Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Violet Clouds

Un petit a part #62

Sabes que estás no caminho certo quando sentes um carinho enorme pela profissão que vais aquirir. Nunca pensei sentir-me tão realizada com terapia da fala e foi, sem dúvida alguma, uma grande surpresa para mim.

O caminho para a descobrir foi infernal mas se continuar assim... Então valeu muito a pena. Agora é crescer cada vez mais. ♥ Quem sabe que seja este o curso que me vai trazer o final feliz que achei nunca ter.

Recebidos - JBnet

Parece que hoje vou conseguir entrar num registo mais... Blogosférico? Se o termo não existe, acabei de o criar. Yay para novas palavras!

Recentemente, comprometi-me a ser mais ativa nos meus projetos - um deles o blog, claro - e recebi uma encomenda cheia de miminhos por parte da JBnet. Portanto, trata-se de uma empresa portuguesa fundada em 1998, na Vila do Conde, que vende artigos diversos - papelaria, livros, cosmética, brinquedos, entre outros - a preços bastante simpáticos. Também vendem produtos exclusivos para profissionais e dispõem de campanhas online frequentemente (ainda agora vi uma campanha de livros da Oxford, que é excelente). Perdi-me por algum tempo a admirar os artigos de papelaria, que são o meu ponto fraco, até porque dispõem de imensos produtos que não se costumam encontrar com facilidade e uma variedade enorme! Para consultarem o website e os produtos disponíveis, cliquem aqui e experimentem!

Quando falo em variedade alargada, estou a falar a sério. Da JBnet recebi um conjunto de livros, entre os mais diversos temas: futebol, política, um livro infantil, policiais, you name it. Confesso que agora que estou na área de TF, as minhas professoras convencem-nos a adquirir livros e jogos infantis, porque vai ser mais útil do que pensávamos, porque temos de ir montando um bom "arsenal" e o livro infantil que chegou nesta encomenda ("O Livro Mágico Para Dormir Feliz") deixou-me encantada. Tem atividades diversas e até traz um peluchinho de diy para fazer! Claro que há livros que pouco interesse me despertam, particularmente de futebol e política, mas a parte boa é que podem sempre servir de prenda a alguém que goste muito desses assuntos. Acho que o meu padrasto vai gostar do livro sobre o Benfica.

MVIMG_20190207_133557.jpg

 

MVIMG_20190207_133623.jpg

 

MVIMG_20190207_133658.jpg

 

MVIMG_20190207_133720.jpg

E no meio de livros e de sacos-bolha (a encomenda veio  muito bem protegida, digo-vos de antemão), a minha gata descobriu que adora caixas e ainda não parou de brincar com a caixa de papelão da encomenda... Mas não se esqueçam, sejam amigos do ambiente e reciclem sempre o cartão e o plástico que advém deste tipo de encomendas!

Boa tarde,

Daniela Santos

Thank you, January.

Ainda que se tenha arrastado vagarosamente, taking its sweet time, Janeiro não demorou a passar. Diria mais que se tornou num mês pesado e complicado, mas não foi lento. A Fevereiro só peço que seja misericordioso.

Fechou-se o primeiro capítulo do ano. Talvez tenha sido boa ideia descartar-me dos doze desejos do Reveillon, só me trariam desgostos em vê-los ser despedaçados. Talvez o mês de Janeiro me quisesse ensinar que tudo está no agora e que tenho mesmo de me erguer sozinha, contra todas as marés e ventanias, se quero alcançar algo. E que no meio do negro, tenho de manter a minha chama acesa.

Aquela luz que tanto quis proteger. Isso não é egoísmo.

Janeiro trouxe-me dor. Fez-me ver a vida a andar para trás, tirou-me um dos seres mais importantes do meu percurso nesta vida e deixou-me pendurada na corda bamba, a ter de segurar o coração e conter a mente. Toda uma ginástica para não rebentar a parede do beco sem saída onde estou enfiada.

Se não há caminho, abre-se um. Se há uma parede à tua frente, manda-a abaixo, sem magoar ninguém. E nunca te deixes ficar para último. Dizem.

No fundo, não preciso de me relembrar de quem sou. Acho que o problema foi que nunca me esqueci disso. Preciso só de puxar pela mão e reunir-me comigo mesma. Quero ser eu, quero viver com os meus fones e o meu caderno de desenho, quero ser a marrona que se deixou adormecer há algum tempo. Quero lutar pelas minhas notas, quero ter mesmo muito boas notas e apaixonar-me mais pela minha futura profissão. Quero agarrar nessa oportunidade e ser grata a cada dia por mais um esforço. E os amigos, que se danem, quero que ande comigo quem pode comigo, quem me aguenta, quem me quer. Deste mês e deste semestre trago lições, erros a não repetir e novas estratégias de combate.

E quero ser feliz, sozinha ou acompanhada, com quem me apoia e me segura.

So, February, please be nice and give us the fire that we need in our souls.

Manhãs assim

Bom, não sei como está pelas vossas bandas, mas cá por estes lados está um frio de rachar. Não há chuva, mas está húmido. Ainda assim acredito que já esteve pior, há uns dias atrás.

Mas não venho falar de meteorologia.

A verdade é que parece que andei adormecida alguns meses. Sim, a vida deu uma volta de 180º e, apesar de ter sido uma volta positiva, é provável que tenha simplesmente perdido um pouco o norte. Não vos posso dizer que tenha sido inteiramente negativo, mas fica a sensação de ter vivido este semestre sem um rumo bem definindo. Como se estivesse a dormir. E fiz asneiras, não muito graves, que tiveram um final muito feliz e ataram pontas soltas. Fica a dica, para a futura eu, se eventualmente reler este post. Que foi uma asneira muito escusada, mas que foi feita pura e simplesmente para terminar assuntos inacabados e não pela estupidez que pareceu. Moving on.

Sei que vinha na caminhada já habitual para a faculdade, a procurar resistência ao frio, quando decidi parar. Não havia capuz para me aconchegar. Não tinha os fones para me abstrair. Então fui obrigada a olhar, para além dos problemas, do cansaço e da ansiedade. Já aqui estou. E lutei muito para estar aqui. Se não conseguir alcançar os primeiros objetivos, sei que não foi por não tentar, mas porque não consegui descansar mais e estudar melhor. Afinal de contas já devia de estar à espera de uma espécie de fallback. Só que nem é motivo de desistir, nem é motivo de recear. Daqui já não saio, daqui não me tiram.

Daqui só aprendo. Daqui sigo o soar do relógio, que voltou a andar. E daqui, cresço e sou feliz.

No dia dos Reis

Sei que existiam tradições dos Reis cá por casa quando era mais nova. Mas assim como outros costumes, esses perderam-se no tempo. Ainda me recordo de quando hoje era considerado feriado. Que maravilha!

No entanto, mantive um costume: é hoje que se arrumam as decorações de Natal. Por muito que conte dias e adore decorar, não gosto de manter as coisas postas. Assim vou ansiar pelo primeiro de Dezembro porquê? Existe sim toda esta tradição de montar a dia 1 de Dezembro e desmontar a dia 6 de Janeiro. E isso há-de ficar. Se bem que este ano desmontei a àrvore sozinha. E sozinha arrumei as bolas e as luzes, uma a uma, vislumbrando o pinheiro.

Entretanto, agradeci-lhe. O Natal deste ano de 2018, assim como o restante ano, foi triste. Saí do trabalho bem em cima da hora, porque ainda existem pessoas que não têm noção de que os que estão atrás do balcão também têm família. Cheguei a casa e a Ceia de Natal ainda nem estava ao lume. Na sala não houve árvore de Natal este ano. Não havia uma única decoração pela casa senão no meu quarto antigo, onde perduraram os 365 dias. A consoada foi amarga, cansada, desmotivada. Quis chorar. Esforcei-me o mês inteiro para que a noite de Natal fosse um pouco mais feliz e mesmo assim os erros repetiram-se: falou-se que já não vale a pena celebrar o Natal, que só dá trabalho, que agora a gata pequena só iria partir as coisas. Daí não me incomodei muito. Montar a árvore por aqui sempre foi discussão certa e evitou-se esse problema.

Mas também me avariaram a troca das prendas. Era mais importante a televisão, o Facebook, questionar o motivo X e Y daquela prenda ser dada, drama a mais. Lembro-me de sentir as unhas cravadas nas palmas das mãos e não perder a esperança. Guardei os embrulhos mais importantes e levei a minha tia para nossa casa. Lá, esperou-me esta árvore, que só ali estava por tradição minha.

Lá fiz a minha primeira troca de presentes longe de fitas e murmúrios desnecessários. Lá salvei o resto da consoada, onde tudo o que queria era ver aqueles que gosto abrirem os presentes que tanto cuidado tive em escolher e levar o resto da noite a falar de coisas boas, de memórias felizes, de assuntos alegres. Então dei por mim emocionada, enquanto despia a árvore e encerrava mais uma quadra natalícia. Agradeci-lhe num sussurro por me ter ajudado a salvar a noite de Natal.

Arrumei-a de coração cheio, já que graças a ela ainda pude sorrir naquela noite, sem estar sozinha.

Como limpar bijuteria escurecida!

Como acho que este tema é de utilidade pública, cá vai o segredo da façanha. A Dani teve um problema hoje: enquanto terminava de limpar a casa, deparou-se com alguns fios de bijuteria que comprou numa altura não muito longínqua em que era fixe usar pendentes de ametista, opalite, entre tantas. Eis que tais fios estavam escuros e o que se pensou foi "não posso limpar isto com o detergente dos tachos senão fico com papa de fio, em vez do fio". Vinagre, boa gente, também não serve, ok? Tentei há muitos anos e não dava em nada.

Então a Dani foi à internet.

Leu um artigo sobre limpar bijuteria com pasta de dentes. Suspirou, crente de que era mais um DIY falhado do costume, mas tentou com uma caixa de bijuteria antiga, metalizada, que comprou numa daquelas feirolas escolares. E já vinha ferrugenta.

Não é que deu?!

Portanto, cá vai. Precisam de:

- Pasta de dentes

- toalha turca àspera ou um esfregão da loiça

- água corrente

- toalha seca

Usem um bocado de pasta de dentes (aproximadamente do tamanho da cabeça dos vossos dedos, para um fio) e espalhem-a por toda a peça. Em seguida utilizem a ponta da toalha turca ou do lado abrasivo do esfregão para esfregarem toda a peça. Coloquem a peça debaixo de água corrente e removam o produto com os dedos e por fim, sequem-no com a toalha seca.

Juro por tudo o quanto é mais sagrado que tinha ideia que isto ia correr mal, está bem? Se fosse mais uma treta, não me dignava a publicar isto. E se por ventura eram como eu e não faziam ideia, não têm de quê.

A maior dor de uma bookworm

Percebam o porquê de querer reduzir a quantidade de pertences e organizar-me em casa o mais rapidamente possível.

Não só fico mais leve e com um espaço mais amplo, mas sofro menos desgostos. Não sou alguém muito materialista - quanto muito, tudo o que tenho cinge-se ao seu simbolismo, e quando vejo pouca parede já começo a transpirar. E a parte de limpar é efetivamente mais conveniente, claro.

Só que é a limpar que dou conta destes estragos.

Como soube que a minha avó vai ser operada daqui a uma semana, é necessário limpar a casa a fundo. Isto deu-me oportunidade de desmontar móveis desnecessários, já que a gata é descendente de trapezistas e tem-me partido tudo, mas também de tentar esvaziar um pouco o quarto que já foi mais meu do que presentemente é. O espaço, além de cheio, está completamente desarrumado e com coisas fora do sítio. A Dani pega na chave de fendas, num banco, toca de desaparafusar portas e tirar prateleiras, o namorado ajuda a prateleira gigantesca a voar para o contentor de monovolumes e eu suspiro de alívio. Penso eu, agora tenho espaço a mais para bibelôs e menos espaço para pertences de infância. E eis que quando sigo a limpar as prateleiras e afasto os meus livros, dou de caras com um deles completamente comido por um fungo.

Toca de tirar tudo da prateleira e tentar salvar os livros, mas enquanto uns apenas têm o cheiro, os outros já se desfazem e partiu-me por dentro. Livros são eternos e podem-se ler as vezes que quisermos, são especiais, quanto mais aqueles que foram lidos vezes sem conta. E de certa forma chateei-me por ter livros que não são meus a ocupar-me espaço, intactos, e os meus encafuados numa prateleira de tal maneira que criaram uma área anaeróbia.

Então, vão para a reciclagem. Pelo menos isso. Mas que fico triste, fico, e por isso é que quero limpar o espaço o mais rapidamente possível. Porque prefiro ter pouco e poder estimar, do que muito e ver ser definhado pelo tempo, porque está num local em que tudo se acumula e se guarda e não se vive. Portanto, a leitoras mais novas, aconselho-vos a não acumularem tanta coisa. Vivam a vida, guardem memórias e deixem as coisas ir e voltar. Com livros, dêem os que já leram, não os deixem parar. Com pertences, tomem bem conta deles ou passem-nos a pessoas de confiança.

A vida é muito melhor com muito menos que nos acorrente.

Blogmas #16 - Christmas miracles

Estou atrasada dois dias, mas tenho tido trabalhos a choverem-me em cima.

Hoje foi um dia de nervos tão grande que achava que seria mais um dia a acabar sem brilho nos olhos, outra vez no desespero de mim mesma. Mas até que a apresentação não correu assim tão mal.

E até que foi um dia tão estranho.

Decidi ouvir-me ao longo do dia. Descobrir porque não pega, porque não sou ouvida, o que falta. Que a auto-estima é pouca, escassa, sei eu. Ms em todo um dia inteiro não me ouvi falar de mim própria. Escola isto, escola aquilo, contas de cabeça acolá, trabalhos para entregar. As mãos e as vozes até chegaram a clamar por parte de mim e eu desviei-me, pois em mim não acredito.

Foi aí que quis escutar-me. E foi aí que percebi que de mim não falo. Dos meus interesses, gostos, desgostos. Do que faço ou deixo de fazer. Aquilo que de mim faz parte e pouco se revela é captado e é chamado à atenção. Não são os outros que não ouvem; sou eu que não falo. Contradições e twists, uns atrás dos outros. Coisas que uma pessoa no fundo até sabe mas é demasiado teimosa par admitir.

O dia continuou. Pensei no que podia fazer para me perdoar um pouco mais pela negligência sem comprometer o meu esforço. A motivação para a escola tem-se desvanecido com os dias. Até que chegou um email.

Até que recebi a notificação que me tirou trinta mil toneladas de cima das costas e me fez ir buscar energia, nem sei bem onde. Recebi a resposta que precisava para não ter medo de continuar.

E agora sim, posso continuar para a frente. E, onde quer que estejas - sabes quem- fica a saber bem disto: não precisei de ti.

Tive tia e madrinha, tive irmã, tive o meu pai de coração, namorado, amigas. Que me agarraram estes anos todos. Tive estranhos que me deram a mão com menos obrigação. E cresci, ri e chorei, fui mulher.

Sem ti.

O orgulho faz tão mal, mas agora soube-me muito, muito bem.

Blogmas #1 - Welcome, December

(fonte: aqui )

Vamos lá dar um shake aqui ao Violet Clouds com uma estreia: o Blogmas!

Já que há vloggers e youtubers com o vlogmas, why not bloggers as well? Além disso sempre dá um empurrãozinho a maior atividade cá no blog. Começamos com Dezembro, que chega tão sorrateiramente que nos faz sentir tontos quandos nos apercebemos dele. O tempo passou tão rápido este ano... E a velha ideia de que a passagem do tempo é relativa, sendo mais rápido quando nos sentimos melhor, é muito mentira. 2018 foi um ano quase tão mau quanto foi 2016 aqui para a je. Pelo menos o primeiro semestre foi péssimo... E o segundo semestre tem um sabor muito agridoce. Mas chegou Dezembro.

Chegou a altura do ano de planear as decorações de Natal e preparar a casa para as receber. E de pensar em coisas boas, de pensar nos doces que haverei de fazer. Não me esqueço de que prometi que este ano quero ser eu a montar o Natal. Tenho estado ansiosa para poder começar. Quero muito voltar a decorar a minha casinha, como fiz o ano passado pela primeira vez, e chegar a casa para ser recebida pelo aconchego do ambiente natalício. E quero espalhar isso a todos os que lá vão. Sei que o Natal nunca tem a melhor das previsões pelas minhas bandas e é por isso mesmo que quero mudar isso.

Não há dinheiro para prendas? Fazemo-las, viva os DIY. Não há muita gente presente? Viva as risadas altas e a bom som que preenchem o espaço vazio. Não há bom ambiente? Cria-se um melhor. Há muitas memórias ruins? Criemos novas. Não há vontade para isso? Invoquemos a nostalgia dos bons momentos.

E se esses bons momentos nos fazem chorar? Então celebremos, porque existiram e fizeram grande parte de quem somos e da nossa história.

Que o Natal nos encha os corações e que nós não nos esqueçamos disso mesmo nos piores dias. Sejamos sinceros e gratos pela vida. A magia do Natal está aí para quem a quer mesmo ver, para quem acredita nela. O que num mundo como o nosso... É tão raro, que vale mais que ouro.

Desejo-vos um santo Dezembro com tudo o que desejam. E vamos lá fechar o ano com o melhor que temos. ♥

Até amanhã,

Daniela

 

Coração oco.

Já escrevi um testamento e já o apaguei, porque não passou de um vómito de palavras enraivecidas. Agora estou oca por dentro.

Restam só dores de cabeça desnecessárias e fúteis, porque nada disto é produtivo. Resta só a dúvida dos meus valores e a certeza de que me estou a tornar muito amarga. E resta o facto de que o meu espírito natalício morreu, ou está num coma muito profundo.

A única coisa boa acerca disso é que eu até gosto de sabores amargos.

A autora

foto do autor

Light Purple Pointer

Mensagens

More of me ♥

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D