui, claramente, mas o objetivo não era bem esse. Para mim o dia 8 de qualquer mês é muito mais importante que o famoso dia 14 de Fevereiro. E mesmo assim não creio que tenha sido a olhar a datas, mas ao menos deixo esse ponto esclarecido. No fim de contas dei couro e cabelo para que pudesse ter um fim-de-semana descansado, ao pé do namorado, os dois a ter uma muito mais que merecida folga dos nossos respetivos quotidianos. E foi fantástico. Soube a pouco, queria tê-lo feito refém por mais uns dias antes de sermos separados por Espanha outra vez, mas aproveitámos cada minuto, descansámos e estivémos tranquilos. Estou aqui um bocado achocalhada de saudades, mas refugio-me nas boas memórias.

Também pelo mesmo devido motivo, tive direito a mimar-me um bocado. Pus-me bonita (e logo agora que depois de cortado, o shampô da Frutis Hidra Caracóis tem-me ajudado a recuperar a forma original do meu cabelo), matei saudades de nail art e entre outras coisitas. Após uma longa fase de resumos por fazer, tarefas a cumprir e decisões a tomar, tudo isto junto soube-me bem adobro. Os meus nervos atenuaram-se um pouco; o seu lugar tomado por borboletas no estômago. Sinto que já sei com mais certeza o que se passa comigo e quais são os pontos que devo corrigir ou aprender a ser melhor. Sinto-me pronta para uma nova temporada, uma que espero que tenha boas aprendizagens e surpresas agradáveis. E sem dúvida alguma, que não me permita desistir.

No entanto não deixo de corar em ter noção de algumas coisas na minha pessoa que foram negadas uma vida inteira. Parece-me que sou ainda mais atrapalhada com sentimentos do que aquilo que presumia - decididamente, dar conselhos é muito mais fácil do que ouvi-los.Daí só resultaram gargalhadas e a minha face bastante corada. E eu a pensar que era uma grande besta.

Enfim. Deixo-vos algumas fotos que tirei e um beijinho muito grande. Vou ter algum tempo de descanso portanto devo voltar brevemente. Gosto muito de vocês. ♥

Beijinhos e boa tarde,

Daniela

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Fim de semana no Porto - parte 2

Ora, continuando o post anterior...

Não tive muita sorte em reencontrar alguns dos meus amigos enquanto estive no Porto. É verdade que poderia ter perguntado, enviado mensagem... Mas estava lá por outros motivos. Era um fim de semana de descanso a dois, de carinho e de um pouco de nostalgia.

Nostalgia essa que nos levou no domingo de manhã a atravessar a ponte em direção a Arcozelo. Levei o namorado a conhecer alguns pontos turísticos que ainda me recordava, começando pela capela da Santa Maria Adelaide.

No entanto, antes de partirmos, tomámos o pequeno-almoço no hotel e além de me ter envergonhado com a máquina do café (porque ainda estava meio cansada da viagem e não conseguia ver os botões), foi o suficiente para rir e notar que os empregados acharam que nós estávamos um bocado trocados nas ementas, sendo eu a mais larguita e ele o mais magro.

Digamos que enquanto eu optei por escolher frutas e coisas simples (fora as panquecas, essas foram obrigatórias no prato), o namorado encheu-se de panquecas e bolos e tudo a que tinha direito duas vezes. Mas foi excelente!

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 (não tenho veia de instagrammer, não senhor... mas escolhi de tudo um pouco!)

Senti borboletas no estômago quando comecei a reconhecer as casas, as ruas, o ambiente. Fiquei entusiasmada em dizer-lhe que já não ia precisar de utilizar o GPS durante algum tempo. Adorei a cara que ele fez, uma mistura de fascínio e assombro, quando entrámos na capela para ver a santa à medida que lhe contava a sua história e saímos em direção ao seu museu. Lembranças compradas e tudo o mais, prosseguimos para as próximas paragens.

Não pude tirar muitas fotografias porque escolhi ficar a viver o momento o máximo que conseguia. Mostrei-lhe onde morei e onde ia diariamente visitar familiares e amigos, fazendo questão de lhe mostrar o caminho que percorria para ir comprar pão quando lá estava (que sempre que lhe explicava que era horrivelmente longo, ele não parecia ficar completamente crédulo). Guiei-o pelas ruas, apontei para edíficios e contei-lhe histórias, ri sem razão aparente. Parámos em frente da antiga associação Nova (sucessora da associação SER) e contei-lhe os meses mais felizes da minha infância, mostrei-lhe onde aprendi a andar de bicicleta e onde aconteceram coisas estranhas entre adolescentes de terras diferentes como eu (essa fica para outro dia, porque tem a sua graça). Mostrei-lhe onde fui livre de preocupações, onde me desprendi do mundo, onde recebi as bases da minha educação que me fizeram crescer demasiado rápido.

E escondi a dor que me assolapava por já não morar ali, mas mantive a postura. Pedi-lhe para continuarmos e conduzi-o à zona costeira, onde andámos ainda um bom bocado pela praia da Granja e de S. Félix da Marinha (enganei-me, estava tão eufórica que me confundi com as praias da Granja e da Aguda, oops). Sentámo-nos um bocado à beira mar e contei-lhe mais histórias e algumas características da zona, as diferenças entre aquele local e onde moramos, o porquê do encanto. E como estávamos ainda bem a tempo, retomámos a viagem para visitarmos a praia do Senhor da Pedra.

Sim, aqui já tirei fotos. Passeámos um pouco pelo parque que existe perto da capela e tirámos algumas fotos aí antes de entrarmos na praia, onde a veia de pinguim surgiu e não perdi tempo nenhum em tirar as botas. Mostrei-lhe o interior da capela e as traseiras, banhadas pelo mar e contei-lhe a história que costumam contar na vila acerca da capela. Acredito pessoalmente que estava a dar-lhe uma maneira diferente de visitar estes locais, porque temos feitios diferentes e eu sou um bocado mais entusiasta que ele, mas fiquei na esperança de lhe ter dado alguma coisa de interessante para ouvir!

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 (a minha cara de parola está associada ao que o rapazinho me estava a dizer!)

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 (o interior da capela do Senhor da Pedra)

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 (parte 2)

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 (parte 3)

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 (parte 4)

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 (a entrada da capela)

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 (acho que tirei a foto quando estávamos a voltar para o carro...)

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 (... e por muito que reclamasse, ele fez questão de carregar as minhas botas só para eu poder ir à beira da água)

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 (e graças a isso pude apanhar estas pedrinhas bonitas =) )

E... como já me estiquei com as fotos e as memórias a divagarem enquanto escrevo, vou deixar a terceira e última parte para o próximo post, com o restante dia de Domingo e o regresso a casa na Segunda-feira. Mas passar por todos estes pontos numa só manhã (ou mesmo todo o percurso que fiz no fim de semana) souberam-me a pouco mas souberam-me muito, muito bem. E ainda me recordo de ouvir o meu namorado a rir-se ao olhar para mim e dizer que estava "elétrica". Mas só assim lhe consegui explicar porque é que semanas antes quis tanto ir até ali, estando a dois ou três quilómetros, quando visitei a minha irmã.

Só assim é que lhe pude explicar que foi ali que o meu coração achou que devia ser o meu lar. Independentemente que voltasse a morar ali ou não.

Foi ali que cresci aos poucos, de férias em férias. Foi ali que fui feliz.

É ali que sinto que estou onde deveria estar.

Bom feriado a todos,

Daniela

 

Fim de semana no Porto - parte 1

E cá está o tão prometido post, que está atrasado um mês e uma semana... Sorry... Eu sei que o riso estranho que estou a fazer agora não me vai desculpar, mas tem sido um bocado difícil manter uma rotina que não inclua "trabalho" ou "limpezas outonais de urgência" que me têm deixado elétrica. Não fazem a mínima ideia do quão entusiasmada tenho estado com isso, mas esse assunto fica para outro post.

Este serve para vos contar acerca do fim-de-semana que passei no belo Porto!

Ora, o namorado teve, finalmente, uma semana de férias após três longos meses em França e como ele não iria estar presente no nosso sexto aniversário de namoro, que foi no dia 8 de Novembro, ele achou que era uma boa chance de fazer algo especial. Juntou o aniversário de namoro à alegria das férias e a querer levar-me daqui para fora naquele fim de semana que era de natureza catastrófica a nivel ambientar em casa (isto é, andamos todos muito gloomy com o aniversário de óbito da minha mãe, por muito que tentemos não estar). Foi tudo planeado por ele e a única coisa que me foi dita foi "faz a mala, amanhã chego a Portugal e sábado partimos". A urgência para nos voltarmos a sentir juntos depois de três meses de ausência e distância era grande e fiz logo a mala.

Tinha muita coisa planeada para lhe mostrar mas não tenho a mesma sorte com planos que ele tem, porque choveu demasiado durante todo o fim de semana e embora já esperasse chuva, não a esperava aos baldes daquela forma. Partimos de casa cedo, perto das 9h, para podermos chegar a horas ao santuário de Fátima e darmos uma volta por lá. A chance é rara e como ficava de caminho, aproveitámos. Tivemos alguma sorte e não estava muito cheio, o que foi bom para não nos sentirmos tão apertados lá dentro. Visitámos as capelas, comprámos lembranças, eu rezei. Fiquei feliz por lá ter passado. Acabámos por comer qualquer coisita num dos cafés antes de nos pormos a caminho novamente.

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Esta é a minha fotografia preferida ♥

20161015_122944.jpgAlgumas lembranças para a família

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Eu tentei esperar que a rapariga se desviasse mas ela estava tão ocupada a desenhar que deixei que ela ficasse na foto. Espero que não te importes, se veres isto aqui =)

20161015_125303.jpgComo o tempo até estava bastante soalheiro em Fátima, pensei que pudesse ter alguma sorte pelo caminho mas mal chegámos perto de Vila Nova de Gaia, o céu voltou a ficar cinzento. Chegámos ao hotel cedo mas estávamos estafados da viagem e cheios de fome, portanto fomos logo procurar comida. E como lhe tinha prometido aos meses, levei o moço ao Capa Negra II, que ficava ali perto! Comi a minha primeira francesinha e fiquei super feliz - e ele também ficou todo encantado! À medida que caminhávamos e visitávamos algumas lojas e locais acabava por me rir com a cara dele acerca de algumas coisas, particularmente palavras e fiz de propósito algumas vezes em não lhe dizer o que queriam dizer. Sim, chamem-me ruim, mas também fui "praxada" quando era novinha, tinha de calhar a alguém.

Nessa noite ainda o levei à Avenida dos Aliados e procurei por amigos meus no Quartel dos Bombeiros do Porto, mas além de ele não estar lá... apanhámos uma molha péssima. Regressámos ao hotel como pintaínhos encharcados. E por lapso meu, não tirei fotos ao quarto (sorry...), mas ficámos no Ipanema Park, na rua Serralves. Era um quarto executivo (penso eu) bastante acolhedor, ficámos bastante surpreendidos com o preço e a qualidade dos serviços!

 

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 A boa da francesinha!

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 Uma foto tirada sorrateiramente a duas das ambulâncias expostas no quartel dos bombeiros. Admito que esta foto foi com intenção de fazer pirraça à minha tia ;p

E... Visto que foram três dias, vou dividir o post para que não fique muito longo. Portanto amanhã, espero eu, contarei o que se sucedeu no Domingo, que para mim, foi muito mais especial.

Boa noite,

Daniela

... Wow

Foi uma semana cheia, de facto. Tenho uma mão cheia de coisas boas para vos contar. E praguejar a S. Pedro por ter mandado chuva aos baldes só aos fins-de-semana. Fui ao Porto e por causa de tanta chuva não pude mostrar e rever tudo o que queria. Bem, haverão mais oportunidades claro.

Mas tem sido mesmo uma semana cheia de coisas boas. Alegra-me dizer que teve mais coisas boas que más, em contraste com o maldito verão que já acabou. Mas as coisas boas passam depressa e agora estou sozinha outra vez até ao Natal.

Acho que estou a seguir uma tendência da m-M e os seus globos de neve. Se fosse de propósito não seria tão certo, mas o meu homem tem-me trazido sempre um globozinho de neve novo quando volta de França. Já me trouxe um da Alemanha e um da Suíça. A coleção está a crescer a olhos vistos e fiquei devastada quando um deles começou a verter desalmadamente e não o consigo arranjar (chorando muito, genti... Era o meu globo mais especial...).

Mas todas essas coisas boas vão ter de ficar para amanhã. Hoje só vim mesmo dizer que estou viva e que apesar de muito ocupada com as explicações, foi uma semana feliz.

E já chorei ontem, por muito que seja contra chorar. Pode ser que amanhã vos explique porquê.

 

Mas por hoje só vos desejo boa noite.

Das tais mini-férias

Bom, tenho mesmo de ganhar genica e enfrentar o stress, portanto vamos lá então falar do que já queria ter falado.

Prometi-vos que ia contar qualquer coisinha acerca das minhas mini-férias em Julho, uma semanita em Fiães. Apesar dos problemas que deixei atrás das costas (os quais não podia, nem posso fazer nada acerca deles...), uns dias longe de casa ajudou bastante a rever muita coisa a nível pessoal e geral. Não saía de casa há imenso tempo. Foi pouco depois de as lágrimas começarem a cessar que me apercebi que estava no comboio, a ir para longe. Estava a fazer o que me dava muitas saudades, ainda que não fosse para o destino preferido: entrar no comboio e zarpar para "casa".

Podem passar os anos que passarem, mas Porto vai ser sempre casa para mim. Não sei porquê. Já nem tenho lá habitação, mas tenho memórias e histórias, tenho amigos e conexões. Sinto-me mais em casa lá num só dia do que um ano inteiro em Lisboa e até hoje não houve nada que mudasse isso. Mesmo assim não passei por lá... Saí em Espinho. E um pedacinho de mim estava a chorar rios porque naquele Domingo ia ser lançado o oitavo livro do Harry Potter, mas do mal ao menos.

Foi uma semana de compreender muita coisa, de sair "da caixa" e aventurar-me. Não posso dizer que foi cinco estrelas, longe disso; há coisas para além do aceitável que lá se gramou, mas não era comigo e passou-se bem. No entanto, a minha irmã agarrou em mim todas as noites e levou-me a conhecer a terra. Pode não ser muito grande, mas é muito bonita.

Vi pirilampos ao vivo pela primeira vez, a passearem à minha volta. Explorei o mato e as ribeiras. Dei uma olhada a cada curva e cada sítio e respirei ar puro. Levantei-me toda a semana com o sol na cara sem os berros das minhas vizinhas, mas com os berros dos miúdos (ao menos não se queixavam das outras vizinhas cuscas). Voltei a cantar (haja saúde, pensava que se tinha extinguido) e descobri que não sou apta a tocar guitarra. Conheci gente nova e simpática e voltei a ver alguns amigos queridos do passado. Senti o carinho de uma irmã, que é sempre importante para mim, e ganhei mais três, dois amorzinhos e um ainda por nascer.

Perdi horas a olhar para o céu estrelado que por aqui raramente se consegue ver, embalada com o som do vento e da natureza. Fui à praia e consegui ficar com uma tez normal (milagre, tenho marca do biquini e tudo!). E sempre que chegava à praia, olhava incessantemente para a direita, à procura do paradão onde passei horas, infelizmente muito longe da vista. Fechei os olhos e tentei esquecer que não podia chegar-me só um pouco mais perto, não podia vaguear ali, não podia reencontrar velhos amigos e velhas memórias. Relembrei-me n vezes que não passam de histórias no passado.

Mas certamente que não me importaria absolutamente nada de um dia, quiçá, construir ali o meu futuro. Com tantas voltas que o mundo dá, uma viagem de comboio apenas torna decisivo o ponto de vista para o qual miro essa escolha, essas mudanças, esse fado.

E foi isto... De lá trago experiências novas, uma forcinha extra, quilos a menos e convição para deixar de beber café. Até que foi muito bom. Agora é ser forte e paciente, que Setembro já está aí perto com muitas novidades e alarido.

 

 

 

E vós, já tiveram as vossas férias?

Boa tarde,

Daniela

Já fui e já vim de férias

Desta vez a ausência do blog justifica-se:

Estive fora uma semana daqui destes ambientes. Verdade seja dita não fui para um lugar extremamente melhor, mas precisava de uma mudança de ares. E fez bastante efeito. O que não nos mata faz-nos mais fortes, não é?

Estive quase lá. Tão pertinho. Estive tão perto de casa que me doía o coração por não poder lá ir ter. Ainda que dita casa, fisicamente, já não exista. Mas aquela terra foi o meu lar e que, em momentos de tristeza, me arrependo de ter recusado em ficar lá fixamente. Mas matei saudades de outras coisas - afinal era mesmo ali ao lado.

E no meio do caos e da tempestade, reencontrei-me. Isso é muito mais que excelente.

 

Portanto hei-de falar-vos melhor sobre onde fui e o que fiz muito em breve aqui no blog. É um "já venho" muito rápido. E que Agosto, que ainda agora começou, traga mais bons momentos de Verão.

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 (Estação ferroviária de Espinho)

Acabou!

E pronto! Acabou!

 

Estágio terminado, nota mais do que suficiente (deram-me um 17,8!) e agora é tempo de férias!

Já precisava. Quanto mais depois destes últimos dias de dúvidas. O meu tutor falou comigo acerca da hipótese de poder trabalhar ali e esclareceu-me tudo: era praticamente nula. Aquilo é função pública e a entrada é dificílima. Apenas me sugeriu que tentasse procurar outro primeiro emprego. "Aqui só se entra com muita vontade política". E percebi isso. Logo a seguir me deu muitas dicas para procurar e ter mais facilidade em encontrar um emprego. Um outro colega de escritório enviou-me também vários sites onde me poderia candidatar. Fiquei aliviada e agradecida: sabendo que não me podiam ter lá, ajudaram-me a não ficar desamparada depois do curso.

 

Que fique esclarecido que nunca me foi prometido nada. Apenas me foi perguntado o que faria se aquele escritório me propusesse um lugar, mesmo eu sabendo que isso não iria acontecer. Foi aí que me enchi de dúvidas e me senti um ser ignorante, covarde, sem razão. No entanto estava a esquecer-me que o objectivo principal de todo este curso não era apenas encontrar um emprego. O objectivo principal é o de crescer como pessoa e profissional, extender a pouca experiência que tenho, que não se adquire apenas com trabalho. É um objectivo global. E por este andar estou a superar-me.

Não vou parar depois do curso. Vou dar explicações, vou formatar computadores (coisa que não faria tão à vontade sem  curso), já é um começo. Mas agora quero pôr isso só um pouco na pausa. Agora estou de férias.

Já posso respirar fundo e recarregar baterias para poder continuar.

 

Obrigada pelas vossas palavras. Perdoem-me a insolência... Apenas receio não ser capaz.

 

 

 

 

Boa tarde,

Daniela

Decisões e novidades

Boa tarde a todos!

 

Espero que estejam a desfrutar de um fim-de-semana recheado de coisas boas e surpresas excelentes! Para mal, já é Domingo. Voa rápido demais quando sabe bem descansar. Estes dias, estes dois dias de descansar, dormir e festejar andam acompanhados lado a lado de ansiedade para a próxima sexta-feira. Quero o fim daquele estágio, quero entrar de férias e ir à praia. Quero a última semana de exames feita e preparar-me para a próxima fase de estudos (para mim e para os meus futuros alunos). E quero trazer o melhor de mim.

 

Parte dessa futura fase está bem preparada. Durante este mês de Agosto apercebi-me do pouco tempo que tenho para desenhar. Custa raramente ter boas ideias para expressar no papel e quando as posso pôr em prática, surge algo no fundo da minha consciência que me sussurra "ainda tens de terminar uma outra encomenda". E depois de aconselhamento da titia, que me iluminou as ideias, pus mãos à obra em 2 horas e cancelei todas as encomendas que tinha por fazer. Infelizmente nunca na vida poderei dizer que recebi dinheiro por um desenho; apenas recebi pontos que apenas me servem para trocar por outros desenhos para mim, o que até nem é mau. Mas não fico triste por isso. Prefiro que este meu passamento seja, como antes foi, a minha porta de escape e me sirva apenas a mim e às personagens que criei e acarinho. Há outras formas de criar um ganha-pão e hei-de desvendá-las.

 

E enquanto espero, vou organizando folhas, pertences e ideias. Entusiasma-me ter um fato-de-banho novo à minha espera, que para não variar é azul mas diferente. É destinado à idade que tenho e não para quando tiver 60 anos. Alegra-me ter dois ou três posts prontos a publicar durante esta semana, no caso de eu não ter tempo, de produtos que tenho experimentado e da esperança que tenho de num futuro próximo relatar-vos viagens, paisagens e pequenos detalhes simples da vida.

 

 

 

 

Portanto... Até ao próximo post! Please wish me luck,

Daniela

Un petit a part #27

Fim-de-semana prolongado! Equivale a:

 

♥ Mais dias de descanso;

♥ Mais dias para pôr a casa em ordem;

♥ (extremamente importante!!!) Mais tempo para poder visitar os vossos blogues e comentar!;

♥ Mais tempo para falar aqui de como têm corrido as coisas;

♥ Mais tempo para muita coisa boa!

 

Portanto a todos aqueles que ainda não entraram de fim-de-semana... Keep calm! Está quase!

 

(isso e ando eufórica por acabar o estágio para a semana... só faltam cinco dias úteis!)

 

 

 

 

Boa tarde,

Daniela

A autora

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