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Violet Clouds

Hoje é um dia histórico.

Não, não é nada acerca de Portugal ter ganho o Euro2016, isso foi dia 10.

Hoje, dia 14 de Julho de 2016, a minha adolescência pôde dar o seu último suspiro. Foi compreendida.A minha versão maluca do antigamente pode finalmente estar descansada e seguir em frente, porque finalmente, a titia gostou de ouvir o grande hit da Cascada, "Everytime we Touch".

Habemus boa nostalgia.

Lancem os foguetes. E voltemos ao dia normal.

 

Redefinir prioridades.

Boa noite, gente!

 

Sim, já tenho portátil de novo. Fiz da minha cozinha uma sala de operações para Transformers e três horas depois, o bicho estava arranjado. Na mesma noite desmonronou o armário do meu quarto, mas já se esperava.

 

Hoje foi o segundo dia de 30 do estágio. Não quero sequer fazer mais contas à cabeça para saber quanto tempo falta, em vários formatos, até porque saber que daqui a 8 semanas o curso acaba de vez reconforta-me muito mas muito mais. Mas sim, as coisas hoje já foram diferentes e começam a chegar-me certezas ao meu ser que antes estavam pertíssimo de estar definidas.

É um bom estágio. Entro às 9h, tenho 1h de almoço e posso sair tanto às 17h como às 18h se tiver de compensar horas. Entre fazer pesquisas, desenvolver projectos e esperar por trabalho, faz-se bem. Mas há alguns anos que tinha esta incerteza, e tenho vindo a ter a sua resposta com este evento. E é por estas e por outras que as pessoas me acham estranha ou diferente, mas chega. Não dependo dos sonhos dos outros para sonhar com as mesmas coisas. E devo muito do que sei à pouca experiência de trabalho que já tive até agora.

Passei a compreender o que quero mesmo da faculdade. Vejo muita gente da minha idade a candidatar-se a cursos que nunca sequer sonhou com eles ou a afogarem-se em dívidas para terminarem a faculdade cedo e a resposta que me dão é "ao menos tenho uma licenciatura aos 20 e tal". Quero ir para a faculdade para tirar Psicologia porque gosto do tema, é algo que gostaria mesmo de estudar e seguir. Não é urgente. Não é novidade que uma licenciatura em Portugal não alimenta ninguém, muito menos de Psicologia. Portanto a faculdade pode esperar sim, pode esperar para que eu lute por ela e por um sustento. Não tenho de me sentir inferior a ninguém apenas porque sou das poucas do meu grupo de amigos e conhecidos que não está na faculdade.

Mas hei-de entrar um dia.

 

No que toca ao famoso emprego de sonho, pensa-se na questão que já nos foi colocada a todos nós e que nesta década teve uma grande mutação. "O que queres ser quando fores maior" tornou-se num "O que queres fazer quando fores grande e estiveres no desemprego?". E depois de tudo isto, sei que não quero um emprego (não um trabalho). Não quero estar num local onde o silêncio reina mais, as horas passam e se está dependente de um monitor. Ou de um telefone. Ou de seja o que for. Onde não nos possamos desenvolver, ser criativos. Ao longo dos anos descobri que quero um trabalho: onde tenha interação natural, onde possa fazer alguém sorrir ou ajudar alguém, onde possa ser eu.Tudo isto tem-me feito pensar na hipótese de abrir um negócio pequeno com a minha tia, algo que é muitas vezes falado e sonhado por aqui. Ou ir para os bombeiros quando ela estiver melhor do punho. Apenas sei que me sinto muito menos receosa quanto ao tema "procurar trabalho" e consigo abrir o leque de opções um pouco mais do que antes. Mais do que em Outubro de 2013.

 

Isto é o que dá, um certo bichinho no estômago que nasce quando recebemos o primeiro sorriso de gratidão. Saber que podemos um dia acordar cedo e ir trabalhar com vontade ou bem-dispostos, e não a arrastar-nos. Saber que é possível trabalhar para sustentar a família e fazer com que esse tempo, apesar dos senãos e dos problemas que possam surgir, valerão sempre a pena e poderá sempre surgir uma boa surpresa de onde menos se espera.

 

Desculpem-me, este é o meu desabafo. Não é uma crítica a ninguém nem nenhuma indirecta. É um desabafo.

Nail art #8 - Quais os vernizes que tenho?

Boas noites gente!

 

Ena!!! Um post sobre algo que não seja a reclamar de seja o que for!!! Sim, eu disse que tinha coisinhas novas para publicar e a maioria das novidades vêm para esta rúbrica. Embora tenha três novas nail art pictures para vos mostrar, ainda não vos falei dos vernizes que tenho. E tenho as fotografias aqui a morrer de velhas... Assim como as últimas unhas que fiz, que me esqueci de tirar uma foto ao princípio. Mas continuando.

O primeiro post falava sobre produtos básicos, mas aqui quero mostrar-vos todo o tipo de vernizes que tenho (à excepção dos básicos do primeiro post, claro). Portanto talvez seja melhor começar pelas fotos e ir falando sobre eles:

 

E é isto o que tenho por agora. Mas vernizes são daqueles produtos que vão acabando e surgindo com frequência - seja por uso ou porque secam - e portanto deverão surgir novas cores!
Gostam? Alguma marca que nos recomendariam?
Boa noite,
Daniela

Revoltas da tia #1

Decididamente, isto vai ser uma boa rúbrica. Tenho fé que sim.

 

Revolta da tia, às 3 da manhã, ao sofrer uma daquelas crises de fome em que procura algo que lhe aconchegue o estômago:

O Bollicao que lhe comprei hoje não tem cromo.

 

"Já estou cmó Hitler! MÉU CRRROMO!!!??? Bollicao sem cromo não é Bollicao! Isto não passa de um pão-de-leite recheado com cacau!!! EU QUERO O MEU CROMO!"

"Mas estamos na altura do ano em que não há cromos..."

"Blasfémia!!! Bollicao tem sempre que ter cromo! Nem que seja pa gente jogar fora depois, MAS TEM DE TER!!!"

 

... Pronto.

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