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Violet Clouds

Oh, June ♥

Parece que Junho já chegou e ainda ontem estava a celebrar o ínicio do ano.

Esta semana ponderei inúmeras vezes num hiatus para aqui. Sinceramente o blog já estava em hiatus sem ser declarado, tenho a noção disso. Porém, já chega de estar parada. até tenho assuntos para falar, para investigar e que me façam correr atrás daquilo que quero. O que falta - e muito! - é mesmo a vontade, todos os dias depois de derrotas e mais derrotas.

Ter voltado à blogosfera esta semana ajudou-me com isso. Não quero espalhar a minha negatividade - para isso já basta eu ter de a gramar diariamente. É difícil transportar a boa vibe daqui para fora da tela, porque ainda existem muitas barreiras a mandar abaixo, mas há que se começar por algum lado. E certamente que não vou desistir em Junho. É o meu mês. Daqui a uns dias vou ser uma geminiana de 24 anos que precisa seriamente de pôr as pilhas no seu lado eufórico e com garra que leva sempre tanto esforço para acordar. O meu aniversário não me diz nada há muitos anos, mas tem sempre uma espécie de luzinha algures escondida, à espera que eu a destape para proclamar vitória e ser feliz sem ter medo de um tropeção de cara cheia no asfalto. Nunca se sabe!

Portanto, numa questão de boa fé, peço ao mês de Junho que faça juz à sua graça e que aguente comigo!

E para hoje tenho a pedir-vos algo novo:

Indiquem-me os vossos blogues favoritos! É claro que vou voltar a dar a volta aos vossos cantinhos todos, mas quero conhecer mais pessoas e quem melhor para tal que vocês que me aturam? Tenho muito que pôr em dia e confio em vós para tal!

 

Um beijinho muito grande,

Daniela

 

 

Hey June!

It's finally June!

Junho tem sido um mês agridoce para mim.

É o meu mês. Faço anos daqui a qualquer coisa como 12 dias (porque antes da 19h são ainda 12 dias). 23 primaveras, credo, arrepio-me com o número. Uns dias a seguir sigo para o exame, tento dar a volta à vida novamente. Vou ver a minha melga no fim do mês e mesmo no fimzinho, vem de França o namorado. Apesar de infelizmente mais datas se colocarem durante Junho, fico em silêncio. Peço lá acima que olhem por eles. Parece-me justo e não creio que alguém queira que passe estes dias cabisbaixa por trocas e baldrocas que não estão em meu poder de alterar. Consegui não entristecer da primeira vez, penso eu. Sorrirei, este ano.

A sensação de querer celebrar o meu aniversário e ao mesmo tempo esconder-me do mundo anda a batalhar aqui dentro. Anseio por surpresas e receio ser surpreendida pela falta desse elemento, pelo esquecimento. Ou por ser só mais um ano.

Algo que me espanta pela positiva é o pessoal a perguntar o que me oferecer. Não sei, gente. Surpreendam-me. Tenho preferência a coisas de que necessite ou mesmo essenciais. Em caso de dúvida, perguntem a quem saiba. Mas em caso de falta de inspiração, a intenção é o que conta.

Guarda-me boas surpresas, Junho. Por favor. Tenho fé em ti.

Boa tarde,

Daniela

Um já foi, outro está para vir

A Dani já despachou um dos exames, o de Português. Que achei curioso, agora já não se entitula de Português A.

Manifestações interiores e silenciosas, várias tentativas de homicídio involuntário por parte da campainha da escola (precisamente por cima da janela ao meu lado) e alguma confusão à parte, os meus sentimentos perante o exame são ambíguos. Li primeiro a prova e achei que aquilo era de aparência simples. E quando a esmola é muita, o pobre desconfia. Reli a prova e tentei responder às perguntas todas quanto sabia e o mais pormenorizadamente possível. Dei por mim a pedir às professoras uma folha de rascunho e a fazer mapas mentais, o que apenas me proporcionou um par de olhares. Parece que os hábitos de estudos da minha turma já não se aplicam às novas, pelo menos ali.

Saí do exame e deparei-me com o esperado: as pessoas comentavam o quão fácil tinha sido a prova. Eu continuei com a pulga atrás da orelha e vim para casa. Não me atrevi a ir ver os critérios e prefiro aguentar as pulgas da expetativa até ao dia dos resultados; nunca gostei de fazer especulações nas notas, deixam-me demasiado enervada. E já me bastou saber que pelo menos 1 valor não tenho graças à parvoíce de fazer uma troca pequenita. À noite, ouvi dizer que os professores esperam uma descida nas médias porque os exames tinham sido de uma dificuldade média-alta. Tremi. As professoras da minha escola apenas reclamavam baixinho sobre a idiotice de numa prova de três anos com oito obras obrigatórias só sair uma, e não duas, assim como a contabilização dos "erros ortográficos" (aka o Aborto Ortográfico).

Enfim, já lá vai. E logo se vê. Credo. Agora o próximo será Biologia e Geologia, que me preocupa mais. Mas terei a mesma atitude e tentarei não subir paredes com a ansiedade. Entretanto a minha "barriguinha dos exames" já me acompanha e que remédio tenho eu senão resignar-me a esperar que desapareça. O que importa é que já só falta um. E caso as coisas não corram pelo lado melhor, estou a apressar-me em tratar de um backup plan até ao ano seguinte.

A ver vejamos. E vós, como tem sido o vosso mês? Tenho saudades vossas e dos vossos cantinhos! Espero retomar à blogosfera em condições brevemente!

(Era bom era...)

Boa tarde,

Daniela

Happy (belated) birthday to me ♥

Atrasei-me com o post sobre o meu próprio aniversário. De facto isto de estudar confunde-me os horários todos. Ainda assim venho muito a tempo de o fazer... Ou assim o espero.

Como todos os anos, posso dizer que o celebrei em dois dias - assim como o meu amigo de berçário, que nasceu um dia antes de mim e que toda a vida me acompanhou. A dia 13 celebrou-se o dia dele. A dia 14 celebrou-se o meu. Mas já no sábado se planeava em como me pôr a beber à meia noite, como no domingo se comentava os primeiros minutos do rapaz. É sempre engraçado, é sempre pegado.

Mas este ano foi diferente.

As prendas não foram tão diversas, focando-se 90% em vestuário. Precisava-o. Claro que tenho roupa, mas não sou das que pode renová-lo a cada época de saldos. E a necessidade para algo digno de uma entrevista de trabalho ou sem remendos já era muito grande. Acho que pela primeira vez me senti bem em comprar roupa numa loja; apesar da C&A ter roupa de tamanhos grandes, não precisei de ir a essa secção. Pela primeira vez os números correspondiam à realidade e as primeiras escolhas cabiam quase sempre, ou caso não o fosse, havia números maiores (ainda fora da secção de plus size). Deduzi que a dieta estava finalmente a dar frutos, após três semanas. E pela primeira vez estava a escolher peças com as quais me identificava, ao invés de padrões estranhos como os que a avó escolhia na minha adolescência. Às bolinhas ou às cornucópias. Quase sempre roupa preta e cinzenta para fazer um luto imposto ou que ela também pudesse vestir. E uma das peças foi especial.

A Dani vestiu pela primeira vez uma saia. Quer dizer, já vesti em mais jovem, mas não nestas circunstâncias. Não foi uma saia qualquer. Não era daquelas pretas sem pregas como as que as senhoras velhotas usam, nem de ganga, escolhidas dentro dos mesmos parâmetros descritos acima para as blusas. É branca, é fluída e é comprida. Dei por mim no fim do dia, a caminho da festa de aniversário do meu amigo, a brincar com as bainhas da saia pelos dedos dos pés, como uma criança. E apesar da minha largura, sentia-me bem. Sentia-me bem de corpo, de espírito, em todo. A última vez que me senti tão divertida com uma saia foi entre os 12 e os 14 anos, quando comprei uma curta rodada, também muito gira. A dieta, por consequência, acabou por me reeducar na alimentação e desintoxicar. E o exercício físico tem-se refletido na resistência, na elasticidade e até na sensação não tão boa de ter as pernas rijas como rochas.

Nessa mesma noite também me estreei no convívio noturno. Pela primeira vez saí a um sábado à noite. Ríamos em grupo na rua e não me senti deslocada do grupo, mesmo com gente acabadinha de conhecer. Fugíamos da chuva e não me pareceu estranho ou embaraçoso. Estreei-me nos shots (!!!) e achei graça por ser a única a não me queixar de ardor no estômago. Rimos, a meia-noite chegou, fui bombardeada de mensagens e carinho. O retorno a casa foi marcado pela chuva que apesar de fria, foi bem-vinda. Olhei pela janela do carro e refleti sobre tudo. Dei por mim a sorrir.

O meu 22º aniversário prolongou-se até ao final de Domingo com mais chuva, gargalhadas numa festa pacata e a molenguice que se apressa a chegar depois de um almoço de fim-de-semana. Houve quem dormisse e não me importei. Notei que estavam todos relaxados e divertidos. E apesar de uma controvérsia ou outra, o dia acabou comigo a sentir-me recarregada e motivada. A dieta ficou na pausa mas não havia problema, era um dia especial. E ninguém que não fosse bem recebido o interrompeu. E agora, até à próxima Segunda-Feira, vai ser só trabalhar no duro.

Afinal, aquele feeling de que algo bom me esperava este ano estava mais do que certo.

Daniela

 

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