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Violet Clouds

Un petit a part #55

First of all, TCHAU JANEIRO. RUA.

Nossa, que mês tão pesky. Se há meses que detesto são Janeiro, Março e Agosto. Que horror. Janeiro é como a típica amiga falsiane que se apresenta toda bonita e cheia de inspiração e balelas e no fim é a coisa mais horrorosa e mais chata ao de cima da terra e debaixo de sol.

Até dá vontade de dizer asneiras.

Passando à frente, começamos Fevereiro meio em coma do mês anterior (please be gentle for once, February) e a entrar em modo desperada com o dia dos Namorados. Até que nem ligamos muito à data, mas como já somos muito lamechas ao longo do ano (só que não) a gente até que tenta pagar a falta de fofices dos outros 364 dias. Mas não sei sequer o que lhe oferecer (mal tenho tempo de me coçar, quanto mais de pensar). Se me ver muito aflitinha lá desenrasco qualquer coisinha doce, mas queria ser um nico mais original...

Enfim, logo vejo.

Outra coisa que me está a dar a volta ao cérebro é o blog. Sinto que falta qualquer coisa mas entretanto num ponto de vista mais geral, acho que ele está apresentável. Pode ser que me baste só adicionar e arranjar uma coisa aqui e outra acolá.

 

Aff. O que uma pessoa faz para se sentir minimamente orientada...

Feliz 2018

Vem atrasado mas com boas intenções! Espero que 2018 vos traga tudo de bom e tudo aquilo que mais desejam em torno daqueles que mais amam!

 

Penso que vou já tarde para vos falar acerca das famosas resoluções de ano novo. No entanto, elas haverão de cá vir parar nem que seja noutro contexto qualquer. Ouvi dizer que 2018 ia ser o ano da mudança. O ano em que todos nós íamos virar o jogo, que íriamos ter força para nos levantar e determinar o nosso destino.

Até agora o ano 2018 tem-se querido tornar no pior ano da minha vida, e nunca achei que conseguiriam destronar 2016. Daí o meu atraso e daí vem, infelizmente, o anúncio de que este blog estará em hiatus pelo menos, e se Deus quiser e deixar, até Fevereiro, por motivos familiares e pessoais. Começo o ano de 2018 com coisas "boas", sempre uma por dia.

A minha Lucky tem de proceder a uma mastectomia, porque desenvolveu carcinoma mamário de grau II.

Um dos meus familiares teve uma trombose na sexta-feira. Graças a Deus que foi socorrida a tempo, mas agora está em estado de vigilância.

Há problemas em ambos os meus postos de trabalho: vão de pessoas desonestas até a encontrar falcatruas ilógicas efetuadas pelos donos anteriores em tudo o que é buraco.

O ecrã do meu computador partiu-se por causa... De frio! Ainda estou para entender esta...

E só porque nem isto, nem tudo o resto que escuso de mencionar, possa ser já que chegue, parti um dente sabe-se lá com o quê. Vai de anti-inflamatórios para cima para que o possa remover.

 

Se tenho de vos contar isto tudo? Claro que não. Mas assim ao menos denoto o quão sinistro e o quão grave está a começar o ano e no futuro espero poder celebrar o fim feliz de tudo isto. E se alguém tiver boas dicas que me dê, agradeço imenso. Já pensei em enfiar-me numa pia batismal de cabeça para ver se este despejo de azar se vai embora.

Acerca do Pai Natal Secreto, devido a tudo isto, demorarei um pouco a ir aos CTT, mas eles que me esperem, porque fazerem-me pagar uma encomenda expresso, sempre por causa da greve, para depois a coitada da rapariga não a poder lá levantar, ai ouvem ouvem. Mas ela há-de recebê-la sem problemas, espero eu. ♥

 

Pode ser que para o regresso do blog traga algo novo. Pode ser que no regresso possa respirar de alívio. Perdoem-me o testamento e a ausência mas não está mesmo nada fácil.

Beijinhos,

Daniela

O Pai Natal Secreto chegou!

Ai que eu não quero estar atrasada nisto! :D

 

Ontem à tarde a minha avó ouviu um "PAK!" muito alto nas caixas do correio e foi, a muito medo, ver o que era e deu de caras com um embrulho ali, para mim. Quando chego a casa do trabalho, vejo-a muito incrédula, com cara de "mas como é que o carteiro conseguiu enfiar isto na caixa?". Depois de muito riso lá vi de quem era e fiquei muito feliz de ser uma prendinha da Sofia e fiquei logo super entusiasmada!

 

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Eu vou deixar as prendinhas para a noite de Natal, a não ser que a Sofia me dê autorização, claro! Mas fiquei super encantada com o postal e estou de coração derretido com as palavras dela. Mal posso esperar para ver as tuas prendinhas e um muito obrigado pelo carinho. E um grande agradecimento à Marta (e também muitos parabéns pela boa nova!) pela iniciatica e a todos os participantes por darem asas ao Pai Natal Secreto aqui dos nossos cantinhos.

Aproveito para dizer que o Pai Natal Secreto já partiu daqui e deve chegar amanhã (estou a seguir a encomenda a muito medo, porque os CTT avisaram-me que as entregas andam um bocado desnorteadas). Estou ansiosa para que chegue ao seu destino.

Boa noite,

Daniela

Un petit a part #54

Isto de estar a tentar com toda a minha pessoa voltar a saborear a época natalícia ainda está a ser custoso. Quanto mais me aproximo da véspera de Natal, mais sei que não vai ser como anseio. que a probabilidade é manter-se apático ou pior ainda. Mas continuo a tentar e por isso, amanhã vou fazer a árvore de Natal com os meus avós. Agora que penso bem no assunto, acho que me vou aventurar de manhã... Assim despacho-me mais depressa.

Comprar as prendas não é algo que me custe, até porque já ando a ter isso em conta desde há uns meses atrás e quando vi alguma promoção decente, trouxe-a logo. Já me falta pouquíssima coisa e acho que se tiver sorte, vou fazer uma visitinha à Primark ou à Tiger para as prendas que faltam e continuo dentro do meu budget. Também já as comecei a embrulhar para não deixar tudo para a última da hora.

Mas para a semana tudo isto vai ter uma pausa porque a minha Lucky vai ter de ser operada urgentemente. Tem um tumor mamário e está a crescer a olhos vistos. Já está tudo marcado, planeado e pensado e as contas que se lixem, porque a minha bichinha não vai ter o mesmo sofrimento que a minha Nina. E emocionei-me ao ver que as veterinárias ainda se recordam da dor tão grande que foi.

Portanto se realmente os nossos desejos são ouvidos nesta época, eu peço com todas as forças ao Pai Natal que a minha Lucky volte para casa tratada e bem.

Christmas Wishlist 2017

Ainda estou meio abananada de já ter passado um ano. Quase que nem dei pelo tempo passar e não tenho muita coisa a dizer de 2017. Mas isso fica para outro dia mais perto do Reveillon, sim?

Hoje achei que era boa ideia falar da famosa wishlist deste ano. Também como tenho visto noutros blogs, fico bastante satisfeita de finalmente poder falar da minha veia minimalista, mesmo que esteja em contraste com a tendência acumuladora que há na casa dos meus avós. Mas agora já tem sido possível livrar-me de mais tralha e ter mais espaço portanto estou super satisfeita. E quero que essa tendência continue na parte das prendas. Já sou daquelas pessoas que nunca pediu assim muita coisa (só aquilo que realmente preciso) e dou muito valor a prendas simbólicas ou inesperadas, pela sua intenção. Mas pedir por pedir nunca foi o meu forte e este ano isso mantém-se.

Como todos os anos, cá vai o top 5. A ver se consigo chegar aos cinco!

♥ Óculos

Já ando a fazer um mealheirozinho porque já devia ter renovado as minhas lentes há muito tempo e agora estão todas riscadinhas, mas pode ser que o Pai Natal seja um fofo e me ajude... Preciso de voltar a ser oculista com a graduação certa, senão pareço uma velhota a tentar perceber as coisas.

 ♥ Roupa

Estou um bocado dividida aqui porque como ganhei peso, não quero comprar roupa até voltar a perdê-lo (já recomecei a dieta...) mas já era boa ideia comprar umas calcinhas novas. Tenho aquele problema de rasgar sempre as minhas nas coxas. Haja saúde e dinheiro para pernas grossas...

 ♥ Material de desenho

Se alguém tiver com dúvidas, material para desenhar calha sempre bem, a sério. Sempre.

 

♥ Pedras e Cristais

Acho que esta salta de um ano para outro e para outro e para o próximo. E agora como ando numa de personalizar o meu espaço, pedras e cristais dão sempre uma ótima vibe!

♥ Alegria, Amizades e Amor

Há muita falta disso pelo mundo inteiro. E tenho sentido a falta de uma gargalhada sincera e de bons momentos com amigos e amados. É preciso cultivar o amor e o carinho, a felicidade. E já que estamos a aproximar-nos do Natal, é a altura perfeita para relembrar isso. E quero felicidade em todos os nossos corações. Que em dias tão negros haja sempre pelo menos um raio de luz que nos assegure de que vai ficar sempre tudo bem.

 Sim, lá tive que ir a outros anos buscar ideias. Não tinha muito mais em mente. Mas desde o momento em que nos sintamos todos felizes, acho que é mais do que suficiente. Que as prendas sejam sempre recheadas de amor, físicas ou não.

Boa noite,

Daniela

Já chegou Dezembro...

... E já chegou toda uma vibe de Natal em peso, mesmo que há algumas semanas que já andem as decorações por aí.

Hoje é dia de encher as redes sociais com muito boa gente a montar o pinheiro de Natal durante o feriado. Ah... E eu a trabalhar. Mas a minha já está montada e linda. Para a semana vai ser a vez de decorar a casa da minha avó. Ou talvez deixe isso para o dia 15, até entrar de férias com os miúdos.

Hoje é dia de encher a minha vista de coisas que quero tanto voltar a celebrar como dantes. E é dia de sentir muita nostalgia com algumas coisas que me fazem voltar atrás no tempo - como ir ao circo no Natal, por exemplo, no Coliseu do Porto. Lembra-me de ter papelinhos nos cadernos com os dias que faltavam para me poder enfiar no comboio.

Ora, lembra-me muito os meus primeiros passos como blogger, que ainda vos escrevia em Comic Sans num frenesim natalício muito grande e... Cor de rosa. Jasus, eu tive um blog cor de rosa. Aquele template muito antiguinho do Diário da Sofia, que com muita pena minha já não está disponível (era girinho).

Anyway. podia ser pior. Já estive mais longe de onde me encontro. Já estive determinadíssima a renegar o Natal este ano e parte dessa resmunguice já se desvaneceu com a montagem do meu primeiro pinheirinho (que tenho de vos mostrar!). Mas continuo sem estar preparada.

Porque estou muito longe da Consoada que costumava viver. Muito, muito longe mesmo. Não é uma Consoada daquelas tradicionais com bacalhau e filhozes na mesa e toda uma família junta que não se vêem há 364 dias.

Quer dizer... De facto é, mas não é a típica família dos reclames.

É toda aquela família que, tal como eu - papelinhos à parte - contou os dias comigo. Nas horas de almoço, à ida para a escola, ao telefone com os entes queridos. É toda aquela gente que estava desejosa de poder entrar pelos portões e ser recebida com uns vinte ou trinta abraços, muitas piadas à mistura e todo um mundo novo que nos resguardava daquele que nos massacrava diariamente. É todo aquele momento de revermos os que mais amamos, não pelo cinismo natalício, mas pelo verdadeiro Natal, o de amor e prosperidade.

São todas aquelas pessoas de quem sinto umas saudades enormes, que me esmagam o peito e que sei, bem cá no fundo, que para alguma vez voltar a sentir isso, recriar todo esse amor, vai ser preciso partir muitas paredes e desviar muitos obstáculos. E hei-de o fazer.

A vida ensina-nos as coisas para que as possamos praticar de acordo com o que acreditamos. E eu acredito que um dia vou voltar a contar os dias em papelinhos até ao dia de Natal.

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 (preparem-se minha boa gente, que vai dar início ao Countdown to Christmas aqui no blog! Posts todos os dias até ao bendito dia!)

Ser o Grinch ou não ser?

Eis a questão.

Acho que se qualquer versão passada de mim tivesse a chance de viajar até 2017 e lesse uma coisa destas, comia um ensaio de chapadas. Nunca me passaria na cabeça de alguma vez colocar o meu espírito natalício em questão. Eu, que sempre contei os dias até à véspera de Natal e procurei oferecer prendas que, em vez do valor monetário, tivessem muito mais valor simbólico. Que sempre andei empolgada para fazer a árvore de Natal e que fugia da mesa da Consoada para estar sossegada ao pé das luzes do pinheirinho, no escuro da noite. Ao menos tranquilizar-me-ia ao afirmar que este change of heart não proveio do consumismo. Sempre fui contra isso, sempre serei.

Mas antes de entrarem em pânico - euzinha do passado, euzinha do futuro e leitores que achem isto muito estranho - estou a tentar lutar contra esta "dor". Aquilo que de momento me obriga a questionar o meu amor pela época natalícia é algo muito mais pessoal e profundo. Mesmo assim tem sido uma luta constante para ter a certeza que não estrago o Natal a ninguém. Continuo a plantar a magia do Natal e a incentivar a escreverem cartas ao S. Nicolau sem qualquer hesitação, a olharem sempre ao próximo em vez do próprio umbigo. Apenas não me peçam para ser eu a escrever-lhe.

Em vez de prendas, ia pedir respostas. Respostas essas que sei que vou encontrando à medida que me tento levantar do chão e reencontrar a minha fé. Lembram-se de ter falado num post anterior que estava noutra casinha? Pois é, ainda se mantém. Não é uma mudança permanente, mas é um espacinho que sempre pude chamar de "meu". O trabalho das explicações e outro certo trabalhinho do qual espero poder falar-vos daqui a algumas semanas tem consumido muito do meu tempo e precisei urgentemente de sair da casa de onde estava, onde era interrompida a torto e a direito por conversas que não se lembra nem ao Menino Jesus. Ali não há prioridades e precisei de criar uma imediatamente.

Não vou jogar oportunidades fora quando mais preciso delas.

Adiante. Não me é estranho viver numa casa sozinha. Desde miúda que fui habituada a ter tarefas de casa, a cozinhar algumas coisinhas e a ter o meu espaço o dia todo. Também nunca gostei de ter uma casa muito cheia, o que é algo que consigo ter aqui - há muito pouca coisa, o essencial. Dou por mim a fazer a limpeza da casa num instante e ainda a procurar coisas que precisem de arranjo ou sacos que estejam à espera de uma revisão. Até implementei a reciclagem, que era algo que já queria fazer há imenso tempo, e comecei a plantar! Também tenho um hábito tremendo de falar sozinha, mas é ótimo para organizar as ideias. No entanto fez-me muita impressão passar a primeira noite sozinha. Quando me dei conta do sucedido, fiquei parva.

Passei por muitas aventuras e improvisos, fiz muita coisa que a maior parte dos miúdos da minha altura não costumava fazer. Mas nunca tinha passado uma noite sozinha em casa, sem ninguém perto ou com quem conversar. Confesso que o maior pânico foi mesmo na hora de dormir, porque com este tamanho e idade ainda tenho medo do escuro, mas achei algo de muito reconfortante e pacífico nessas poucas horas de silêncio. Tem sido toda uma experiência nova e revitalizante que a certo ponto, já estava mais do que na hora de a ter. E no meio de toda esta crise pessoal que tenho enfrentado, onde tenho feito muita força para que aquela luzinha especial não se apague... Fiz a minha primeira árvore de Natal.

E foi aí que pensei com os meus botões, devo ter-me tornado no Grinch. Mas espero que seja como foi no fim do filme.

Espero voltar a ter fé no Natal, nos sonhos e na esperança de ser feliz.

 

De volta às origens com a Nokia

Olá a todos! Espero que estejam a ter um bom fim de semana!

Falei de algumas novidades há uns dias e já tinha saudades de fazer um post do género, portanto adiante. A minha telha morreu há uns dias, o dito cujo que esteve hibernado quatro meses e depois decidiu ressuscitar até morrer de vez (e a ver vamos se un dia destes não o tento ligar e decide voltar à vida). Ainda tentei usar durante alguns dias um Alcatel Pop C7, mas mesmo sem usar muitas aplicações, o bicho estava muito lento, então tive de mandar o mealheiro abaixo.

(sim, sou menina de mealheiros, porquinho e tudo)

Como sou muito afortunada com smartphones (not) andei a procurar com bastante caução, a ter sempre em conta os preços, especificações, as coisas chatas da hora de se comprar um smartphone. Para filtrar a pesquisa cortei logo metade das opções: Samsung nem pensar (já chega), Huawei nem vê-lo, Iphone não obrigada, e lá reduzi as escolhas muito rapidamente. Como andam estes telefones hoje em dia, também decidi que não queria nada muito XPTO e recuso-me a pés juntos gastar mais de 200€ (e já estava a esticar bastante) num telemóvel. Visto que avariam sistematicamente com bugs de série, não gosto de desafiar a minha sorte desta maneira.

Toda esta palheta também deu azo a mais uma situação caricata da Worten, que tão cedo não me vê os dentes, depois de me estarem a tentar vender um aparelho bem mais caro daquele que eu estava a ver (que estava em promoção nesse dia) e com pelo menos metade da performance. A dita frase do costume foi "então mas não quer um telemóvel só para ir às redes sociais?". Meu caro, um smartphone dá para muita coisa, e nem sou muito fã do Facebic*.

Decidi encerrar a procura e fui diretamente à Vodafone, onde me apontaram para a lenda, o Nokia 5. Adquiri-o muito a receio, porque ainda é recente na bolsa dos Android, ainda tive de o levar umas quantas vezes à loja por um problema de SMS, penso que esteja resolvido. E espero mesmo que esteja, porque estou a adorar o telemóvel.

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Além de me fazer voltar atrás no tempo e de ser um produto bastante inovador, tive um descontão enorme na Vodafone e só paguei 110€, que me ficou bem mais barato do que eu alguma fez pensei. É rápido, tem boa câmara e boa memória, não tem aplicações extra que vêm noutros telefones (o que o faz ser bastante personalizável). E é bonito. E já não ando a rogar pragas ao telemóvel anterior por não conseguir mandar mensagens a ninguém.

E no meio de compras e de outros projetos que vos falarei noutro post, personalizei a capa com umas letras em dourado:

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Isto não é nenhum patrocínio, estou genuinamente feliz por voltar a ter um Nokia nas mãos. Acho que com a minha idade não sou a única a ter saudades da qualidade que este equipamento tinha. E espero sinceramente que dure bastante tempo!

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Em breve volto com mais novidades. Há que deixar o melhor para o fim.

Boa tarde,

Daniela

 

 

Às voltas

Há quem diga que a vida dá muitas voltas.

A minha está a dar tantas voltas quanto uma máquina de lavar roupa a 1200 rotações (naquela fase em que temos impressão que o aparelho está prestes a levantar vôo). Às vezes tenho de me sentar cinco minutos, nem que seja na casa-de-banho, só para respirar fundo e voltar a pôr a cabeça no lugar. Tem sido explicações de segunda a sexta, tem sido café no fim de semana, tem sido apontamentos a torto e a direito e agora um projeto novo.

Perdi-me no sábado e na segunda-feira dentro de uma papelaria enorme perto de casa, entusiasmada com as compras e com o seu propósito. Levei lá quarenta minutos da última vez a correr os corredores todos. A rir-me com coisas antigas, a imaginar projetos futuros com coisas novas, a pensar na figurinha que a minha versão de oito anos faria dentro daquele estabelecimento. Havia quem se perdesse com Barbies, eu perdia-me com as canetas e lápis de côr.

E tenho passado os dias numa casa nova. Foi algo muito súbito, mas precisava de um ambiente sossegado para conciliar tudo isto. Cuidar da casa, deixar sempre tudo pronto e acordar sem as vizinhas aos berros.

Têm sido semanas turbulentas, mas com promessas de boas notícias a caminho, espero. Quem sabe. E tenho muitas saudades de vos mostrar o que se faz por aqui. Já há novidades novas. Muitas, mesmo.

Que tal um post a mostrar o que há de novo?

Boa tarde,

Daniela

 

Um Follow Friday!

De facto já não faço um destes há muito tempo e a Sapo relembrou-me disso. Obrigada!

Espero que a memória não me falhe, acho que não é a primeira vez que recomendo este cantinho, mas ela é um amor de pessoa em toda a maneira e feitio e tem-me dado tanta força e apoio, que quero que ainda mais pessoas a sigam e a conheçam.

A m-M, do Contos da menina Mulher , é só a mulher mais espetacular de sempre. E foi das primeiras bloggers que segui fielmente quando decidi retomar à blogosfera pelo Violet Clouds. E é uma das pessoas que me faz acreditar em amizades verdadeiras. Portanto visitem!

 

Boa tarde,

Daniela

A autora

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