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Violet Clouds

Constipações, trabalho e correria

Boa tarde gente! Como vai a vida por aí?

 

Parece que a tendência para estar ausente demasiados dias seguidos no blog tem persistido, mas pelo menos não é por falta de conteúdo. Por aqui a vida tem estado um pouco agitada: lidar com "dramas" da terceira idade, dar explicações aos pequenitos e por vezes sentir que estou na verdade a ser ama deles, escrever resumos noite fora para os miúdos mais velhos. É o que me é exigido e estar parada é que não pode ser, portanto é sempre a andar.

Não tenho tido muito espaço para fazer aquilo que me acalma e deixa satisfeita, mas pelo menos já me consegui desligar de muito stress virtual que me andava a seguir desde 2015 por parte de outras redes sociais (particularmente do deviantART... Quem acha que aquilo é só desenhos bonitos vai muito bem enganadinho e para espanto de muitos, as birras vêm de pessoal mais velho que eu). Ainda assim tenho pedido bastante ajuda e dicas por parte de artistas mais experientes para voltar a desenhar com mais assiduidade e praticar mais vezes. Isto de andar parada há muito tempo ou a fazer um rabisco ocasional aqui e além não ajuda nada, de todo.

Por outro lado, tenho-me rido com os meus alunos mais velhos e as suas "pancadas" da adolescência. Parece que Kizomba já não é giro e agora o que oiço sair dos fones deles é funk brasileiro, o que me questiona acerca do gosto musical dos miúdos. Algumas jovens mais velhas começaram a ouvir K-Pop (pop coreano) e têm paixonetas pelos cantores. Mas nesse aspeto não posso falar muito, porque na falta de coisas melhores para fazer comecei a jogar numa aplicação de visual novels coreana. Primeiro era o Japão a espalhar-se e agora é a Coreia do Sul? Jasus!

Uma delas já andou a pesquisar sobre a possibilidade de casar com um dos cantores, vejam bem.

 

No meio da confusão consigo sorrir e aguentar. Pode ser que em breve volte com toda a força e temas que tenho anotado à parte para falar aqui!

 

Boa tarde,

Daniela

Internada, não!

Já fico feliz hoje com o simples facto de não ter sido internada por causa de uma inflamação intestinal. Não vou passar a noite lá nem vou beber chá de alface (apesar de não me ter safado de uma dieta que é quase... A pão e água). Muito chá e muita água de arroz e esperemos que isto vá ao sítio sem me encher de medicação.

Mas hoje já fico feliz por outro motivo.

Os miúdos voltaram à explicação e acho que nunca fiquei tão feliz por vê-los. Não só por voltar a trabalhar, mas porque senti mesmo falta deles. Das gargalhadas, da ordem de sentido quando têm de ouvir alguma coisa, da cumplicidade entre eles para tentarem sair mais cedo ou para se safarem de sarilhos, do carinho e dos miminhos que eles dão "à explicadora". Parece que não é muito mas vou voltar a estar ocupada e a ajudar em casa com o que posso.

Devagar, devagarinho. Hoje é dia de organizar tudo, preparar dossiers e folhas. Hoje é dia de voltar à luta.

 

Nope, try again #2

Juro, gente, que tive prestes a começar este post para o "Lógicas da Batata" depois de ter consultado os resultados no site das colocações mas visto que não posso fazer nada, calei-me. Fiquei meio irritada por ter visto que até poderia ter entrado numa das opções sem problemas com uma nota mais alta na prova de ingresso requirida... Mas as médias do secundário estragaram a coisa.

E nem falo nas outras duas opções, foi terrível. Sinceramente já vou fazer a candidatura à segunda fase com fé... Na fé mesmo, porque nas minhas notas não é de certeza. Cheira-me que uma futura tentativa será pelos maiores de 23 daqui a uns anos...

Continuando. Suspirei um bocado de alívio na parte de poder fazer alguma coisa agora e depois de uma longa conversa com familiares, atirei-me para a procura de emprego. Se já dava uma olhada pela Net.Empregos just in case quando ainda estava à espera de notícias, agora mais rapidamente o faço certo? Não me espantei muito com a exigência costume de experiência ou de licenciaturas, aquelas combinações de requisitos sem nexo, mas fiquei motivada por ter começado a procurar. Da conversa com os familiares surgiu então as opções que tenho: as explicações como o "desenrasca" estão garantidas, mas procurar trabalho é uma prioridade, assim como formações que valham a pena ou que me enriqueçam a nivel curricular. Também já tinha pensado em investir no estudo e aperfeiçoamento da minha área profissional para não me esquecer de nada... E também coloquei no meu leque de opções a possibilidade de procurar algo como tradutora, indicado por uns amigos do meu padrasto quando estive em Fiães, que também me leva a pensar em fazer um curso de certificação da língua inglesa. É certo que estou desesperada e que estou aliviada - em parte - por ter alguma coisa em backup, mas quero mesmo pôr as pilhas. Quero mesmo arrancar desta estagnação e começar a desenvolver carreira em alguma coisa, quero estar ativa, quero crescer profissionalmente.

Quero mesmo ser mais ativa financeiramente e ajudar a minha família, quero dar-lhes alguma estabilidade financeira e começar a amealhar para o meu futuro. E voltei a fazê-lo, estou em busca disso e sei que não vai ser fácil. porque tenho alguns condicionamentos mas não posso desistir.

E perdão pelo apelo, mas se souberem de algo ou alguém à procura de pessoal para a secção informática (com noções básicas de programação), I'm your girl. Também sou ilustradora de manga e anime. Sou meio envergonhada e ainda à procura do primeiro emprego, mas dêem-me uma oportunidade.

Now... I just can't give up. Quiçá Outubro me traga um milagre na segunda fase.

 

Da tal reportagem sobre os blogues...

Não tenho muito a dizer sobre o assunto, dado que vi metade da entrevista e tal parte me deixou num pranto e num praguejar de palavrões no meio da cozinha, à hora de jantar. E nem sequer quis saber do resto que perdi.

Dei conta de alguns bloggers que até sigo e que se ganham algum dinheiro com o seu cantinho, são eles que o escrevem, que se esforçam e que mantêm um equilíbrio entre o pessoal e o rentável. Até aí tudo muito bem - e palmas com mais intensidade para quem vende o seu próprio produto no seu blog, que sempre faz o dobro do trabalho dos outros e nunca acaba por sair de dentro da redoma do tema pessoal que criou para o blog! Até eu já pensei várias vezes em vender aqui o meu peixe - já que muitas vezes falo daquilo que faço por estes lados.

Mas cá está. Quem fala sou eu. Não é uma equipa contratada por mim. Nem tenho dinheiro para mandar cantar um cego, como bem se costuma dizer; se o tivesse certamente que o investiria doutra forma no blog, não a contratar quem mo escreva. Quem melhor do que a minha própria pessoa para chegar aqui, abrir um novo post e desabafar com as palavras mais adequadas e certeiras acerca do meu dia-a-dia? Ninguém, pois claro. Naquela entrevista, não vi bloggers com grandes templates, fotos giríssimas de si próprias a mostrar um produto em específico ou textos bonitos. Vi uma equipa de empregados contratados por alguém que acabou por se tornar no próprio produto de um blog a quem eles mesmos pagam para ser desenvolvido. Não é de x ou y mostrados no cabeçalho, mas sim dos coitados que se esfolam para escrever algo minimamente próximo e preciso de quem no fim do dia, sem muito esforço ou cansaço, chega ali e assina o post. De esforço próprio, sentimento e carinho pelos seguidores, aquilo não tem absolutamente nada. Zero. Rien.

E se é para ser por essas condições, por muito que os dias de hoje estejam complicados e que toda a forma de arranjar algum dinheiro seja muito bem-vinda, prefiro fazê-lo a um ritmo muito mais lento e mesmo sem ganhar algum, receber carinho e amor misturado em palavras de pessoas que perdem o seu tempo para partilharem daquilo que o meu cantinho lhes têm a mostrar ou contar. Esforço-me, muitas vezes nem consigo ser tão assídua com gostaria - porque detrás do teclado a vida é complicada, como não gosto de esconder (o blog não se deveria tratar apenas do lado arco-íris da vida, digo eu) - mas cada palavra vinda da vossa parte compensa todo o trabalho.

Portanto no meio disto tudo, tenho a agradecer a todos os meus subscritores por tomarem sempre um pedaço do vosso tempo para me visitarem e me responderem. ♥

Boa tarde,

Daniela

Redefinir prioridades.

Boa noite, gente!

 

Sim, já tenho portátil de novo. Fiz da minha cozinha uma sala de operações para Transformers e três horas depois, o bicho estava arranjado. Na mesma noite desmonronou o armário do meu quarto, mas já se esperava.

 

Hoje foi o segundo dia de 30 do estágio. Não quero sequer fazer mais contas à cabeça para saber quanto tempo falta, em vários formatos, até porque saber que daqui a 8 semanas o curso acaba de vez reconforta-me muito mas muito mais. Mas sim, as coisas hoje já foram diferentes e começam a chegar-me certezas ao meu ser que antes estavam pertíssimo de estar definidas.

É um bom estágio. Entro às 9h, tenho 1h de almoço e posso sair tanto às 17h como às 18h se tiver de compensar horas. Entre fazer pesquisas, desenvolver projectos e esperar por trabalho, faz-se bem. Mas há alguns anos que tinha esta incerteza, e tenho vindo a ter a sua resposta com este evento. E é por estas e por outras que as pessoas me acham estranha ou diferente, mas chega. Não dependo dos sonhos dos outros para sonhar com as mesmas coisas. E devo muito do que sei à pouca experiência de trabalho que já tive até agora.

Passei a compreender o que quero mesmo da faculdade. Vejo muita gente da minha idade a candidatar-se a cursos que nunca sequer sonhou com eles ou a afogarem-se em dívidas para terminarem a faculdade cedo e a resposta que me dão é "ao menos tenho uma licenciatura aos 20 e tal". Quero ir para a faculdade para tirar Psicologia porque gosto do tema, é algo que gostaria mesmo de estudar e seguir. Não é urgente. Não é novidade que uma licenciatura em Portugal não alimenta ninguém, muito menos de Psicologia. Portanto a faculdade pode esperar sim, pode esperar para que eu lute por ela e por um sustento. Não tenho de me sentir inferior a ninguém apenas porque sou das poucas do meu grupo de amigos e conhecidos que não está na faculdade.

Mas hei-de entrar um dia.

 

No que toca ao famoso emprego de sonho, pensa-se na questão que já nos foi colocada a todos nós e que nesta década teve uma grande mutação. "O que queres ser quando fores maior" tornou-se num "O que queres fazer quando fores grande e estiveres no desemprego?". E depois de tudo isto, sei que não quero um emprego (não um trabalho). Não quero estar num local onde o silêncio reina mais, as horas passam e se está dependente de um monitor. Ou de um telefone. Ou de seja o que for. Onde não nos possamos desenvolver, ser criativos. Ao longo dos anos descobri que quero um trabalho: onde tenha interação natural, onde possa fazer alguém sorrir ou ajudar alguém, onde possa ser eu.Tudo isto tem-me feito pensar na hipótese de abrir um negócio pequeno com a minha tia, algo que é muitas vezes falado e sonhado por aqui. Ou ir para os bombeiros quando ela estiver melhor do punho. Apenas sei que me sinto muito menos receosa quanto ao tema "procurar trabalho" e consigo abrir o leque de opções um pouco mais do que antes. Mais do que em Outubro de 2013.

 

Isto é o que dá, um certo bichinho no estômago que nasce quando recebemos o primeiro sorriso de gratidão. Saber que podemos um dia acordar cedo e ir trabalhar com vontade ou bem-dispostos, e não a arrastar-nos. Saber que é possível trabalhar para sustentar a família e fazer com que esse tempo, apesar dos senãos e dos problemas que possam surgir, valerão sempre a pena e poderá sempre surgir uma boa surpresa de onde menos se espera.

 

Desculpem-me, este é o meu desabafo. Não é uma crítica a ninguém nem nenhuma indirecta. É um desabafo.

Fingers crossed.

Olá a todos vós, queridos leitores! Já é sexta-feira, o fim-de-semana está à porta e com ele vem o descanso de toda uma semana de trabalho árduo.

 

Estou a precisar de descanso. Não de dormir ou restabelecer forças físicas, mas antes as psicológicas. Acho que tem sido esse o meu maior problema ao longo dos anos. Vinha falar-vos do quanto atribulada tem sido a minha semana (no bom sentido, creio) e debater-me na questão de vos contar por fim sobre a novidade-mistério que se tem arrastado desde o princípio deste blog, ou levar a surpresa até ao fim. Vinha perguntar-vos sobre o que acham de um aspecto novo e completo para o blog, porque ando desinspirada. Queria falar-vos sobre tudo isto e adiantar que preferi contar-vos estas novidades todas em vez de um ou dois temas que tinha pensado em expôr aqui.

 

Que estou ansiosa pelo meu aniversário e que assim que chegar dia 6 de Junho, eu esteja algures a festejar com a família, namorado e amigos sobre o meu sucesso que tanto pavor me tem causado.

 

Mas a música acaba e oiço detrás da porta os gritos e as discussões do costume. As que me cansam os ouvidos e me levam à exaustão mental. As mesmas que me levaram a atravessar as portas da imaginação em busca de um mundo mais pacífico e que se tornaram tão graves, sem sentido algum, que desisti de querer sonhar. Porque nunca param, todos os dias há gritos aqui em casa. Ora porque os vizinhos se queixam do barulho que não sou eu a fazer (a altas horas da noite), ou porque eu não fiz alguma coisa que seja quem for tenha feito.

Hoje grita-se porque não nos lembrámos de ir pôr o Euromilhões... Quem discute por uma coisa destas?

 

Bendito sejas, meu adorado leitor de música! Como te adoro, nestas horas de aperto em que preciso de fugir para um sítio qualquer onde possa respirar fundo! E bendito seja o senhor da Zon que apareceu hoje cá por casa. Deixou o seu número de telefone à minha tia, pedindo que encaminhássemos pessoas de confiança para uma entrevista de emprego, uma vez que estão à procura de pessoas para trabalhar.

 

Parece que afinal nem tudo é mau... O que acham que fez a minha tia? (:

 

Boa tarde,

Daniela

 

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