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Violet Clouds

Coração oco.

Já escrevi um testamento e já o apaguei, porque não passou de um vómito de palavras enraivecidas. Agora estou oca por dentro.

Restam só dores de cabeça desnecessárias e fúteis, porque nada disto é produtivo. Resta só a dúvida dos meus valores e a certeza de que me estou a tornar muito amarga. E resta o facto de que o meu espírito natalício morreu, ou está num coma muito profundo.

A única coisa boa acerca disso é que eu até gosto de sabores amargos.

Pontos de vista

138975-Remember-You-re-On-Your-Own-But-Don-t-Forge

(Fonte: aqui)

Já não aguentava estar muito tempo longe e depois de muita análise, adicionei só algumas coisinhas. Gosto do blog assim. Quanto ao conteúdo, vou fazendo uma limpeza de outono aos bochechos.

Mas em respeito de filtrar conteúdo, não deverá ser necessário uma contenção ou censura.

O blog sempre representou muito aquilo que sinto e que penso. Daí querer excluír posts forçados, é porque não fazem aqui nada. O facto de me sentir novamente um alien não passa de algo que não me devia ter esquecido por estar a viver fora da vista da sociedade tanto tempo. Não me devia ter surpreendido quando saí da casca. O mundo é uma bosta. Não é inteiramente assombrado de futilidades, senão nem a blogosfera seria um bom porto de abrigo como tem sido todos estes anos e de onde tenho interagido com os melhores. But I should've known better, que nunca iria ter uma turma como tive no final do secundário.

Já devia ter noção que a sorte não se repete nas mesmas formas.

Já deveria saber que as amizades não são eternas.

E se eu queria mesmo manter tudo o que é tóxico fora da minha vida, deveria ter-me relembrado que a primeira fase desse processo ia-me deixar plantada sozinha no mundo. Mas são tudo pontos de vista.

Do lado de lá, sou uma besta para quem me conheceu há algumas semanas e uma leiga velha e fora de estilo. Para os que conviviam comigo, tornei-me anti-social e até me sinto satisfeita de ter a noção de que não quiseram pensar sequer no assunto, tal não era a importância que me davam.

E do lado de cá, depois de muito silêncio e orelhas abertas, não dou abébias a ninguém. Às vezes esqueço-me disso e passo por otária durante alguns minutos, por vezes deixo de sentir a cara de tão vermelha e fora do sério que fico. Às vezes penso que o mundo não está assim tão mau e ajo naturalmente. O que me levou mais depressa a mostrar os dentes de forma não tão amigável foi a precisão afinadíssima de tanta gente que se apercebeu desses lapsos e os aproveitou a todos. Aliás, pode-se dizer que houve uma tentativa de inferiorização em contexto de aula que me deixou francamente surpresa e chocada. Tanta coisa, em tão poucos meses.

Agora?

Estou sozinha mas espero preencher esse vazio. Mais vale assim que mal acompanhada. E é certo que alguns fatores sociais me passam a fazer alguma repulsa (não imaginam o trigger que me dá ver produtos da Mr. Wonderful e computadores da Apple...). Mas acredito que seja tudo uma questão de equilíbrio e que, se não perder o foco, brevemente estarei nos meus eixos.

O primeiro a ter de agir para mudar alguma coisa é quem quer que algo mude, certo?

The end, por agora

 Eu tenho motivos para ficar aqui. Vários até.

Por uma vez tenho posts para falar até aos cotovelos e vontade de escrever. Mas dentro desse saco de rascunhos e posts, há coisas que não devem vir tanta vez cá para fora. Há certos temas que por muito que eu queira desabafar e partilhar a minha experiência com outros que sofram do mesmo, acabo por me expôr em demasia.

Há certos temas que já não condizem comigo e que não precisam de estar aqui. Uns deles foram um esforço demasiado grande para tentar cá ficar.

E eu quero que o Violet Clouds seja não só o meu espaço, como o vosso. E que seja um ponto que marca o meu percurso, o meu caminho, o meu progresso. Quem diz o Violet Clouds, diz as contas de instagram, tumblr e facebook. Aquelas que uso e que aqui estão para vosso dispôr.

Por agora só me resta o blog. Que precisa de uma reviravolta.

E por isso mesmo, assim como pelos vários testes que vou ter aí à porta, anuncio um breve "até já" e espero retomar com o blog de cara lavada e de alma mais leve ainda antes de Dezembro. Se 2018 foi o ano de mudanças, 2019 será o ano da liberdade.

E eu quero estar pronta para ser livre.

 

Beijinhos ♥

O casaco preto.

Entre horários apertados, apontamentos a não atrasar e trabalhos para entregar, vejo-me presa entre uma procrastinação necessária, obrigatória.

Tecnicamente não tenho muito tempo para mim. Ao contrário do pressuposto, a faculdade arranjou-me mais tempo pessoal (sim, eu sei, costuma ser ao contrário). Nas folgas e nos fins-de-semana, fico com muito pouco. Entre compras e outros essenciais, abordaram-me na rua e houve quem me perguntasse "E como está a correr? Está a corresponder à tua expetativa?".

Lembro-me que a resposta levou alguns segundos a arrancar, mas não foram por hesitação. Percorri todos os pensamentos que tive até à data em nanossegundos para lhe responder com um grande sorriso que sim. Que tinha, de facto, antecipado a maioria das coisas que estavam a correr e que a licenciatura me está a fascinar bastante, mesmo que tenha uma turma pouco cooperativa e que as praxes me tenham dececionado a largas milhas.

Saí do supermercado a olhar para o passado.

Não foi há muitos meses atrás que fazia os mesmos trilhos perdida em lágrimas e em dor de antecipação. Pensei milhares de vezes porque é que queria fazer isto. Quando vesti o mesmo casaco que carregava frequentemente no princípio do ano, senti um peso na alma. Aquele casaco acompanhou-me nos caminhos diários e guardou os meus soluços, o meu pranto. Foi com ele vestido, muitas vezes, que me odiei até ao fundo do coração por não ter mais força e por não aguentar o fardo. E foi com ele que temi não alcançar os meus objetivos outra vez.

Mas também foi com esse casaco preto que continuei o caminho. Eu sabia que o sol ia nascer no dia a seguir de qualquer das maneiras. Eu procurei fé e justiça aos céus e à minha fé, para que estivesse a fazer a coisa certa. Então pensei muitas vezes, porquê?

Eu confesso que nos primórdios deste dilema eu não queria a faculdade. Preferia um emprego. Claro que isto foi há mais de quinze anos e que entendi que era algo necessário para garantir um pouco mais de conforto económico e profissional, mas precisava de algo mais.

Também admito que quando tomei a decisão há muitos anos atrás, foi porque tinha vergonha de ficar para trás. Vi todos os meus colegas e amigos avançarem com os seus sonhos e a sua vida e eu fiquei no mesmo patamar, a subir e descer graus variados à procura de uma saída. Mas também os vi chorar.

Choravam, abertamente e em segredo, porque aquilo não lhes dizia nada. Porque todo o esforço não os concretizava pessoalmente.

Entretanto aconteceu 2016, 2017, 2018...

Se eu queria uma mudança eu tinha de lutar por ela. E se ia enfrentar a maré tinha de ser por um motivo. Sempre quis ser útil para os outros e sempre quis estar próxima do mundo. Francamente, nunca pensei em entrar numa área da Saúde porque me parecia inatingível. Mas, licenciatura ou não, queria fazer sorrir. Queria dar conforto. Queria ajudar no progresso. Queria ajudar os outros a sobreviver neste mundo hediondo que é o nosso e queria dar-lhes a mão.

Ser explicadora ajudou-me ainda mais a compreender isso. Então disse a mim mesma, que se fosse para fazer este percurso, que o faria por um bom motivo.

 

Quando vesti o casaco ontem, senti o meu próprio tormento. As lágrimas caíram-me pela face. Aconcheguei-me no casaco e, como se estivesse a falar com as minhas memórias, sorri e murmurei que o pior já passou.

Um dia sonhei com... #6 - A minha casa

Há dias em que sonhamos acordados.

Certos dias em que parece que estamos a viver um sonho e nos beliscamos e voam sorrisos de orelha a orelha. Outros tantos em que sonhamos acordados, de lágrimas a correr pela face abaixo.

Há dias, dias longos e vazios, em que sinto falta de casa.

Quero voltar. Quero ir para casa, onde pouco ou nada se ouvia senão as ovelhas que pastavam ali perto ou o som dos grilos. Quero voltar a acordar com o nascer do Sol e o acordar da vila, quero dizer bom dia a toda a gente ainda que não os conheça. Quero, quero tanto, fazer os meus caminhos pelos trilhos da mata, apanhar um ou outro rebanho feliz, colher amoras das silvas, chamar por familiares - sim, os do coração - à janela e conversarmos por horas.

Quero voltar a comer aqueles croissants divinais que só voltei a encontrar nos cafés da estação do metro da Alameda e que me fizeram chorar o resto do caminho com saudades. Quero pôr mais lenha na lareira no inverno, brincar com as folhas no meio da estrada sem medos no Outono, quero ir e voltar da praia a pé com risadas, quero passear outra vez pelas muitas ruas das árvores sem fim.

Apanhar estrelas do mar.

Ir jantar ao Sabor a Mar outra vez.

Descobrir caminhos que não tive oportunidade de visitar. Visitar a capela do Senhor da Pedra para ver o pôr do Sol. Sorrir e admirar as casas que se decoram com tanto aparato na altura do Natal.

Abraçar os que me fazem falta. Os que me amaram sem olhar ao meu corpo, mas ao meu coração. Quero dar as mãos a quem chamei família.

E eu sei que já não tenho lá casa. E que quem me abriu o caminho para lá já não está cá. Mas das minhas coisas que lhe agradeço, ficarei sempre grata por alguma vez ter conhecido o significado de "lar" e "família", mesmo junto de quem apenas acabei de conhecer.

Eu quero tanto voltar, e choro tanto por querê-lo com tanta força, que por vezes não sei se foi benção ou maldição.

Mas ao menos no meio do desespero eu sei que quando tudo falhar, quando tudo deixar de fazer sentido, eu tenho para onde voltar.

Um dia senti o coração pesado e sonhei com o meu lar, e adormeci embalada pelas minhas lágrimas e pelas memórias felizes que ainda me fazem continuar.

 

 

Palpitações.

Isto não é saudável.

Quer seja do foro físico ou psicológico, isto não é saudável, nem de perto nem de longe. Não sei lidar com as emoções que me assolapam. Quanto muito, consigo aguentá-las para que as tarefas sejam executadas com a maior eficácia, mas depois é uma tempestade que se segue de medidas catastróficas. Às vezes não sei se o faço de propósito e se o conseguiria evitar ou se é mesmo de mim, aparece sem aviso. Há dias em que consigo tomar as rédeas do meu nervosismo e até fica tudo bem.

Noutros dias, não tanto assim.

Noutros dias, corre-me tudo em rodapé pela cabeça, o mais e o menos provável, as contas todas, os prós e contras, as exceções, os perigos; às vezes um simples ponto multiplica-se em intermináveis caminhos e desfechos. Muitas das vezes a mente está em descanso mas o corpo não pára. O sangue corre e eu só pergunto "porquê". Porque é que corres tão rápido se não estás em perigo? Porque é que aceleras tanto se não tens nada a perder.

Porque é que não páras, consciente e inconsciente, e encontras um meio termo?

Se procuras tantos cálculos e possibilidades, como é que encontras a margem de erro e o ponto cego mas neles não descansas? E acima de tudo isso, porque é que simplesmente não arriscas?

Se, no fim de contas, é tudo um jogo de probabilidades que avança como um jogo de dominó fora do teu controlo?

Não sei.

Há dias em que a maré está calma e há vista para um futuro onde, mesmo com todos os possíveis obstáculos, há força para o enfrentar. E depois há dias - ou mesmo horas antes, como é o caso - em que uma simples palavra, presença ou respirar me coloca em estado de alerta.

Há dias em que eu só queria ter força suficiente para não perder a cabeça e acreditar em mim mesma quando profiro, muitas vezes em vão, de que sou capaz de ultrapassar a situação e de resolver um conflito de minutos ou de anos.

Enfim. Existem dias em que apenas gostaria de saber dançar na chuva.

 

 

O que tem de ser, tem muita força.

Perdão pelo despejo de palavras, de sentimentos, talvez até por alguma revolta. Talvez não tenha muito para dizer.

Estou a fazer imensa força para me conter, para não rebentar e dizer coisas que não quero. Estou a largar mão de oportunidades que me caíram do céu. Porque há gente que não pensa, gente injusta, gente que não tem dois dedos de testa.

As palavras não fazem sentido, este turbilhão é pesadíssimo. Sei lá.

 

Deus sabe o que faz. E não dorme. De alguma maneira isto tem de ser resolvido.

Espero eu.

Un petit a part #56

Primeiro, parece que o Violet Clouds teve direito a um destaque e, como desnaturada que sou, não dei por isso. Mas! Obrigada pelo feito, Sapo. Fizeram-me sentir que talvez não esteja assim tão perdida por aqui.

destaque.PNG

E segundo, hoje é daqueles dias que só apetece entrar num comboio ou num avião às escondidas, sem sequer olhar para o destino, e não querer voltar.

Nota: a verdade é que escrevi isto ontem e lá ficou nos rascunhos, mas a vontade continua a ser a mesma.

Quero desaparecer. Ou voltar para onde me senti bem. Ou feliz. Ou capaz de ter forças para ultrapassar tudo isto.

 

Se me seguem no Instagram sabem que perdi recentemente a Lucky. E talvez não saibam tanto assim, embora o tivesse mencionado no post anterior, acerca de tudo o resto. Sei lá. Há dias de derrota, dias que simplesmente se questionam crenças e se quebram motivações. É daqueles dias do "sei lá".

É daqueles dias em que é difícil crer num amanhã melhor.

 

Nem sei que título dar a isto

Acho que já me desabituei tanto a escrever que nem tenho uma ideia clara para um título.

Quis vir aqui, enquanto hoje ainda tenho tempo, mesmo só para dizer que ainda não caí para nenhuma valeta ou fui raptada por aliens (sinceramente, não tarda dão-me por desaparecida). Até podia entrar em detalhes, mas não quero carregar o post com tudo o que se tem passado. A verdade é que neste momento tenho muito pouca coisa fixa na minha vida, nada tomado por garantido, mas também não há nada que consiga agarrar.

Estou literalmente a estudar e a trabalhar ao mesmo tempo. Durante algumas semanas estudava em tempos mortos, horas de almoço ou idas à casa de banho, porque fiz 14 horas de trabalho diárias e chegar a casa era sinal de não poder pegar mais nas páginas. Tiro fotografias a tudo (meu rico Google Drive, eu gosto tanto de ti) e ignoro quando as pessoas me chamam "viciada" nas redes sociais - tadinhas, se o Fernando Pessoa andasse no Facebook ficava ainda mais taralhoco. A verdade é que apenas ando ativa no Instagram, que é a única rede social que consigo consultar mais rápida e menos deprimente (só não apago a minha conta de Facebook porque senão o pessoal não me identifica em coisas decentes mesmo).

É difícil ignorar os idiotas e os presunçosos, é extremamente irritante tentar ignorar os bêbedos, mas por incrível que pareça, ainda prefiro isso a estar em casa, o que é no mínimo estranho. Agora estamos a tentar encaixar um horário menor, onde só faço 8 horas e uso a manhã para fazer algumas compras e estudar o máximo possível. Tenho dois meses e meio, escolhas novas e muitos nervos à flor da pele e estou a rezar por tudo e mais alguma coisa para arranjar mais tempo, para conseguir estudar mais e para fugir deste manicómio pessoal em que estou inserida. Na parte positiva, descobri que sou capaz de muito mais coisas do que aquelas que imaginava e que se consigo fazer o que estou a fazer, então consigo enfrentar aqueles medos enormes que tinha de não me organizar num simples trabalho de 8 horas diárias e ainda ter vida pessoal.

No meio de toda esta geringonça toda, e por muito que as pessoas não o queiram, sinto uma ponta de orgulho por ainda não ter começado a tapar a cara com máscaras de personalidades que não são minhas. Já fui mais afetada por críticas que me apontam como "pouco engraçada" e "muito fechada". Mas estou ali para trabalhar, não para entreter. E se consigo ser resiliente a esse ponto então acho que ainda não me perdi para a loucura da sociedade. Enquanto puder ajudar em casa sem que me perca nestes objetivos, eu tenho algo onde me apoiar quando o barco se quiser virar ao contrário.

Saber que dentro desta tempestade horrível ainda tenho quem me segure e quem me faça remar contra a maré, apesar das lágrimas que me suscita, é a luz que me guia. E espero que assim continue. E hei-de lá chegar.

 

Portanto, rumo ao 40 (sim, porque a gente diz que quer um 20 e sai um 15. portanto calhar se for para o 40 sai o 20 do saco) e por favor perdoem-me se não tenho nada melhor que vos diga senão a pouca fé que tento engrandecer e abraçar para não cair de vez.

Porque não posso cair. Tenho quem segurar também.

Junho, por favor, leva o tempo que tiveres de levar até chegar.

 

 

Feliz 2018

Vem atrasado mas com boas intenções! Espero que 2018 vos traga tudo de bom e tudo aquilo que mais desejam em torno daqueles que mais amam!

 

Penso que vou já tarde para vos falar acerca das famosas resoluções de ano novo. No entanto, elas haverão de cá vir parar nem que seja noutro contexto qualquer. Ouvi dizer que 2018 ia ser o ano da mudança. O ano em que todos nós íamos virar o jogo, que íriamos ter força para nos levantar e determinar o nosso destino.

Até agora o ano 2018 tem-se querido tornar no pior ano da minha vida, e nunca achei que conseguiriam destronar 2016. Daí o meu atraso e daí vem, infelizmente, o anúncio de que este blog estará em hiatus pelo menos, e se Deus quiser e deixar, até Fevereiro, por motivos familiares e pessoais. Começo o ano de 2018 com coisas "boas", sempre uma por dia.

A minha Lucky tem de proceder a uma mastectomia, porque desenvolveu carcinoma mamário de grau II.

Um dos meus familiares teve uma trombose na sexta-feira. Graças a Deus que foi socorrida a tempo, mas agora está em estado de vigilância.

Há problemas em ambos os meus postos de trabalho: vão de pessoas desonestas até a encontrar falcatruas ilógicas efetuadas pelos donos anteriores em tudo o que é buraco.

O ecrã do meu computador partiu-se por causa... De frio! Ainda estou para entender esta...

E só porque nem isto, nem tudo o resto que escuso de mencionar, possa ser já que chegue, parti um dente sabe-se lá com o quê. Vai de anti-inflamatórios para cima para que o possa remover.

 

Se tenho de vos contar isto tudo? Claro que não. Mas assim ao menos denoto o quão sinistro e o quão grave está a começar o ano e no futuro espero poder celebrar o fim feliz de tudo isto. E se alguém tiver boas dicas que me dê, agradeço imenso. Já pensei em enfiar-me numa pia batismal de cabeça para ver se este despejo de azar se vai embora.

Acerca do Pai Natal Secreto, devido a tudo isto, demorarei um pouco a ir aos CTT, mas eles que me esperem, porque fazerem-me pagar uma encomenda expresso, sempre por causa da greve, para depois a coitada da rapariga não a poder lá levantar, ai ouvem ouvem. Mas ela há-de recebê-la sem problemas, espero eu. ♥

 

Pode ser que para o regresso do blog traga algo novo. Pode ser que no regresso possa respirar de alívio. Perdoem-me o testamento e a ausência mas não está mesmo nada fácil.

Beijinhos,

Daniela

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